Na base do conhecimento está o erro

valores

Corrupção? Impunidade?

Paulo Brito Costa

Paula Brito Costa da Raríssimas

Impunidade? Corrupção?

Haja paciência. São ambas raríssimas em Portugal.

Isto é uma manifestação da força do socialismo, exemplificada pela presença de socialistas que, apenas por mera coincidência, são membros do governo e/ou deputados(as).

 

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At the end of the line

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The President of a country, whatever it may be, must, first and foremost, always keep in mind the fundamental text that regulates the society to which it belongs. If this condition already is essential for a citizen, as holder of a public office the observance of constitutional precepts acquires an increased responsibility. Furthermore, the Constitution must not only be known but must also be respected regarding political action and the conduct of the executive branch.

Secondly, it is becoming increasingly clear that the Americans chose as President a citizen who is unaware of the Constitution’s contente.
Donald Trump not only disrespects the US Constitution, but also attacks the values that have always characterized the United States.

One must ask: Is this the new America?

Freedom requires plurality and divergence of opinion.

Decidedly, Trump has a distorted notion of what freedom is and what should be the behavior of a President

And, unfortunately, in the United States, the spirit of democracy is getting darker and darker.

 


25 de Novembro de 1975

R Eanes Jaime Neves

Ramalho Eanes e Jaime Neves

 

Faz hoje 42 anos que Portugal se tornou uma democracia.

Muito se deve a estes dois Homens!


Do esquema socretino

Esquema Sócrates.jpg

Milhões. Falamos de milhões!


Negligência? Sem qualquer dúvida!

Bombeiros de rastos

A imagem fala por si mesma.

Mais palavras seriam desnecessárias. Mas os tempos que estamos a viver não são normais. E os que agora estão silenciosos merecem a nossa voz. Merecem que as nossas lágrimas tentem acalmar os seus gritos de desespero.  Merecem que alguém afirme que não deram o último suspiro de devoção em vão. Merecem a nossa memória. E, acima de tudo, merecem que os responsáveis, aqueles que foram mandatados para zelar pela sua segurança, e a dos demais cidadãos, nunca mais os esqueçam!

Assim, hoje, as palavras são mais do que necessárias. São uma exigência.

A falta de responsabilidade dos nossos governantes é gritante. Afirmam ser responsáveis e responsabilizáveis. Mas as palavras que expressam são ocas, vazias de intenção. Ainda por cima, reagem como se eles é que fossem as vítimas. As suas prioridades governativas estão invertidas. Governam e tomam decisões sem qualquer conhecimento da realidade, fazendo fé em relatórios que lhes são entregues sem reflectir sobre o conteúdo dos mesmos. E exigem-nos a mesma fé. A mesma cegueira. A mesma irresponsabilidade da certeza absoluta não permitindo quaisquer questões, pois as mesmas são incompreensíveis uma vez as suas certezas são inquestionáveis.

Infelizmente, quando a realidade se manifesta, suplantando as condições ficcionáveis que sustentam o mundo paralelo onde imaginam viver, são incapazes de reagir, sobrando apenas o desenrolar da tragédia onde soçobram as cinzas dos sonhos.

Felizmente, não somos como eles. Não aspiramos a ser deuses. Erramos e temos consciência da nossa condição. Talvez por isso temos a capacidade de aprender com os nossos erros. Talvez por isso saibamos que a procura de soluções é baseada em valores e que nenhuma resposta será transversal enquanto a ideologia sustentar a escolha.

Existirá na acção dos nossos governantes negligência? É evidente que sim. E grossa! Mas nós também não estamos isentos de culpa. Gostemos ou não, as decisões em democracia representativa são mais determinadas por aquilo que os cidadãos fazem do que pela acção dos seus representantes eleitos.

Por isso, como cidadão, não voltarei a ser negligente. Farei uso de todos os meios disponíveis ao meu alcance para controlar os meus representantes eleitos. E o primeiro desses instrumentos é a pergunta.

Não posso obrigar os nossos governantes a aceitarem as suas responsabilidades. Tal imperativo depende da consciência de cada um. A minha já fez a sua escolha.


Entrevista pós-acusação (7)

Um empréstimo de 600 mil euros

sem qualquer tipo de registo e de juros é trivial.

Acontece todos os dias!

 


Entrevista pós-acusação (6)

“Tenho uma relação institucional com Ricardo Salgado”

José Sócrates

Agora também é judicial!