Na base do conhecimento está o erro

Posts tagged “falta de vergonha

Sem qualquer dúvida

Dois burgueses. Jamais fizeram ou conseguiram representar o proletariado. Dois manipuladores oportunistas. Nada mais, nada menos.


Arraial Portugal

Pode-se sempre contar com Ferro Rodrigues.

Toca a ser felizes.


Der Kommissar

Para se celebrar o cinquentenário do 25 de Abril, vai ser necessário mais tempo do que aquele que foi despendido a planear e a executar a revolução.

Podem pensar que Pedro Adão e Silva é o mais novo capitão de abril. É um erro. Na realidade é um general. Com motorista (talvez o Pedro Marques Lopes?) e tudo.

Eis a bazuca em acção.

Ah, sim, mais uma escolha sem escrutínio ou concurso.


Reformas

É preciso dizer mais?


Pedro Nuno Santos, o visionário

Vamos lá ver se nos entendemos…


Paguem mais impostos. O Louçã precisa.

Francisco, tele-evangelista, Louçã não consegue esconder o que deseja. Prestem atenção. Prestem bem atenção.

Desenganem-se aqueles que acreditam no BE. Louçã, e as acólitas, não quer que vocês decidam. O que quer são servos e obediência cega.


Tudo pronto para o Verão

Só mesmo com ironia e sátira.

Haja paciência.


A esquerda combate a corrupção

Retirado da capa do Público 12/05/2021

Depois das críticas que a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção 2020-2024 foi alvo, principalmente por não considerar o enriquecimento ilícito e por ter deixado cair as mudanças no Tribunal Central de Instrução Criminal, o Governo disse que daria atenção as observações públicas de desagrado por estar comprometido com o objectivo de mais transparência e com as práticas de boa governança.

Não tenho a menor dúvida que é por essa razão que o regime de prevenção da corrupção isenta políticos e órgãos de soberania.

É inquestionável que a opinião de Cândida Almeida – “Portugal não é um país corrupto” -, em que os conceitos conceito sociológico, ético-político e as coisas afins não têm materialização ou aplicação jurídica, principalmente quando enquadradas e praticadas pelos decisores públicos ou, se preferirem, pelos decisores políticos eleitos e/ou nomeados, opinião que foi apoiada e suportada pelos actos de Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento, é hoje doutrina oficial dos governos socialistas.

Posso estar enganado, mas parece-me que estas opções pouco diferem daquilo que era a postura característíca do Estado Novo relativamente à corrupção e que a esquerda portuguesa, incluindo o PS, tanto criticou.

Post-Scriptum: Espero, sinceramente, que a notícia do Público não se venha a confirmar.


Com o dinheiro dos contribuintes

Da pouca vergonha e da conivência socialista.


Doses socialistas


O regresso da censura?

Não é compreensível que um documento com um artigo destes esteja a ser discutido no Parlamento. E vai ser aprovado.


A TAP é do Pedro Nuno Santos

Pode ser uma imagem de texto que diz "EMPRESAS PÚBLICAS Depois dos acordos de emergência, TAP segue para a redução do número de trabalhadores Esta sexta-feira, a empresa viu serem validados os dois últimos acordos de emergência que estavam em aberto. Falta agora fechar o pacote de medidas voluntárias e dehnir se avança para um despedimento colectivo, e qual será a sua dimensão. Luís Villalobos 28 de Fevereiro de 2021, 6:08 Recebernotificações"

Pedro Nuno Santos, o guru do neo-socialismo, depois de desperdiçar mais dinheiro na TAP, vai despedir trabalhadores. Porquê?
Porque pode e por se estar a lixar para eles.

No neo-socialismo, os empregos são do governo e os trabalhadores não bufam.


Antes & Depois

Pode ser uma imagem de 3 pessoas, pessoas em pé e texto que diz "SLC Antes VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 COVID EDIÇÃO NOITE GOVERNO MANTÉM OBJETIVOS DO PLANO SIC nOTIGI 13:01 REPÚBLICA PORTUGUESA TEGMBND.COMSCON शOग. Depois SAÚDE SAUD MÚDE HIORANA AUDL TESTAGEM EM MASSA NÃO AVANÇA .Primelro, imeiro Jornal ALTERAÇÃO DO CRITÉRIO FOI ANUNCIADA HÁ SEMANAS Não há antes nem depois. Nunca houve. Ο governo nunca teve qualquer plano para testagem em massa!"

A opção do governo pela mentira é recorrente e inegável. Também é cada vez mais indisfarçável.

Lamento profundamente que o Primeiro-ministro e os seus colegas de governo sejam incapazes de demonstrar humildade, de reconhecer as suas limitações e os seus erros de gestão, preferindo a arrogância e o alimentar da ilusão.

Mas não me surpreende que o façam. Mais. Vão continuar a mentir aos portugueses.

É preciso mudança.


A esquerda apela à censura

O esquerda veio a “Público” exigir respeito pela democracia. Para o efeito, defendem a censura às posições com as quais não concordem. Para os signatários desta carta, não existe democracia com liberdade de expressão. Aliás, é inaceitável que seja permitido às pessoas pensarem pelas suas cabeças. As pessoas são estúpidas e necessitam de ser doutrinadas pelo Estado. Mas não pode ser como acontecia no Estado Novo. Não. O ideal é que seja como foi feito no regime comunista leninista-estalinista da ex-URSS.

Vejamos alguns dos subscritores:

Eduardo Paz Ferreira, marido de Francisca Van Dunem, é um dos ComPrimos. Só em contratos com entidades públicas controladas por socialistas, a Eduardo Paz Ferreira & Associados – Sociedade de Advogados, RL já facturou mais de 620.500,00 €.

Isabel do Carmo, fundadora das Brigadas Revolucionárias, uma organização terrorista que defendia um diálogo explosivo, foi recentemente reabilitada.  Admitiu o transporte de explosivos sem nunca os ter deflagrado. Algo de que se arrepende.

Rita Rato é uma licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais que foi incapaz de dizer o que era um Gulag. É preciso mais?

Tiago Rodrigues faz parte da vaga de bloquistas que se infiltrou no PS. Encenador, é o autor da peça “Catarina e a beleza de matar fascistas”, expressão que assumiu não ser figurada, e que se traduziu num mero incentivo ao ódio. Tudo pago com o dinheiro dos contribuintes.

Vasco Lourenço, um dinossáurio que ainda suspira por uma ditadura de esquerda em Portugal, não surpreende. Estamos a falar de alguém que queria substituir os censores da comunicação social por militares armados.


PRR – Draft.

Resultado de imagem para prr

Não é possível deixar de notar que só depois de ter sido obrigado pela Comissão Europeia, e mesmo assim a muito custo, é que o Governo partilhou o PRR para a devida consulta pública. Sabemos que a verdadeira intenção é apenas cumprir um formalismo, porque se o Governo estivesse realmente interessado em contributos não o teria feito só agora.

Seja como for, fizemos um esforço para fazer uma leitura do documento. Gostamos especialmente desta parte: “O presente documento constitui uma síntese da versão atual do PRR e tem como principal objetivo servir de suporte a uma nova audição pública e dos principais stakeholders, previamente à submissão formal do Plano à Comissão Europeia. Esta síntese contempla a globalidade dos elementos da versão mais atual do PRR com exclusão de alguns elementos técnicos ainda em elaboração, nomeadamente os relativos aos custos e a alguns marcos e metas”.

Estamos, portanto, perante um upgrade incompleto do plano Costa e Silva com alguns números e gráficos que não correspondem ao que será feito, pois os custos, marcos e metas ainda estão a ser elaborados.
É isto que o Senhor Primeiro-ministro quer colocar à consulta pública? Um plano sem metas definidas?

De qualquer maneira, após a leitura do documento, fiquei com a ideia que finalmente o PS vai dar cumprimento às promessas eleitorais das legislativas de 2009, 2011, 2015 e 2019.

Mas, e o Portugal de 2021?
Vivemos noutro tempo e as necessidades são outras. A economia não interessa? Os agentes privados não interessam?

Não precisamos de mais um orçamento para a administração pública, especialmente um que comtempla medidas que já deviam estar realizadas.

Não é difícil perceber o que vai acontecer à bazuca. Nem que não será o país a ganhar com a mesma.

O PRR é uma mão cheia de mais Estado. Não passa disso.


Das eminências pardas – Pacheco Pereira

Quando as eminências pardas deste regime – regime que já não é completamente democrático – especialmente aquelas, como José Pacheco Pereira, que, aguardando ansiosamente pelo regresso do bloco central, se movem nas tenebrosas zonas cinzentas do pântano e, esquecendo-se das suas próprias palavras, fazem uso das tácticas da esquerda (talvez um regresso ao passado?) para atacar a Iniciativa Liberal, dizendo que o ataque não é um ataque, só provam que estamos no caminho certo.

Que não haja engano. Não estamos disponíveis para pactuar com as políticas e os compromissos que arruinaram Portugal e que continuam a aumentar a pobreza.


Da desonestidade socialista

A propaganda socialista está em pleno vapor. A falta de rigor também.

Reparem nisto. Entre 3,44 e 3,21 a diferença é de 0,23. Porém, se olharmos para o efeito visual parece que estamos a ver uma diferença duas vezes superior.

Para além disso, como é apenas indicada a média da UE, quantos Estados-Membros estão com performances acima da nossa?

Finalmente, imaginem onde estaríamos sem as vacinas às Begonhas, às Natividades, às Isildas, aos Calixtos e afins socialistas?

São incapazes de serem rigorosos e verdadeiros. A mentira é integralmente compulsiva.

Post-Scriptum: a este ritmo, quanto tempo é necessário para que Portugal esteja imunizado?


Ana Gomes e a intolerância

Ana Gomes (12,97%) e André Ventura (11,9%) no debate da campanha às Presidenciais
ANTÓNIO COTRIM/Lusa

Ana Gomes milita no PS desde 2002. Mas nunca esqueceu as suas raízes revolucionárias. Acredito que para algumas pessoas, mesmo após o tempo ter demonstrado a inconsistência e a invalidade de algumas ideias, seja, como fervorosos e inquestionáveis crentes, difícil abandonar os evangelhos de Mao Tse Tung e Enver Hoxha.

Preocupada com a ditadura de direita, mas incapaz de agir contra aqueles que defendem (e ainda suspiram por) uma ditadura de esquerda, Ana Gomes apresentou uma participação na Procuradoria-Geral da República para extinguir o Chega. Não há nada que o impeça (talvez o bom-senso?), mas ao fazê-lo, Ana Gomes só demonstra o seu sectarismo e intolerância. Nada que não seja característico dos intransigentes da esquerda, que, não apoiando o pluralismo, só aceitam que as coisas sejam com eles acham que devem ser. A esquerda não é apenas democrática. Também existe uma esquerda totalitária, de onde Ana Gomes é oriunda, que despreza os valores da democracia e que também não devia ter lugar num regime democrático.

E não deixa de ser curioso que Ana Gomes questione o discernimento e a capacidade dos juízes do Tribunal Constitucional. Esta instituição é um dos últimos resquícios do PREC.

Ora, eu não sou um apoiante do Chega, partido que defende ideias contrárias aos valores e princípios duma democracia liberal. Na representação desse sentido, o Chega é equivalente ao PCP e ao BE, estando apenas situado nos antípodas do espectro político. Nenhum extremo é desejável. Mas, à semelhança dos partidos da extrema esquerda, o Chega, que deu cumprimentos aos formalismos e requisitos para o efeito, e tendo sido reconhecido como tal, tem o direito a ser um partido político.

Ana Gomes não devia ter problema com a argumentação e o contraditório. Não são as jogadas de secretaria ou as proibições que resolvem as discordâncias, principalmente as políticas.

É através das ideias, pela formulação de argumentos, que se combatem os adversários políticos. Especialmente os que representam extremos.


Cristina Gatões e a odisseia SEFiana

Cristina Gatões, a ex-Directora Nacional do SEF, apesar de ter aguentado 9 meses no cargo, acabou por não resistiu ao caso Ihor Homeniuk. Ainda bem. A morte deste ucraniano é um dos episódios mais tristes e sórdidos da história da III República Portuguesa, apenas comparável aos relatos dos procedimentos que eram utilizados pela PIDE-DGS.

Note-se que no meio de todas as rocambolescas fases deste caso, Cristina Gatões acabou por não esclarecer cabalmente o que se passou. Agora, num passe de mágica, está de volta ao SEF para, aparentemente, gerir o dossier dos vistos gold.

Eis o que penso sobre o assunto.

Eduardo Cabrita não queria demitir Cristina Gatões (não vou especular sobre as razões). Foi obrigado a fazê-lo. Entretanto, arranjou forma de a manter no SEF, agora como assessora do novo Director-Geral. Porém, na prática, quem continua a gerir o SEF é Cristina Gatões. O tenente-general Botelho Miguel, que a substituiu, é que faz a assessoria.

Duas curiosidades deste caso: Primeiro, 9 meses para despedir a Gatões, 1 mês para voltar a contratá-la; Segundo, é no dia que os 3 inspectores do SEF foram acusados por homicídio qualificado que se sabe que Cristina Gatões tinha voltado ao SEF.


Um retrato

Um retrato do país hoje. Vai ficar pior. Infelizmente. Tudo gerido por um governo que mente. Mente compulsivamente, incapaz de aceitar qualquer observação ou critica por mais construtiva que seja. E será neste registo que a governação continuará.

Que haja quem apoie o governo não me admira. O que me espanta, perante a evidência do falhanço da gestão de António Costa, é o silêncio generalizado dos socialistas.

Contudo, em boa verdade, tal não me surpreende. O PS está quase como o PCP no que respeita ao pluralismo interno. São poucos aqueles que questionam o líder do partido porque o silêncio compra lugares elegíveis na próxima eleição. Como tal, não há pressão interna para fazer melhor. Para azar do país, este compadrio silencioso que grassa no PS também revela a fibra dos futuros líderes socialistas, potenciais futuros governantes.


Culpa e Responsabilidade


Diferenças


Sociais-democratas à esquerda do PCP.

As acólitas de Francisco “Tele-evangelista” Louçã – o homem que aderiu à Liga Comunista Internacional (LCI), partido político (fundado em 1973) de matriz trotskista que se declarou como a secção portuguesa da IV Internacional, e que em 1978 se fundiu com o partido revolucionário dos trabalhadores (PRT), originando, um ano depois, o partido socialista revolucionário (PSR), – Catarina Martins e Marisa Matias são sociais-democratas.

Tinha a ideia de que os trotskistas, à semelhança do que Marx tinha afirmado, defendiam a mudança da sociedade pela via da revolução, preferencialmente permanente, desprezando a via evolucionária e reformista preconizada por Ferdinand Lassalle (fundador da social-democracia), que foi revista e aperfeiçoada por Eduard Bernstein.

Este tipo de contradições não é novidade nos bloquistas. Se tiverem de renegar aquilo em que acreditam, fazem-no sem qualquer problema. Há uma divisão essencial no socialismo: os que são democratas e os que são totalitários. Um dos fundamentos para essa divisão reside precisamente na forma de mudança da sociedade. A social-democracia é democrática, o trotskismo não.

Recorde-se que Francisco “Tele-evangelista” Louçã, juntamente com o seu camarado Luís Fazenda, depois de eleitos para a Assembleia da República, fizeram uma birra por quererem sentar-se à esquerda do PCP. Pouco tempo depois, a 21 de julho de 2005, numa entrevista ao Público, Francisco Louçã afirmou que queria ser uma alternativa ao governo socialista, ou seja, ao PS. Contudo, na mesma entrevista Louçã definiu o BE como “socialista do século XXI”. E que tipo de socialismo defende o BE? Segundo o próprio tele-evangelista, pela radicalidade e transformação política consistente com o posicionamento do BE à esquerda do PCP (2 de março de 2008, DN).

A social-democracia não fica à esquerda do PCP. Fica à direita do PS. O tele-evangelista e as suas acólitas sabem-no perfeitamente. São hipócritas, desonestos e populistas, disponíveis para serem o que for necessário ser para terem mais um voto.

Ao fazê-lo demonstram toda a sua incoerência face ao que defendem ideologicamente.


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Ser ou não ser … explosivo