Na base do conhecimento está o erro

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“Fatalidades” linguísticas

Destino fado

Portugal ganhou, nos “World Travel Awards”, o prémio como “world leading destination 2017”. O Primeiro-Ministro decidiu comemorar. Até aí, tudo bem. O problema está na escolha linguística.
Às vezes, as quais, por vezes, não são poucas, não escrever em português origina, entre outras circunstâncias, este tipo de coisas: “Destination” vs “destiny”.

Eu acho que é o destino. Não me refiro ao dos turistas. É mesmo o destino dos portugueses. Alguns, dirão fado. Outros, sina. (Abraham Lincoln diria “a última e a mais completa medida de devoção”). Independentemente da preferência, Portugal merecia melhor.

P.S. – Não consigo deixar de pensar no que aconteceria se o termo fosse “fado”? Será que o escritor utilizaria “fate” no sentido de fatalidade? Ou iria mesmo para a música?

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Corrupção? Impunidade?

Paulo Brito Costa

Paula Brito Costa da Raríssimas

Impunidade? Corrupção?

Haja paciência. São ambas raríssimas em Portugal.

Isto é uma manifestação da força do socialismo, exemplificada pela presença de socialistas que, apenas por mera coincidência, são membros do governo e/ou deputados(as).

 

Colapso sincronizado

Catarina colpaso

Os arautos da desgraça fazem-se ouvir.

Depois de Francisco Louçã, expressa-se Catarina Martins. A pauta está quase completa. O requiem nada mais é do que uma constatação. Sim, o colapso que o BE tem vindo a preparar é uma obra em vários andamentos.

Porque anunciam os bloquistas o regresso do colapso? Porque contribuíram activamente para esse fim.

Contudo, é possível adiar tal desfecho. Para isso, só é necessário que António Costa deixe de suspirar pelo PSD. O BE não está disponível para ceder o poder que detém na geringonça.

Assim, considerando as possibilidades, na realidade, o colapso poderá simplesmente ser uma pequena chantagem relativamente ao eventual fim do apoio do BE à gerigonça …

Colapso? Da falta de vergonha …

Tele-louçã

Eis a inconstância dos interesses.

Enquanto o diabo era mau e, ainda por cima, apregoado por outros, Louçã esconjurava a verdade.

Agora que já é conveniente, Louçã, apesar de continuar distante da fé e de relativizar a contribuição do BE para o colapso, proclama um diabo travestido em salvador.

Não é apenas uma questão de credibilidade. Louçã é um dos algozes de Portugal, quiçá o principal, para quem o país e os portugueses são a última preocupação.

At the end of the line

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The President of a country, whatever it may be, must, first and foremost, always keep in mind the fundamental text that regulates the society to which it belongs. If this condition already is essential for a citizen, as holder of a public office the observance of constitutional precepts acquires an increased responsibility. Furthermore, the Constitution must not only be known but must also be respected regarding political action and the conduct of the executive branch.

Secondly, it is becoming increasingly clear that the Americans chose as President a citizen who is unaware of the Constitution’s contente.
Donald Trump not only disrespects the US Constitution, but also attacks the values that have always characterized the United States.

One must ask: Is this the new America?

Freedom requires plurality and divergence of opinion.

Decidedly, Trump has a distorted notion of what freedom is and what should be the behavior of a President

And, unfortunately, in the United States, the spirit of democracy is getting darker and darker.

 

Neoausteridade

Neoausteridade

Três mil setecentos e cinquenta e um milhões de euros!

Em 2016, esta foi a receita de impostos com a gestão «geringôncia».

Como será em 2017?

E não. Não é austeridade. É Neoausteridade!

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