Na base do conhecimento está o erro

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Costa vs Costa (2) – O país paga!

AC vs CA

António Costa, secretário-geral dum partido político falido, está a exigir dinheiro a António Costa, Primeiro ministro do endividado XXI Governo.

É assim que se salva um passivo. Pelos vistos, a contribuição que foi pedida aos dirigentes socialistas para amortizar o passivo do partido socialista já não é necessária. Embora, em boa verdade, não creio que houvesse vontade para tamanha honradez.

Mas não se preocupem. A vida irá continuar. E para o ano, a gestão socialista continuará a fazer mais dívida. Do partido e ao país.
Podem ficar descansados!

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Dualidades ou PS a quanto obrigas!

MP Dual

Alexander Hamilton e John Adams, dois dos pais fundadores dos Estados Unidos da América, consideravam que não deviam existir partidos políticos, pois os mesmos representariam divisão em vez de união.

É verdade. Os partidos dividem! Todavia, até certo ponto, as divergências inerentes aos partidos políticos são salutares. Permitem a diferenciação, facilitando as escolhas.

Pessoalmente, considero ser muito mais problemático a limitação da autonomia e da lealdade que os partidos provocam. São estranhas determinadas críticas? É evidente que são. E o primeiro a reconhecer a estranheza foi o próprio Manuel Pizarro quando afirmou que não seria compreensível uma candidatura sua contra Rui Moreira. Mas as circunstâncias mudaram e a lealdade de Manuel Pizarro ao PS, apesar de inteiramente legítima, traduziu-se numa incoerência e numa contradição entre Manuel Pizarro que não era candidato e o agora candidato Manuel Pizarro.

Por fim, sobre as afirmações de Manuel Pizarro relativas à cruzada de Rui Moreira contra os partidos políticos, saliento que, sendo o Rui Moreira um pluralista que sempre defendeu a importância e o papel dos partidos políticos na democracia, considero ser injusto afirmar que o Rui Moreira não gosta do PS, em particular, ou de qualquer outro partido. Estas afirmações de Manuel Pizarro são meras retóricas políticas demagógicas, que revelam não apenas que o mal-estar criado pelo PS Nacional ainda não foi completamente sanado, como também evidenciam a falta de substância argumentativa. Só faltou dizer que Rui Moreira não é democrata!

Ora, o Rui Moreira não precisa que eu o defenda. A postura dele, expressa e comprovada nas considerações pessoais que tece sobre Manuel Pizarro, afirma-se por si mesma.

E eu penso que este tipo de atitude deve ser realçada!


Inovações tecnológicas socialistas ou simples manipulação de dados?

descargas electricas

 

O governo português desenvolveu novas capacidades e já consegue controlar as descargas eléctricas.

Infelizmente, os incêndios continuarão a ocorrer, mas parece que a electricidade vai passar a ser grátis.

Repito, parece. Ainda não há certezas.

Entretanto os milagres acontecem … no site do IPMA.

 


Será uma questão de incompetência?

pizarro

Precipitadas, ou não, as declarações de Ana Catarina Mendes apenas serviram para prejudicar o PS e, o seu principal rosto no Porto, Manuel Pizarro.

A solução era fácil e simples. Bastava reconhecer o erro. Todavia, não tendo tido a capacidade para o fazer, os dirigentes socialistas vieram a terreno dizer que “o PS não é o Partido da Terra”, demonstrando mais orgulho e arrogância do que serenidade e humildade.

Com esta posição, o PS só demonstra que não reconhece competência. Inclusive, a dos seus próprios militantes. Gostando-se ou não, o trabalho desenvolvido em prol da cidade do Porto por Rui Moreira e equipa, na qual se inclui o PS, é francamente positivo.

Que tipo de campanha eleitoral pode o PS fazer?
Manuel Pizarro não merecia isto!


Ingratidão!

Caviar ESq.jpg

 

A Catarina Martins, o Francisco Louçã, o Daniel Oliveira e o Jerónimo de Sousa, entre outros, são mesmo ingratos. Se estão onde estão hoje, é principalmente devido aos recursos financeiros de terceiros.

A Europa foi o caviar que alimentou a esquerda portuguesa!


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Para quem é o perdão fiscal socialista?

Perdão Fiscal PS


Caliphate, Islamic Republic or something else? The fate of Turkey’s democracy is dark.

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Coup d’état? I’m not buying it.

The lack of coordination evidenced yesterday by the military forces who carried out the alleged coup in Turkey is not consistent with the international reputation of the Turkish army. The televisions showed a helicopter firing, trying to hit targets on the ground. But where were the impact of the bullets? Neither human bodies nor the road, signs or anything else were hit.

I cannot shake the feeling that yesterday events in Turkey were orchestrated by Erdogan, aiming increase its power. We are witnessing a purge, designed to eliminate all those who oppose Erdogan. Both within the Turkish army as within his own party, the Justice and Development Party (AKP). This purge aims especially the military and the AKP members that still are Gulenists.

Historically, as it sees itself as the protector of Turkey’s secularism and democracy,  the Turkish army has intervened in the political sphere, whenever deemed necessary to preserve democracy. The military has had several tensions with Erdogan’s AKP over its brand of political Islamism. Moreover, Mr. Erdogan’s relationship with justice is also not peaceful, but so far the decisions of the Turkish Constitutional Supreme Court have been in accordance with the rule of law.

Since the 2007 General Staff’s E-memorandum, targeting Erdogan’s non-secular politics, the relation between Erdogan and the military worsened. The 2010 constitutional referendum, which gave Erdogan’s government more control over judicial system, allowed the creation of prosecutors with extraordinary powers to accuse secular high-rank officers in the military, for planning a coup against Erdogan’s government. These prosecutions originated a power shift within the Turkish army and the result was the end of the secular military position.

With this move, Erdogan will be able to full control the military and to remove any opposition. Including the press.

Make no mistake. What is at stake is power. Absolut power. And how that goal will materialize is irrelevant. As such, it does not matter if it will be a Caliphate, an Islamic republic or something else. Whatever it is, it will seriously affect Turkish democracy and the rule of law. Most likely, permanently.

A curfew, martial law and the preparation of a new constitution was announced. What will emerge from a new constitution is not important. Recep Tayyip Erdogan has long sought such circumstances. He wants to be Turkey’s ruler until his death. At least. Erdogan wants to be greater than Ataturk and in order to achieve that aura he will kill Turkey’s democracy.

P.S. – NATO is the big question. I believe that is prudent to begin considering the possibility of Turkey leave NATO.