Na base do conhecimento está o erro

Posts tagged “falta de vergonha

Para memória futura … e não só!

business Lacerda

.

Para aqueles que não se recordam, António Costa e Lacerda Machado tiveram um papel essencial na decisão da compra dos equipamentos – Kamov e SIRESP – que, este ano, voltaram a falhar.

O contrato de aquisição do SIRESP, previa, na cláusula 17.2, motivos ou razões para a falha do sistema, os quais, segundo o disposto na cláusula 17.3, exoneravam o fornecedor das suas responsabilidades.
Mesmo reconhecendo que existe sempre um factor de imponderabilidade, esta cláusula configura uma verdadeira contradição de termos porque o que estava a ser adquirido era um sistema de comunicações que também funcionasse em situações de emergência e, especialmente, neste âmbito. No entanto, tanto os responsáveis da tutela governativa como os seus representantes, aceitaram esta cláusula de desresponsabilização.

Resumindo, o Governo português comprou um sistema de comunicação que devia funcionar em qualquer situação, especialmente em caso de emergências, mas que já previa a possibilidade de não funcionar quando seria mais necessário, i.e., em cenários de emergência.

E não pode responsabilizar o fornecedor …
Há quem considere isto normal. Eu não partilho da mesma opinião.

P.S. – Não consegui apurar se alguma vez foi invocada a figura legal prevista no ponto 51.2 do contrato. Principalmente, quanto à cláusula 17.2.

P.P.S. – o meu obrigado ao Rui Carmo e Carlos Guimarães Pinto.

 


Inovações tecnológicas socialistas ou simples manipulação de dados?

descargas electricas

 

O governo português desenvolveu novas capacidades e já consegue controlar as descargas eléctricas.

Infelizmente, os incêndios continuarão a ocorrer, mas parece que a electricidade vai passar a ser grátis.

Repito, parece. Ainda não há certezas.

Entretanto os milagres acontecem … no site do IPMA.

 


Da previsibilidade, responsabilidade e dignidade

Incendio Pedrogao

 

Segundo uma determinada cartilha, os incêndios são imprevisíveis. No entanto, todos os anos os incêndios flagelam Portugal. Sim, é certo que existirá sempre um elemento de imprevisibilidade, que pode ser minorado, dependendo da conjugação das características geográficas e das condições atmosféricas. Este tipo de circunstâncias influência a janela de oportunidade relativa à utilização dos meios, particularmente, os meios aéreos. Em todos os incêndios existe, maior ou menor, uma janela de oportunidade. O que poderá fazer a diferença é a quantidade dos meios disponíveis no momento.

Há onze anos, António Costa, à data Ministro da Administração Interna do XVII Governo Constitucional, no âmbito da reforma que realizou, decidiu comprar meios aéreos – Kamov – e implementar um novos sistema de comunicação – SIRESP – que seriam utilizados na gestão de situações como as que ocorreram nos últimos dias. Ora, os custos e os sucessivos falhanços destas duas opções dispensam palavras. Para aqueles que não sabem, até 2016, só o custo dos Kamov (348 milhões de euros) representa uma quantia dezassete vezes superior ao que se gasta por ano na prevenção dos incêndios florestais (refira-se, apenas por curiosidade que Lacerda Machado foi júri no concurso internacional que decidiu a compra destes equipamentos).

A estratégia que vigora em Portugal está sustentada em três vectores: a vigilância e detecção (GNR); a prevenção, (Instituto da Conservação da Natureza); e o combate (Autoridade Nacional de Protecção Civil). Infelizmente, negligencia o valor do conhecimento florestal. E, quando algo corre mal. a culpa é empurrada até morrer solteira.

Curiosamente, apontando um caminho distinto, há onze anos também foi feita uma proposta para um Plano de Defesa da Floresta contra Incêndios. Esta proposta privilegiava o conhecimento florestal como meio de análise para a tendência de progressão do fogo, favorecendo uma prática de antecipação em detrimento duma postura de perseguição que, devido à decisão de dar prioridade ao combate, tomada por António Costa e a sua equipa em 2006, é o que se verifica actualmente.

Em 2016, duas posições contraditórias são de salientar. Enquanto Ascenso Simões, Secretário de Estado de António Costa no Ministério da Administração Interna (2006), reconheceu que a preferência pelo combate aos incêndios foi um erro, o Primeiro-Ministro fez precisamente o contrário. Para além de ter afirmado que “não é por haver vento ou calor que há incêndios”, como se apenas o comportamento humano fosse a única causa dos incêndios, ainda acrescentou que considerava ser “necessário fazer na floresta o que há dez anos fizemos na protecção civil”. De todas as reformas que António Costa fez, a da protecção civil foi a pior e mais onerosa.

No ano passado, o Primeiro-Ministro responsabilizava o comportamento humano. Este ano, acusa o clima, i.e., a “trovoada seca” (seja lá o que isso for), a GNR, a protecção civil, etc. Enfim, António Costa acusa tudo e todos, menos o decisor político.

Felizmente para nós, pessoas como, entre outros, o Paulo Fernandes e o Henrique Pereira dos Santos, apesar de andarem quase a pregar no deserto, persistem na mudança de paradigma. Infelizmente para nós, decisores políticos como António Costa não ouvem nem acreditam nas evidências. Fazer a mesma coisa repetidamente esperando resultados diferentes é a definição de insanidade. António Costa persiste na mesma metodologia há anos e continua à espera de resultados distintos.

Luto nacional? Acho muito bem. Honrar as vítimas? Ainda mais. Manter os pressupostos? Inaceitável! Senhor Primeiro-Ministro, voltar a defender um modelo que não funciona é indesculpável. É dizer que não está disponível para reconhecer os seus erros e, pior, que tudo irá ficar como estava. Para honrar as vítimas dos incêndios, é urgente reflectir, reconhecer os erros e ter humildade para os corrigir.

No meio disto tudo, há quem defenda que é falta de respeito apurar as responsabilidades agora. Que esse apuramento deve ser mais tarde. Eu pergunto: quando? No inverno, quando o Governo andar à deriva com as cheias? Que vão passear! Falta de respeito, pelas vítimas de ontem, hoje e, sobretudo, de amanhã é assobiar e olhar para o lado como se o único responsável fosse o clima.

Não exigir responsabilidades já se tornou um hábito português. Há sempre qualquer razão que o impede. É de estranhar que o decisor político nunca tenha culpas, nem que nunca assuma as suas responsabilidades?

Ao menos, a Leonor Beleza e o Jorge Coelho assumiram as responsabilidades políticas e demitiram-se. António Costa dificilmente terá uma posição tão digna.

 

 

 

 

 

 


Image

Insanidade? Ou algo mais?

Insanidade 2.jpg


Agência Europeia do Medicamento (EMA): Mais um exemplo de gestão vergonhosa

EMA

 

O executivo português liderado por António Costa decidiu candidatar-se ao acolhimento da Agência Europeia do Medicamento (EMA). Aparentemente, não há nada de errado nesta decisão. Todavia, as motivações, o timing e o conteúdo da mesma são altamente criticáveis. Ora vejamos.

Através da Resolução do Conselho de Ministros (RCM) 75/2017, de 27 de Abril, o Governo formalizou a sua intenção, apresentando Lisboa como destino da EMA, em Portugal.  É aqui que a motivação se revela. Não sendo possível que António Costa desconheça que duas agências europeias já estão sediadas em Lisboa –  Agência Europeia de Segurança Marítima e o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência – a indicação de Lisboa como localização para mais uma entidade europeia não é uma mais valia. É, pelo contrário, um entrave. Principalmente, tendo em mente que a Comissão Europeia salientou o facto de alguns Estados-membros não sediarem nenhuma agência europeia. Eu penso que o Governo português não está à espera de ganhar.

O timing escolhido reforça esta convicção. Há quanto tempo se sabia que, devido ao brexit, a deslocalização da EMA era inevitável? Não deveria ter António Costa começado a preparar este dossier mais cedo? Os outros países começaram consultas internas há mais tempo. Não esperaram pela oficial do processo para o fazer. Porque razão só em 27 de Abril é que o processo é desencadeado, sem considerar outras cidades portuguesas que tem capacidade para preencher os critérios do concurso?

Relacionado com o timing está o conteúdo da RCM 75/2017. Porque é “Lisboa a cidade apropriada para acolher a sede da EMA”? Em 1993, Lisboa já foi candidata à EMA e perdeu. Porque seria agora diferente? Quem são os técnicos da Comissão de Candidatura Nacional (CCN) que tomaram essa decisão? E, finalmente, quais vão ser os custos desta candidatura?

Em boa verdade, o Governo de Portugal apenas apresentou a sua candidatura ao acolhimento da EMA para evitar criticas da oposição por não o ter feito. Já a pensar em futuras reacções, o PS conseguiu aprovar um voto parlamentar unânime de apoio à candidatura portuguesa. Contudo, Lisboa, pelas razões sugeridas acima, não é uma opção ganhadora. E até o Governo português não acredita no sucesso desta decisão.

Finalmente, não acredito que António Costa não esperasse algumas reacções negativas. Pode estar a tentar ajudar Pizarro, mas dificilmente obterá o que pretendia.

P.S. – confesso não ser um entusiasta da vinda da EMA para Portugal, por considerar que o rácio custo/benefício será negativo


Será uma questão de incompetência?

pizarro

Precipitadas, ou não, as declarações de Ana Catarina Mendes apenas serviram para prejudicar o PS e, o seu principal rosto no Porto, Manuel Pizarro.

A solução era fácil e simples. Bastava reconhecer o erro. Todavia, não tendo tido a capacidade para o fazer, os dirigentes socialistas vieram a terreno dizer que “o PS não é o Partido da Terra”, demonstrando mais orgulho e arrogância do que serenidade e humildade.

Com esta posição, o PS só demonstra que não reconhece competência. Inclusive, a dos seus próprios militantes. Gostando-se ou não, o trabalho desenvolvido em prol da cidade do Porto por Rui Moreira e equipa, na qual se inclui o PS, é francamente positivo.

Que tipo de campanha eleitoral pode o PS fazer?
Manuel Pizarro não merecia isto!


Francisco Louçã e os insultos ou do credo “louçãniano”!

louçãniano

No último artigo de opinião de Francisco Louçã nos blogues do Público – O escroque contra a fascista – não é de estranhar a tónica do conteúdo. Não. Esta é perfeitamente coerente com as crenças do autor, não passando do seu registro habitual. E também não deve ser surpreendente a escolha dum insulto como título do artigo. Trata-se da pratica usual de Francisco Louçã.

Convém não esquecer que o pensamento político de Francisco Louçã  está baseado em manifestações de fé, i.e., dogmas que não podem ser questionados. Por outras palavras, não é difícil verificar a ausência de pressupostos racionais – sustentados na lógica, resultantes do apuramento que apenas é possível através de um processo de contraditório – no seu discurso.

Eu reagi ao artigo e comentei. Acabei por ser banido. Não sendo o blogue em questão meu, aceito perfeitamente que a última palavra não me pertença. Todavia, a censura e o conteúdo das respostas de Francisco Louçã são inaceitáveis.

Note-se que para comentar é necessário proceder a uma identificação que passa pelo preenchimento de três campos: Nome, email e website. Sem este procedimento, o comentário não será aceite. Assim, quem comenta não tem a possibilidade de anonimato. Feita esta descrição, este foi o meu primeiro comentário:

O complexo de Deus parece ser uma epidemia comum na esquerda portuguesa, cujo nível de intensidade aumenta à medida que nos aproximamos do extremo.
A maior parte dos socialistas desconhece o legado de Marx. Ignoram, quase por completo, que por exemplo, em 1844, no artigo “On the Jewish Question”, Marx propõe uma “solução final” para os judeus. Contudo, não acredito que Francisco Louçã nunca tenha lido este e outros artigos de Marx.
Quer goste ou não goste, o Marx tinha mais em comum com o Hitler e com o Mussolini do que com qualquer pensador liberal.
Talvez considere que Trotsky foi uma excepção? Mas, sem Marx, o Trotsky teria sido o que foi?
E talvez seja por esta proximidade que o senhor esteja triste pelo resultado do Mélenchon e que não se preocupe com uma eventual vitória da Le Pen.

A reacção de Francisco Louçã não me surpreendeu. Foi insultuosa e procurou desviar o assunto:

A ignorância não permite tudo. Marx, que até era judeu, não propôs nenhuma “soluçao final” para os judeus. Talvez fosse melhor ler os textos em vez dos panfletos da Conspiração dos Sábios do Sião.

Mas eu insisti, escrevendo o seguinte:

Professor, tem razão. A ignorância não permite tudo. Ou será que permite?
Sim, eu sei que Marx era judeu. Mas essa condição implica que ele gostava dos judeus? Ou de o ser? A leitura das cartas que Marx escreve a Antoinette Philips (março de 1861) e a Friedrich Engels (julho de 1862) é esclarecedora.
Tendo em conta o conteúdo da sua resposta, vou partir do principio que não leu o texto que referi – “On the Jewish Question” – no meu comentário inicial. E que igualmente não leu outros textos de Marx, como por exemplo, “Confessions of a Noble Soul” (1848); e “The Russian Loan” (1856).
Posso, evidentemente, estar errado, mas se o Professor tivesse lido o texto em questão teria percebido que existia uma razão para a expressão solução final ter sido referida entre aspas. O Marx não defendeu uma solução final idêntica à dos nazis. Não. A dele era diferente:
“Once society has succeeded in abolishing the empirical essence of Judaism – huckstering and its preconditions – the Jew will have become impossible, because his consciousness no longer has an object, because the subjective basis of Judaism, practical need, has been humanized, and because the conflict between man’s individual-sensuous existence and his species-existence has been abolished.”
Portanto, em vez de contra-argumentar com escritos do Marx, o senhor Professor sugere uma leitura aos panfletos da Conspiração dos Sábios do Sião. Não deixa de ser curioso que o faça, porque “Os Protocolos dos Sábios de Sião” também é um texto antissemita.
Para terminar, o Marx não tem culpa nenhuma que o Hitler se tenha inspirado nos seus pensamentos para desenvolver as suas ideias. Mas se o fez, foi por se ter identificado com algo. E, como deve saber, as semelhanças entre Hitler e Marx não se ficam pela questão judaica.

A reacção de Francisco Louçã ao meu segundo comentário só demonstra o seu desconhecimento, propositado ou não, sobre o legado de Marx:

De facto, o anónimo que escreve a nota anterior devia poupar-se a conversa do Protocolo dos Sábios do Sião. O que cita de Marx desmente a sua afirmação e, não me leve a mal, mas tenho alguma dificuldade se não desinteresse em discutir com antissemitas ou com falsificadores da história. Fique portanto com a sua bricandeira sobre Hitler se ter baseado em Marx e passe bem. Percebo bem porque tem que se refugiar no anonimato.

No fundo, não é de admirar. Francisco Louçã é intelectualmente desonesto. O que espanta é ao ponto que é capaz de chegar. Não sei qual é necessidade de insultar, mas ele fá-lo gratuitamente.

Ora vejamos:

Em primeiro lugar, identifiquei-me para comentar. Como tal, referir anonimato da minha parte só pode ser uma manifestação de má fé. Para além disso, desde que fiz os comentários já tive várias visitas ao meu blogue e igualmente pude constatar o constrangimento de Francisco Louçã perante comentários posteriores ao meu, de terceiros que também notam que Marx era antissemita.
Em segundo lugar, o meu pressuposto não estava errado. Francisco Louçã acabou de comprovar a sua ignorância sobre o legado de Marx. Existe quem pense que ler o “Capital” ou o “Manifesto do Partido Comunista” é suficiente para conhecer Marx. Louçã faz parte desse grupo. Eu, pelo contrário, considero essas leituras são insuficientes. Não é difícil compreender que Louçã queira acreditar que Marx tenha sido perfeito. Afinal, para ele, Marx é um deus. Infelizmente, Marx partilhava da condição humana e como tal tinha defeitos, sendo o antissemitismo um deles. Curiosamente, para desconforto e surpresa de Louçã, Marx não tinha vergonha em o afirmar. Nem o escondia, conforme é facilmente comprovável pelos escritos que deixou.
Em terceiro lugar, eu não fiz mais nada para além de citar Marx. Logo, não sou eu quem é antissemita. Marx é que o era!
Em quarto lugar, é assim tão inconcebível que o Marx não gostasse dos judeus? Creio que patenteia coerência. Marx era anticapitalista e como, segundo o próprio, eram os judeus que dominavam o capital …
Em quinto lugar, eu não estou a falsificar a história. Pelo contrário, estou a revelá-la. O Francisco Louçã é que se recusa a conhecer outras facetas de Marx. E também não estou a modificar a história, que se desenrolou sem qualquer tipo de intervenção minha.
Em sexto lugar, quem traz à discussão outro texto antissemita com a referência “panfletos da Conspiração dos Sábios do Sião” é o Francisco Louçã. E fá-lo por dois motivos: Primeiro, para disfarçar a sua ignorância sobre o conteúdo dos textos de Marx que eu referi e citei; e, segundo, para distrair as atenções relativamente à discussão.
Em sétimo lugar, apesar de outra falácia visível nas suas respostas, fui esclarecedor quanto à distinção entre a solução final de Marx e de Hitler. As duas são, obviamente, distintas. Os judeus é que eram o elo comum.

Caro Francisco Louçã, quer goste ou não goste, entre o pensamento de Marx (e de Engels) e Hitler apenas existe uma diferença de forma. O conteúdo pouco difere. Para além disso, compreendo que um Marx antissemita, xenófobo e racista não lhe seja agradável. Entendo, igualmente, que procure ignorar determinados pontos do legado marxista. Contudo, não há nada que possa fazer. O homem era o que era e escreveu o que escreveu.

Para além disso, à semelhança de outras pessoas, quando confrontado com verdades inconvenientes, opta por as ignorar. Felizmente, existem trotskistas, como Joel Kovel, que não escondem o antissemitismo de Marx: “By anti-Semitism I mean the denial of the right of the Jew to autonomous existence, i.e., to freely determine his/her own being as Jew. Anti-Semitism therefore entails an attitude of hostility to the Jew as Jew. This is an act of violence, addressed to an essential property of humanity: the assertion of an identity, which may be understood as a socially shared structuring of subjectivity. To attack the free assumption of identity is to undermine the social foundation of the self. Judged by these criteria, OJQ [On the Jewish Question] is without any question an anti-Semitic tract – significantly, only in its second part, “Die Fähigkeit.” No attempt to read these pages as a play on words can conceal the hostility which infuses them, and is precisely directed against the identity of the Jew.”

É curioso que não sendo religioso, o senhor pratica a actividade política como se fosse um membro duma classe eclesiástica. Infelizmente, comporta-se como um devoto fanático, defensor da única verdade aceitável e possível: a sua!

Relaxe e aceite a diversidade de opiniões. Argumente a defesa das suas posições com base nos conteúdos em discussão. Não faça manobras de diversão, nem utilize o insulto como meio. Tente ser correcto. Olhe que é capaz de se surpreender.

P.S. – Se Francisco Louçã foi incapaz de ter percebido as minhas palavras, dificilmente terá entendido outras. Nomeadamente, as de Marx.