Na base do conhecimento está o erro

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Para quem se iludiu!

antonio costa


Semipresidencialismo

Sabem o que é?

Semipresidencialismo é o sistema de governo que vigora em Portugal.

Ainda se lembram das responsabilidades e implicações inerentes ao mesmo?

Haja paciência!


Não se admire. Ao invés, recorde-se! (Do not wonder. Instead, remember!)

O Acordo de resgate negociado entre o governo grego (Syriza) e as entidades europeias (troika) será apenas debatido no parlamento de Atenas, i.e., sem ser votado pelos parlamentares.

Há quem defenda que esta decisão está relacionada com a oposição interna a Alexis Tsipras. Contundo, independentemente de a mesma se verificar, este tipo de postura nada tem a ver com a contestação dentro do Syriza. Não se surpreenda. Este é, pura e simplesmente, o comportamento típico das cúpulas da esquerda. É precisamente este tipo de postura que está no seu âmago.

Assim, como este é o habitual modus operandi e vivendi da esquerda, porque razão seria o Syriza diferente?

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The bailout agreement negotiated between the Greek government (Syriza) and the European entities (troika) will only be debated in Athens’ parliament, ie, without a parliamentary vote.

There those who defend that this decision is related with the internal opposition to Alexis Tsipras. However, regardless of whether its occurrence, this kind of attitude has nothing to do with the rising contestation within Syriza. Don’t be surprised. This is plain and simply the typical behavior of left leaderships: vote should be kept to a minimum.
It is precisely this kind of posture that is at its core.

Thus, as this is the usual modus operandi and vivendi, why should be Syriza any different?


União Cívica Democrática – um novo partido

UCD FN

Reafirmo o que anteriormente expressei: “Independentemente da sua posição no espectro público, qualquer iniciativa que venha contribuir para o aumento da participação cidadã na vida política do Estado deve ser realçada e até aplaudida”.
No contexto deste pressuposto, e apesar da União Cívica Democrática ser mais uma alteração duma entidade partidária já existente do que a constituição dum novo partido político, saúdo esta postura.

Infelizmente, a notícia aqui reproduzida, publicada ontem pelo i, peca por falta de rigor, estando, no mínimo, incompleta.
Sobre a mesma, observo o seguinte:

Em primeiro lugar, Fernando Nobre não se afastou a vida política após perder as presidenciais para o actual Presidente da República. Nas legislativas de 2011, Fernando Nobre foi cabeça-de-lista do PSD, e eleito deputado pelo círculo eleitoral de Lisboa. Renunciou ao cargo depois de não ter sido eleito Presidente da Assembleia da República.

Em segundo lugar, apesar de no dia 18 deste mês Fernando Nobre ter dado uma entrevista ao i, onde afirma estar disponível para uma eventual nova candidatura à Presidência da República enquanto expressa indisponibilidade para voltar a integrar novamente uma lista partidária (embora admita apoiar um partido que defenda os fundamentos da sua candidatura presidencial), a notícia não diz que Fernando Nobre está a formar um novo partido.  Assim, sendo este originado por iniciativa de apoiantes que integraram a rede de campanha porque razão não é o entrevistado, Artur Pereira,  ex-director nacional da candidatura de Fernando Nobre e principal responsável por toda a estrutura de campanha, que ilustra a peça?

Não sei se se existe intenção nestes pormenores. Provavelmente tratar-se-á dum mero esquecimento. Todavia penso que este tipo de circunstâncias pode permitir várias leituras e considerações e que, sobretudo, não augura um bom princípio para este projecto.

Finalmente, na minha opinião, também não é bom sinal o método utilizado. Indubitavelmente, a noticia refere um expediente legal. Contudo, esta escolha evita a recolha de assinaturas que a lei exige para a constituição de um partido político. Com isso, aumenta-se a distância para os cidadãos e perde-se uma importante fonte de aferição do interesse popular.

Significará esta opção falta de confiança?


Aposentado

José Magalhães, o tal que se referiu a um cidadão que prestava depoimento na Assembleia da República, como o “gajo”, já está aposentado desde Julho de 2011, recebendo pelo efeito € 2 196,45.


Promessas socialistas

Os socialistas gostam de afirmar que vão dar (quase) tudo a (quase) toda a gente:
Maiores subsídios, maiores pensões, maiores reformas, etc.
Nunca dizem é que precisam de MAIS IMPOSTOS para o fazer.

Fundo de Resolução, entidade de direito público

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“O Fundo de Resolução foi criado pelo Decreto-Lei n.º 31-A/2012, de 10 de fevereiro, que veio introduzir um regime de resolução no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei nº 298/92, de 31 de dezembro.

O Fundo de Resolução é uma pessoa coletiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira, tem a sua sede em Lisboa e funciona junto do Banco de Portugal.”