Na base do conhecimento está o erro

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Neoausteridade

Neoausteridade

Três mil setecentos e cinquenta e um milhões de euros!

Em 2016, esta foi a receita de impostos com a gestão «geringôncia».

Como será em 2017?

E não. Não é austeridade. É Neoausteridade!

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Nacionalizações socialistas

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Em 2008, um governo socialista anunciou, com pompa e circunstância, a primeira nacionalização pós 1975. E a nacionalização do BPN revelou-se historicamente desastrosa.

Em 2017, outro governo socialista prepara-se para mais uma nacionalização, a do Novo Banco, que muito provavelmente também se revelará catastrófica.

Deste cenário, em primeiro lugar, podemos extrair que os socialistas não aprendem com os erros que cometem. Em segundo lugar, podemos começar a prepararmo-nos para os custos que advirão de mais uma má decisão de gestão pública.

E, igualmente, podemos considerar que cada vez são menores as diferenças entre José Sócrates e António Costa.


Em 2017, a boa austeridade!

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O governo e a restante parceria da geringonça afirmam que já não há austeridade. Evidentemente, trata-se duma ilusão que não passa duma retórica que exemplifica o que se prefere ouvir. A austeridade pode ter acabado. Contudo, os impostos não param de aumentar.

Estamos, indesmentivelmente, perante um vocábulo interdito e duma postura renegada.

É pena. Não percebo porque é que não aplicam austeridade à carga fiscal?


Cêntimos. São só de cêntimos!

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A austeridade acabou. Mas a geringonça persiste nos aumentos de impostos. E fica estupefacta parente as reacções dos portugueses.

Cêntimos. Os nossos aumentos de impostos são só de cêntimos! – argumentam.

Qual é o milhão que não é feito de cêntimos? – pergunto.


OE2017 – Quase o paraíso socialista

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João Galamba classifica as observações da oposição, nomeadamente do PSD, como descaramento, defendendo que orçamento de estado restitui a “normalidade e decência no sistema de pensões” ao distinguir as carreiras contributivas longas. Sobre as restantes, só o Criador saberá.

Será que o Galamba sabe o que são impostos e pensões?

E, pelos vistos, devemos estar quase a franquear o paraíso socialista.
O OE2017 diminui as receitas, aumenta a despesa, e ainda consegue baixar o défice.


Para o ano não há incêndios. António Costa vai reformar e reestruturar as florestas.

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A Galp não fez António Costa emergir. Mas os incêndios fizeram-no (nem podia ser de outra maneira, diga-se). E que fez o Primeiro-Ministro? Demonstrou-nos que continua a viver no passado, mais coisa, menos coisa, há dez anos, num tempo onde não havia crise económica e no período em que Costa reformou a protecção civil, reforma que, inexplicavelmente, para o próprio parece ser o corolário da sua carreira reformista. Talvez pelos custos que implicou?

Há dez anos, António Costa era Ministro de Estado e da Administração Interna do XVII Governo constitucional, liderado por José Sócrates, tendo Rocha Andrade como Subsecretário de Estado da Administração Interna. Juntos reformaram a protecção civil, tendo esta reforma custado ao erário público, no que respeita aos helicópteros Kamov, desde a sua aquisição até ao dia de hoje, a módica quantia de 348 milhões de euros, devendo-se salientar que este valor não engloba, entre outros, os custos totais de manutenção das aeronaves.

Ora, António Costa quer reformar e reestruturar as florestas. Para isso, afirmou que o clima do Verão não é um factor a ter em conta porque “não é por haver vento ou calor que há incêndios”, quer que se “crie uma floresta mais resistente e sustentável”, o que implicará inovações biotecnológicas que estão para além da sua compreensão e indicou a onerosa reforma que implementou há dez anos como exemplo a seguir.

Estou certo que a breve trecho o Primeiro-Ministro anunciará a constituição de uma comissão, provavelmente liderada pelo Lacerda Machado, para estudar todas as diferentes circunstâncias do assunto, visando a concretização de mais uma iniciativa sustentada na não aprendizagem dos erros cometidos.

Com tudo isto, os portugueses podem ficar descansados. Não quanto aos incêndios, os quais, infelizmente, voltarão para nos flagelar no próximo Verão. No que podemos ficar sossegados é na certeza da introdução de um enquadramento fiscal mais agradável ao Estado e de mais uns milhões de euros esbanjados na aplicação de metodologias que deram provas de estar erradas.

O Primeiro-Ministro já está a tratar do assunto.

 


E os preços que não descem …

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A doze de Fevereiro do corrente ano, o Governo de António Costa, malgrado todas as promessas feitas, aumentou o imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) em 6 cêntimos. Quanto esta medida foi tomada, o preço do brent rondava os 35 dólares por barril.

Neste Agosto português, o preço do brent ultrapassa os 42 dólares por barril. Os coeficientes considerados na formula do Governo há muito que foram obliterados, mas o preço dos combustíveis continua sem baixar.

Porquê?