Na base do conhecimento está o erro

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“A questão da «TSU» é política””

“António Costa e o PS devem reflectir seriamente sobre os aliados de que se rodearam, pois se estes não cedem desta vez na questão na TSU, o melhor é o Governo preparar-se para uma nova crise da dívida.”

“Se o Governo não fosse uma geringonça, a esta hora era António Costa quem exigiria ao PCP e ao BE que deixassem passar a alteração da TSU. E se estes se recusassem a tal, ou o primeiro-ministro se demitia ou um Presidente da República menos passivo que o actual, perante o oportunismo do PS, tinha aí um bom motivo para convocar eleições.”

Artigo de opinião de Manuel Villaverde Cabral (aqui).

 


“Caça ao Coelho”

“Nunca o diabo esteve tão próximo. Na verdade, o grande defeito de Passos Coelho é, ao mesmo tempo, simples e difícil de superar: ninguém quer que ele tenha razão.”

Artigo de opinião de Luís Aguiar-Conraria (aqui)


A nova luta de classes

Economica vs Executiva

ou não olhes para o que faço. Ouve o que te digo!


Do Contrato Social grego

Segundo a ministra-adjunta das Finanças grega, Nadia Valavani, as dívidas ao fisco e à segurança social na Grécia elevam-se a 76 mil milhões de euros, mas, realisticamente, apenas nove mil milhões de euros podem ser recuperados, ou seja, 11,6% do total.
Entre 1998-2002, frequentei e terminei uma licenciatura em Estudos Europeus. Fiscalidade na União Europeia I e II foram duas das disciplinas curriculares do curso e posso afirmar que já em 1998, dois em cada três gregos (ricos e pobres) não pagavam impostos. Reafirmo que enquanto não conseguirem cobrar e/ou fazer com que os gregos paguem impostos, não há quem os salve. O problema da Grécia é muito mais endógeno do que exógeno.
Até compreendo as razões que estão na base desta decisão. Claro que as mesmas terão consequências. E estas poderão ser intermináveis enquanto não for ensinado ao povo grego o significado de contrato social.
P.S. – A Troika emprestou a Portugal 78 mil milhões de euros

Quando a Grécia vetou a entrada de Portugal (e da Espanha) na CEE

No dia 5 de Dezembro de 1984, uma das manchetes do Diário de Lisboa era:

“Chantagem em torno da adesão de Portugal e da Espanha.
Grécia quer 700 milhões de contos
em troca do alargamento da CEE”

Jacques Delors negociou um pacote de medidas beneficiando a Grécia. Alguém sabe, ou lembra-se, quem pagou o montante que permitiu a adesão dos países ibéricos à CEE?

“But West Germany linked its acceptance of that plan to a successful conclusion of the negotiations with Spain and Portugal, saying it would refuse to pay more unless the 10 members agreed to admit the two countries at the start of next year. “

Haja memória!


Fundo de Resolução, entidade de direito público

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“O Fundo de Resolução foi criado pelo Decreto-Lei n.º 31-A/2012, de 10 de fevereiro, que veio introduzir um regime de resolução no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei nº 298/92, de 31 de dezembro.

O Fundo de Resolução é uma pessoa coletiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira, tem a sua sede em Lisboa e funciona junto do Banco de Portugal.”


Insanável é o futuro de Portugal!

!

Se a alternativa são homens como este,

insanável é o futuro de Portugal!

A práxis política portuguesa não evidência qualquer tipo de aprendizagem. Portanto, não é de estranhar que a população, ou grande parte dela, imite este tipo de comportamento:
Nada do que os outros fazem é positivo. Só o que eu faço é que está bem.

Seguro não concorda com nada do que o Governo fez e, como tal, as divergências são inultrapassáveis. Quando, eventualmente, for governo a mesma postura permanecerá a regra.

Portugal não terá futuro enquanto os líderes partidários defenderem e utilizarem processos binários de sim ou não, comigo ou contra mim. Este tipo de prática política não nos permite o presente quanto mais o futuro.

P.S. – Será o insanável irrevogável?