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The costs of making America great again!

Trumpcares

Trump campaign slogan was “Make America Great Again”. His inauguration speech was all about “America first, America first”. Evidently, these are catchy words that echo in peoples minds. And there’s nothing that prohibits Trump of expressing such kind of ideas. But, how exactly does Trump plan to do it? How will America be great again? And what are the costs inherent to such endevour?

Wall(s)! President Trump advocates that the only way that enables American grandeur are walls. And in order to finance the wall construction, Trump is cutting nearly $18B in medical research, infrastructure and community development grants. If this is his understanding on how to make America great again, I pity the american people. They got more than they bargained for and their future looks sad.

Even after discovering that unlike Trump’s campaign promise, Mexicans aren’t going to pay the wall I’m sure that americans prefer pay the building of a border wall rather than benefit from medical advances or scientific discoveries that will improve its lives. Why shouldn’t they?

But, hey, like Trump’s usually says “I’m the President and you’re are not!”. This phrase alone is enough to silence anyone and to solve any discussion or question. It’s magic! It’s “yugly” magic. All that Trump has to do is say it and immediately all problems vanish. Just like that!

The main problem is that Trump deeply believes that this is true. He knows all and can do everything. The Constitution, the Bill of Rights, the courts, the law, the american people happiness and future are nothing but obstcles that he must remove from his path because America has to be great again. And an America with medical and scientific progress, with several infrastructures rather than solely a border wall, with community development grants, and with social development can’t be great.

And America will be first, but without its natural environment. Forests, flowers, bears and wolves, who needs that? Climate change is just a hoax!

Descubra as diferenças

as diferenças CGD

Agora imagine como seria se a Catarina Martins, as irmãs Mortágua, o Jerónimo de Sousa e afins gostassem dos mercados.

É só mais um exemplo no longo registo de momentos de falta de vergonha que caracterizam a geringonça!

“Dear Mr. Putin, Let’s Play Chess”

There have not been a series of attacks on America and Europe by Vladimir Putin. There has been one single operation; it is the same operation.

Read here: Dear Mr. Putin, Let’s Play Chess

One must also consider field operations such as Russia’s annexation of Abkhazia and South Ossetia (Georgia, 2008) and of Crimea (Ukraine, 2014). It’s not a espionage move, but it’s also a chess move on a board of another level within the same operation.

If it is proven that the US presidential election were rigged by the Russians, can Mike Pence take office as President?
After all, he also was elected with such sabotage.

“O desígnio”

Afonso Henriques ofereceu-nos a independência e a soberania. Foi esse o seu desígnio. Por ele, enfrentou a mãe, o primo e o Papa. Anos passados, Nuno Álvares Pereira e o Mestre de Aviz desafiaram-nos a ser uma nação, para depois, com Henrique e João II, nos tornarmos um império. Em nome disso enfrentaram Castela e […]

via o desígnio — BLASFÉMIAS

“Cansado de ser Charlie”

Luís Aguiar-Conraria está cansado de ser Charlie. E escreveu um excelente artigo para o expressar, onde expõe os seus motivos e o porquê de ser um defensor da liberdade de expressão e a razão de defender determinadas posições ou, pelo menos, a necessidade de tal defesa. Luís Aguiar-Conraria revela trilhar um caminho, longínquo, pleno que brilhantes pensadores que desde logo perceberam que não pode haver liberdade sem pluralidade, sem diversidade, sem contraditório.

“(…) Devo dizer que as indignações das redes sociais, que tanto incomodam alguns dos defensores à sacrossanta liberdade de expressão, são também um exercício legítimo de liberdade de expressão, que também tem o direito a ser defendido.”

Subscrevo integralmente os argumentos apresentados por Aguiar-Conraria e partilho da sua esperança, o desejo de aprendizagem. Todavia, apenas neste ponto, manifesto a minha preocupação. Particularmente, porque nem todos estão dispostos a aprender. E também existem aqueles, como os jovens bloquistas, que já aprenderam tudo.

Devemos ter sempre esperança, principalmente porque esta resiste até às últimas. Contudo, creio que neste caso, a esperança é vã. Está para além da redenção! Não há escolha possível. Entre esperança e coerência, o BE escolhe sempre os ditames da quarta internacional. Ou não fosse a ideologia, a esperança bloquista!

O custo da (in)decisão?

Esta entrevista ao escritor Rentes de Carvalho deve ser lida ao lado do último artigo de opinião do Pacheco Pereira, “O grande abandono“, de 11 de março.

Juntas, estas duas opiniões, possibilitam uma análise racional da realidade e das suas causas, cuja interiorização é essencial para se combater o populismo (que não é só de direita).

Os decisores políticos europeus contemporâneos, relativamente a assuntos potencialmente fracturantes, caracterizam-se por uma quase total apatia. Infelizmente, devido ao sucessivo adiar de decisões, esta ineficácia redundou na presente volatilidade social e identitária que assola a Europa.

Uma vez que nem a coexistência social, nem a política são estáticas, esperar que os assuntos se resolvam por si sós só revela falta de sensatez. Era bom que os nossos representantes políticos, a quem cabe a responsabilidade da decisão, percebessem duma vez por todas que a falta de acção será substituída por reacções, fortuitas e, geralmente, indesejadas. Principalmente, a nível eleitoral!

Existe, obviamente, um risco em posições como as defendidas por Rentes de Carvalho. Mas qual terá um custo maior? Fazer ou não fazer nada? Para além disso, o argumento é válido. Pode ser que determinados resultados eleitorais façam com que os decisores políticos abandonem certas inércias e passem a tomar medidas para resolver (alguns) problemas.

P.S. – um exercício análogo é uma leitura paralela dos livros de Samuel P. Huntington – O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial (1996), e de Amartya Sen – Identidade e Violência: A ilusão do Destino (2006).

Desavergonhados

Em 2008 um terramoto financeiro abalava o Mundo: o intocável e respeitado coordenador-chefe da NASDAQ Bernie Madoff, era acusado de mega fraude num esquema Ponzie. De ascendência judia, este talentoso corretor, percebendo a volatilidade dos mercados bolsistas, idealizou um esquema onde só haveriam ganhos sem riscos, prometendo 10% de retorno a quem investisse num Fundo […]

via Os Donos Disto Tudo — BLASFÉMIAS

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