Na base do conhecimento está o erro

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No país dos seis minutos e 47 segundos

Como é que um governo sem estratégia faz? Cobra impostos. Cada vez mais. Se Centeno fosse um operativo de um qualquer serviço de informações no universo “fleminguiano”, chamar-se-ia: Tax. Mo(o)re Tax!

No país dos seis minutos e 47 segundos o vocabulário é deslumbrante, conciso e adequado à manipulação… perdão, informação dos súbditos… perdão, contribuintes. A austeridade é uma alma penada que só assombra o passado. Segundo a retórica oficial, os vocábulos da ordem são cativações e receita fiscal. Não existiu nenhum édito sobre o significado dos mesmos, mas Mário Centeno brande-os e utiliza-os como verdadeiros instrumentos da neo-austeridade socialista. Porém, esta neo-austeridade é virtuosa. Porquê? Porque é da esquerda “geringonciana” e porque proporciona resultados primorosos para os quais só foram necessários uns meros esforços: cálculos errados, cobrança de impostos como nunca até então, pouco investimento e atrasos nos pagamentos.

Ainda não vi o presidente do Eurogrupo a corrigir o ministro das Finanças português, mas já ouvi Mário Centeno a corrigir o Eurostat. Será assim tão importante que o défice se tenha ficado pelos 0,92% ou pelos 2,96%? À primeira vista, não. Os milhões de euros injectados na CGD serão sempre um aumento da dívida. Bom seria que não tivessem sido utilizados na recapitalização da CGD.

Meu artigo no Observador. Podem continuar a ler aqui!

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Milagre de Natal!

Par Fin

O dinheiro que os partidos recebem
dos contribuintes portugueses é milagroso.

Uniu o PS, PSD, PCP, Bloco e PEV!


Neoausteridade

Neoausteridade

Três mil setecentos e cinquenta e um milhões de euros!

Em 2016, esta foi a receita de impostos com a gestão «geringôncia».

Como será em 2017?

E não. Não é austeridade. É Neoausteridade!


Nacionalizações socialistas

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Em 2008, um governo socialista anunciou, com pompa e circunstância, a primeira nacionalização pós 1975. E a nacionalização do BPN revelou-se historicamente desastrosa.

Em 2017, outro governo socialista prepara-se para mais uma nacionalização, a do Novo Banco, que muito provavelmente também se revelará catastrófica.

Deste cenário, em primeiro lugar, podemos extrair que os socialistas não aprendem com os erros que cometem. Em segundo lugar, podemos começar a prepararmo-nos para os custos que advirão de mais uma má decisão de gestão pública.

E, igualmente, podemos considerar que cada vez são menores as diferenças entre José Sócrates e António Costa.


Em 2017, a boa austeridade!

geringonca

O governo e a restante parceria da geringonça afirmam que já não há austeridade. Evidentemente, trata-se duma ilusão que não passa duma retórica que exemplifica o que se prefere ouvir. A austeridade pode ter acabado. Contudo, os impostos não param de aumentar.

Estamos, indesmentivelmente, perante um vocábulo interdito e duma postura renegada.

É pena. Não percebo porque é que não aplicam austeridade à carga fiscal?


Cêntimos. São só de cêntimos!

gerin-gonca

A austeridade acabou. Mas a geringonça persiste nos aumentos de impostos. E fica estupefacta parente as reacções dos portugueses.

Cêntimos. Os nossos aumentos de impostos são só de cêntimos! – argumentam.

Qual é o milhão que não é feito de cêntimos? – pergunto.


OE2017 – Quase o paraíso socialista

j galamba

 

João Galamba classifica as observações da oposição, nomeadamente do PSD, como descaramento, defendendo que orçamento de estado restitui a “normalidade e decência no sistema de pensões” ao distinguir as carreiras contributivas longas. Sobre as restantes, só o Criador saberá.

Será que o Galamba sabe o que são impostos e pensões?

E, pelos vistos, devemos estar quase a franquear o paraíso socialista.
O OE2017 diminui as receitas, aumenta a despesa, e ainda consegue baixar o défice.