Na base do conhecimento está o erro

valores

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 2017

Rui moreira 10 junho 2017

Foto: José Coelho/Lusa

 

Na abertura das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a alocução do anfitrião das mesmas, Dr. Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto.

Um excelente discurso, que muito honrou os portuenses e os portugueses.


Islam is peaceful religion. To whom?

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It’s possible to watch several videos on the internet, mainly in social networks, advocating religious positions. There´s one, in particular, that tries to provide a defense of Islam as a peaceful religion (and, so far, I’m not arguing otherwise), stating that the word “jihad” is only 41 times written in the Qur’an, while the words “mercy”, “peace” and “compassion” are mentioned 355 times.
Unfortunately, this video is nothing but propaganda. It’s just a tool seeking to justify Islamic terrorism and to radicalize more people.

How many times is the word “jihad” written in the Qur’an is irrelevant. Ideally, it should never be mentioned, but arguing that Islam is a peaceful religion only because “jihad” is three times less mentioned than “mercy”, “peace” and “compassion” it’s a fallacy. And why?

The Qur’an isn’t the only source of religious law to Muslims. The Sunnah, the Hadith, the Fatwa also are mandatory and Muslims are required to obey them. As such, considering these other sources of Muslim law, one must ask how many times is the word “jihad” written on the Sunnah, on the Hadith and on the fatwa(s)?

A reference to Muhammad’s life and the writing of the Qur’an has to be made because both are inseparable. We know that Muhammad lived in Mecca, where he was born, and then emigrated to Medina (June 622). Mohammad wrote suras in both cities.  However, there’s a huge difference between these suras, both in form and in content or substance. 

In Meccan suras, Mohammed respects the Bible. Yet, in the Medinan suras, one can observe a deflection Mohammed’s attitude because there are numerous passages that warn Muslims to avoid the Jews and Christians. Moreover, while Meccan passages generally speak to the prophet himself or to the people, the Medinan passages are quite often addressed to his followers. And we also know that Meccan suras were overturned by the more recent suras (Medina) changing the Qur’an’s core message.

Islam may even be a peaceful religion. But, only for the faithful. At least, in principle (notwithstanding the pattern of behavior show otherwise). To everyone else, it’s intransigent and intolerant. And the Qur’an is quite clear about that!

The Qur’an can determine the conduct of Muslims, but who chooses the path to Allah are Muslims themselves. This can, eventually, represent another possibility. Nonetheless, the probability is low.

In Islam there’s no real separation between state and religion. Additionally, most people tend to forget that, unlike the other two main religions,  the Qur’an (as well as the Sunnah, the Hadith, the Fatwa) doesn’t only regulate religion and religious behavior. No. All aspects of life in society, including the juridical level, are regulated by them.

That said, one doubt remains. Can Muslims coexist with other faiths? Can Muslims live in western countries?

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P.S. – I’ve read: The Shruti, The Tripiṭaka, The Hebrew Bible, The Talmud, The Christian Bible, The Dao de Jing, The Analects of Confucius, The Qur’an, The Guru Granth Sahib and the Zend Avesta.

I’m not saying that I’m an expert in these holy books, but, at least, I read them.


“Cansado de ser Charlie”

Luís Aguiar-Conraria está cansado de ser Charlie. E escreveu um excelente artigo para o expressar, onde expõe os seus motivos e o porquê de ser um defensor da liberdade de expressão e a razão de defender determinadas posições ou, pelo menos, a necessidade de tal defesa. Luís Aguiar-Conraria revela trilhar um caminho, longínquo, pleno que brilhantes pensadores que desde logo perceberam que não pode haver liberdade sem pluralidade, sem diversidade, sem contraditório.

“(…) Devo dizer que as indignações das redes sociais, que tanto incomodam alguns dos defensores à sacrossanta liberdade de expressão, são também um exercício legítimo de liberdade de expressão, que também tem o direito a ser defendido.”

Subscrevo integralmente os argumentos apresentados por Aguiar-Conraria e partilho da sua esperança, o desejo de aprendizagem. Todavia, apenas neste ponto, manifesto a minha preocupação. Particularmente, porque nem todos estão dispostos a aprender. E também existem aqueles, como os jovens bloquistas, que já aprenderam tudo.

Devemos ter sempre esperança, principalmente porque esta resiste até às últimas. Contudo, creio que neste caso, a esperança é vã. Está para além da redenção! Não há escolha possível. Entre esperança e coerência, o BE escolhe sempre os ditames da quarta internacional. Ou não fosse a ideologia, a esperança bloquista!


“Alternative facts” strikes back (again)!

Trump wiretaps

Sean Spicer just said President Trump wasn’t referring to wiretapping when he tweeted about “wires tapped”. According to the White House Press Secretary, “wire tapped” doesn’t have anything to do with wiretapping.

It’s just a mere “alternative fact”, one with the potential to become a fake news.

Furthermore, despite having used the following expression “Bad (or sick) Guy!”, he (Trump) also wasn’t referring Obama personally. No, Trump meant to say the Obama administration. In both cases!

Two observations must be made:

First, if Trump doesn’t know how to correctly write what he wants or desires, I wonder why he still uses twitter? If he isn’t capable of doing it in 140 characters …

Secondly, what is the extent of Sean Spicer’s linguistic knowledge? And why does he persists in pushing “alternative facts”?


Turkey vs Netherlands

I do not advocate, uphold or support the far right. In fact, I do not advocate any kind of extremism. However, I do not forget that Erdogan is also an extremist and an autocrat.

And this Erdogan’s Turkey!

Erdogan vs nazis 2


Mónica Ferro

monica-ferro

Soube-se hoje que a Mónica Ferro, após vencer  um concurso com mais de 100 concorrentes, foi nomeada directora europeia do fundo das Nações Unidas para a população. Ou seja, é única e exclusivamente devido ao seu mérito, e sem qualquer tipo de favores políticos, que a Mónica Ferro ascende ao importante cargo de Directora da Representação Regional em Genebra do Fundo das Nações Unidas de Apoio à População.

Conheci a Mónica Ferro em 2006, quando frequentamos juntos o curso para Auditor da Defesa Nacional. A empatia e o respeito foram imediatos e recíprocos. A Mónica é uma pessoa altamente qualificada, inteligente, motivadora e, sobretudo, integra que vai agora dirigir uma causa em que sempre acreditou.

Não posso estar mais orgulhoso. Para além se ser  integralmente merecido também é o reconhecimento de alguém que sempre acreditou nestes valores e a quais se dedicou toda a vida.

Mónica, não tenho a menor dúvida que vais contribuir para a diferença e que o irás fazer de coração aberto.

Obrigado!


Dos aprendizes de feiticeiros: não há polémica na CGD, como sempre o afirmamos!

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Esta interpretação da lei (sim, a lei sempre foi, é e será uma questão de interpretação), nos antípodas do que era a sua intenção original e que salienta a incapacidade de quem a elaborou, ainda vai ser utilizada como o argumento redentor. Não deve tardar muito.

Ainda vamos ver o Galamba e correligionários a defenderem que esta foi, desde o inicio, a estratégia do governo e que era tão boa que até o António Domingues enganou

Usualmente, aqueles que são incompetentes, e sem aptidão ou imaginação para resolver os problemas, não têm vergonha na cara.