Na base do conhecimento está o erro

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Lista de exigências presidenciais visando uma solução governativa

“Face à crise política criada pela aprovação parlamentar da moção de rejeição do programa do XX Governo Constitucional que, nos termos do artigo 195 da Constituição da República Portuguesa, determina a sua demissão, o Presidente da República decidiu, após audição dos partidos políticos representados na Assembleia da República, dos parceiros sociais e de outros agentes económicos, encarregar o Secretário-Geral do Partido Socialista de desenvolver esforços tendo em vista apresentar uma solução governativa estável, duradoura e credível.

Nesse sentido, o Presidente da República solicitou ao Secretário-Geral do Partido Socialista a clarificação formal de questões que, estando omissas nos documentos, distintos e assimétricos, subscritos entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista “Os Verdes”, suscitam dúvidas quanto à estabilidade e à durabilidade de um governo minoritário do Partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura:

a) aprovação de moções de confiança;
b) aprovação dos Orçamentos do Estado, em particular o Orçamento para 2016;
c) cumprimento das regras de disciplina orçamental aplicadas a todos os países da Zona Euro e subscritas pelo Estado Português, nomeadamente as que resultam do Pacto de Estabilidade e Crescimento, do Tratado Orçamental, do Mecanismo Europeu de Estabilidade e da participação de Portugal na União Económica e Monetária e na União Bancária;
d) respeito pelos compromissos internacionais de Portugal no âmbito das organizações de defesa colectiva;
e) papel do Conselho Permanente de Concertação Social, dada a relevância do seu contributo para a coesão social e o desenvolvimento do País;
f) estabilidade do sistema financeiro, dado o seu papel fulcral no financiamento da economia portuguesa.

O esclarecimento destas questões é tanto mais decisivo quanto a continuidade de um governo exclusivamente integrado pelo Partido Socialista dependerá do apoio parlamentar das forças partidárias com as quais subscreveu os documentos “Posição Conjunta sobre situação política” e quanto os desafios da sustentabilidade da recuperação económica, da criação de emprego e da garantia de financiamento do Estado e da economia se manterão ao longo de toda a XIII legislatura.

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Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela (18 de Julho de 1918 – 5 de Dezembro de 2013)

 

Nelson Mandela é a personificação do humano.
É a concretização da possibilidade humana.
É a afirmação que podemos ser melhores.

Nenhuma palavra será suficiente para descrever seres como este.
Felizmente para nós, não foi o único e outros aparecerão.
Mandela, tal como Gandhi, é um exemplo intemporal.

Deu-nos o exemplo da liderança do perdão.

Para mim, é a definição viva de algo que ainda novo tive a sorte de aprender:
Não sei nada enquanto não souber a diferença. E é ao aceitar a diferença que me torno inteiro.


Servir ou ser serviçal

Em política haverá sempre situações surpreendentes. Infelizmente, muitas delas sê-lo-ão negativamente. Lamentavelmente, algumas delas não envergonham apenas quem as profere. Também desonram os seus concidadãos e o país.

Angola não é uma autêntica democracia. Sim, é verdade que possui uma Constituição, mas o seu chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, é-o eternamente. E descaradamente. Nem se sequer se dá ao trabalho de colocar alguém da sua confiança temporariamente no lugar, seguindo a esteia de Vladimir Putin, para depois se recandidatar.
Curiosamente, apesar desta e de outras nuances constitucionais, aos cidadãos angolanos é garantida a possibilidade de recorreram ao ministério público angolano sobre a acção dos titulares públicos. Será que pedem desculpam quando se queixam?

As desculpas no Ministro dos Negócios Estrangeiros português são mais do que um exemplo de falta de bom senso. As tristes declarações de Rui Machete são um exemplo de servidão. Não são adequadas a um Ministro, que deve servir o seu povo e representar o Estado, e impróprias dum cidadão que sabe o que é a Separação dos Poderes. São, antes pelo contrário, ilustrativas dum serviçal dos interesses.

Há condições que nenhuma conjuntura deve alterar, independentemente dos interesses em jogo. A dignidade é uma dessas condições. A sua perda implica a falta de respeito.

Neste caso, implicou a falta de respeito pelo regime democrático, pelos portugueses e por Portugal.


Rui Moreira: a mudança política começa aqui!


Num período caracterizado por um afastamento crescente entre eleitores e eleitos, cuja primeira causa é a manutenção dum sistema político que degenerou na partidocracia vigente, nas eleições autárquicas do Porto, o sufrágio assume uma importância acrescida.

Embora já anteriormente tenha sido tentado, a verdade é que nunca como agora a eleição dum verdadeiro independente esteve tão próxima. Rui Moreira pode, pela primeira vez, romper com o domínio partidário nos órgãos de soberania portugueses.

O Rui não é um político habitual. É um cidadão com uma tremenda capacidade para ouvir e possuidor dum profundo conhecimento sociopolítico, que introduzirá uma nova forma de fazer política. Esta sim, verdadeiramente virada para os cidadãos, livre das pressões e interesses partidários.

Por isso é que voto nele. É nele que deposito integralmente a minha confiança. Mais. É nele que deposito a minha esperança.

Portugal necessita duma mudança política e duma nova estirpe de políticos. O Rui é o rosto dessa mudança. E está inteiramente consciente da responsabilidade que pende sob ele. Contudo, o Rui não tem medo da responsabilidade, pois sabe que sem esta a liberdade é uma ilusão.

A soberania só é exercida pelo povo se este participar activamente na democracia. A candidatura do Rui Moreira é mais do que um exemplo de cidadania. É um exercício da soberania!

Domingo, votem Rui Moreira.

Eu vou faze-lo!


O meu partido é o Porto (5)

Boletim Rui Moreira 2013 001

A soberania só é exercida pelo povo se este participar activamente na democracia.

A candidatura do Rui Moreira é mais do que um exemplo de cidadania.

É um exercício da soberania!

Domingo, votem por uma política nova com novas pessoas.

 

Votem Rui Moreira!


Fanático ou demagogo?

O tratamento que damos ou que expressamos relativamente aos outros é uma das melhores maneiras de nos distinguirmos. Esta realidade assume maior significado quando nos referimos àqueles que pensam diferente de nós. É neste contexto que verdadeiramente demonstramos tolerância, e mais ainda, aceitação pela diferença ou intolerância e fanatismo.

Ora, o medo do desconhecido é um dos mais notáveis catalisadores de reacções, as quais, na sua maioria são excessivas. Todavia, não deixam de ser reveladoras.
Relativamente ao excesso, no que respeita à reacção dos políticos nacionais, o Movimento Revolução Branca (MRB) parece ser um verdadeiro caso de estudo de projecção psicológica.

Relembrem-se que o primeiro significado da cor branca é a paz. E foi adoptado pelo MRB como símbolo de dignidade. Contudo, para os políticos e os seus apaniguados esse não é o entendimento que possuem. Antes pelo contrário. O juízo que fazem está completamente subvertido. Se assim não é, como se explica que tenham classificado o MRB de neofascista, comunista, racista, xenófobo e até de supremacista?

Vem agora Francisco Assis engrossar o rol de contributos sobre o MRB: Sinistros e protofascistas, acrescentando que a política é uma coisa demasiado complexa para poder ser entregue a fanáticos e que tal só leva ao triunfo dos cínicos.

Estas infelizes declarações apenas revelam o tipo de pessoa que o próprio é – intolerante – e o nível que civismo que possui. Poderão até não ser cínicas, mas protocínicas são-no de certeza.

Francisco Assis pode até não ser um fanático. Mas que é um demagogo intolerante é.

Por fim, desenganem-se. O MRB está para durar e não vai parar!


Nunca é demais repetir

Se algum dia tiver funções de chefia, e muito particularmente com implicações sociais, os meus dois principais conselheiros ou assessores serão, naturalmente, pessoas da minha maior confiança.

Todavia, um pensará como eu e o outro defenderá precisamente o contrário do que acredito!