Na base do conhecimento está o erro

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Devidamente corrigido

Cat Mar1

Que não haja engano. Boas trevas!


Hipocrisia bloquista

BE hipocrisia.jpg

Mais um exemplo da pouca vergonha do BE.

Os incêndios são ideológicos.


Evaporações Bloquistas

No bloco de esquerda nada se transforma e tudo se perde. Os princípios e a seriedade também foram vaporizados. Até já são sociais-democratas (Quo vadis, Trotsky?). 

Material de sensibilização, é a melhor definição de promessas da esquerda. As promessas da esquerda não são feitas para serem cumpridas. São feitas #ComPrimos, mas não para cumprir. Aliás, é precisamente esta componente familiar que incentiva a sensibilização. Afinal, não há nada mais nobre do que ajudar a família.

Ora, em tempos de eleições, inflacionada pela competitividade, o material de sensibilização adquire outra característica: multiplicação. Ou seja, todos os dias a esquerda apresenta novas promessas. Trata-se de um manancial tão vasto que só tem rival nas gotas de água que preenchem a Hoover Dam. É precisamente com este pressuposto – fonte de riqueza – que quero abordar o material de sensibilização eleitoral bloquista ou, como os próprios afirmam, social-democrata. 

A líder bloquista, ao defender o seu programa eleitoral, expressou uma profunda (lá está, sensibilização) preocupação com a escassez de água e com a energia. Todavia, ao fazê-lo, – pasme-se ou não – manifestou-se contra o número de barragens e contra a perda de água devido à evaporação.

Aprendi, na escola primária, que o ciclo hidrológico é um movimento circular que envolve três processos: (1) Evaporação [dos corpos d’água (oceanos, rios, lagos e lagunas)] e evapotranspiração (das plantas terrestres e animais); (2) Precipitação, pela condensação do vapor de água do ar (na terra ou no mar) e; (3) Escoamento superficial (em terra e no mar). Assim, onde está a perda? Porém, como terminei a primária há 43 anos, é possível que agora a água evapore para a lua.

Tamanho desconhecimento só pode significar cegueira ideológica. Como bem notou o João Pires da Cruz, para o BE “uma barragem é uma forma de opressão sobre a água!”. Mas nada de pânico. Da mesma maneira que a ciência foi ignorada em prol de políticas identitárias e como a natureza está errada, o bloco irá fazer uma lei para substituir a hidrologia por outra coisa qualquer e proibir perdas com evaporação.

Para Catarina Martins, as barragens não contam para as “questões óbvias do uso eficiente da água”, pois não constituem uma reserva hídrica, não produzem energia hidroelétrica, nem permitem regularizar o caudal de água ao longo do ano. Preocupada com a perda de água, a resposta bloquista é, entre outras coisas, perder ainda mais água.

O bloco de esquerda não é uma alternativa séria. Nas hostes bloquistas nada se transforma e tudo se perde. Os princípios e a seriedade também foram vaporizados, quiçá atomizados. Até já são sociais-democratas (Quo vadis, Trotsky?).

Os bloquistas também não são fonte de riqueza. Longe disso. Quando forem governo, Portugal não se evaporará. Cairá, irremediavelmente, na miséria. E acreditem que os bloquistas só descansarão quando conseguirem a miséria. Não querem ser uma Irlanda, uma Holanda ou um Luxemburgo. Porque diabo gostariam que Portugal fosse um país rico e desenvolvido? Preferem os modelos políticos, sociais e económicos que vigoraram ou vigoram em paraísos como Cuba ou Venezuela, para não recordar a Albânia de Enver Hoxha.

Ah, sim! Catarina Martins também afirmou ser necessário negociar com Espanha os caudais dos rios. Já sabemos qual é a sugestão que o bloco apresentará ao Governo espanhol: acabar com as barragens em terras de Cervantes.

Eis a solução bloquista para o problema da escassez da água e do défice energético: acabar com as barragens. Perante isto, perguntam o que representa o bloco para Portugal? A resposta é evidente. Nada mais e nada menos do que o caminho para a perdição.

 

Texto publicado no Observador


Fiscalização preventiva

BE mais PCP.jpg

Tanto o BE como o PCP (e PEV) votaram favoravelmente as alterações à lei do financiamento dos partidos políticos. Contudo, após a indignação social que a aprovação da  lei provocou, tanto Catarina Martins como Jerónimo de Sousa já afirmaram que não só a lei do financiamento dos partidos é absurda como também pode ser melhorada.

Um quinto dos deputados podem pedir a fiscalização preventiva da lei. Sozinhos, os dois partidos que votaram contra a lei, CDS e PAN, não atingem esse critério. São necessários mais 27 deputados para o efeito.

Se, realmente, o BE e o PCP, não gostam da lei que ajudaram a aprovar, se, efectivamente, consideram que a mesma é absurda e que pode ser melhorada, então só tem que se juntar ao CDS e PAN para pedir a fiscalização preventiva e, eventualmente, fazer com que a lei deixe de ser uma aberração.

Será que o fazem? Ou será que é apenas fogo de vista?


Ameaças vãs e chantagens baratas

Louçadas

Já o tinha afirmado e volto a fazê-lo. Quem manda no BE é o grande líder na penumbra, Francisco Louçã. Tudo o que a Martins e as Mortágua fazem, é seguir, religiosamente, o guião louçaniano.

Há poucos dias, Louçã anunciou o colapso. Claro que este apregoar não passava duma chantagem barata. Não é que a possibilidade não exista e que o BE não tenha contribuído para a mesma, contudo, o objectivo imediato relacionava-se com as negociações para o OE2018.  E, à semelhança do que é habitual, Louçã deu o mote e a Martins alimentou-o.

A previsão de Louçã falhou e o tempo é de paz(es). Pelo menos, até à próxima ameaça ou chantagem …

Todavia, o futuro continua a acontecer.

 

 


Colapso sincronizado

Catarina colpaso

Os arautos da desgraça fazem-se ouvir.

Depois de Francisco Louçã, expressa-se Catarina Martins. A pauta está quase completa. O requiem nada mais é do que uma constatação. Sim, o colapso que o BE tem vindo a preparar é uma obra em vários andamentos.

Porque anunciam os bloquistas o regresso do colapso? Porque contribuíram activamente para esse fim.

Contudo, é possível adiar tal desfecho. Para isso, só é necessário que António Costa deixe de suspirar pelo PSD. O BE não está disponível para ceder o poder que detém na geringonça.

Assim, considerando as possibilidades, na realidade, o colapso poderá simplesmente ser uma pequena chantagem relativamente ao eventual fim do apoio do BE à gerigonça …


Neoausteridade

Neoausteridade

Três mil setecentos e cinquenta e um milhões de euros!

Em 2016, esta foi a receita de impostos com a gestão «geringôncia».

Como será em 2017?

E não. Não é austeridade. É Neoausteridade!