Na base do conhecimento está o erro

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Um país de banda desenhada

Pinguins

“É sorrir e acenar, rapazes.” 

A Ministra da Administração Interna ainda não teve férias.

O resto são peanuts!

E António Costa disse que os dias negros irão repetir-se.

É o fado português!

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Costa vs Costa (2) – O país paga!

AC vs CA

António Costa, secretário-geral dum partido político falido, está a exigir dinheiro a António Costa, Primeiro ministro do endividado XXI Governo.

É assim que se salva um passivo. Pelos vistos, a contribuição que foi pedida aos dirigentes socialistas para amortizar o passivo do partido socialista já não é necessária. Embora, em boa verdade, não creio que houvesse vontade para tamanha honradez.

Mas não se preocupem. A vida irá continuar. E para o ano, a gestão socialista continuará a fazer mais dívida. Do partido e ao país.
Podem ficar descansados!


Inovações tecnológicas socialistas ou simples manipulação de dados?

descargas electricas

 

O governo português desenvolveu novas capacidades e já consegue controlar as descargas eléctricas.

Infelizmente, os incêndios continuarão a ocorrer, mas parece que a electricidade vai passar a ser grátis.

Repito, parece. Ainda não há certezas.

Entretanto os milagres acontecem … no site do IPMA.

 


Centeno. É de admirar?

costa-socrates

 

A doutrina dos “factos alternativos” implementada pela administração Trump surpreendeu o mundo ou, pelo menos, meio mundo. Mas, em boa verdade, os portugueses não deviam ter sido apanhados de surpresa. Aliás, já deviam estar habituados. Basta observar o modus vivendi dos governos socialistas! É que “factos alternativos” não passam de mentiras e as mentiras constituem o padrão de comportamento socialista desde José Sócrates.

Não é de estranhar que António Costa, um dos mais próximos colaboradores de Sócrates, assim como todos os membros do actual governo que também fizeram parte dos governos Sócrates mintam.

O que é de espantar é a rapidez com que todos aqueles que se estreiam nos governos socialistas assimilam e praticam este comportamento. Mário Centeno não é excepção!

Ah sim! Falta de vergonha também não escasseia.

 


Quando a esquerda aumenta as pensões, estes são os valores.

aumentos-pensoes-gerigonca

(via Paulo Gorjão)

 

 


Porque é que a esquerda não gosta da história?

Mortagua Galamba.jpg

Um dos maiores inimigos da esquerda, com particular incidência para a portuguesa, é a história. O conhecimento que possuem da mesma está distorcido e não é, de todo, integral. Ora, esta circunstância é mais visível no desconhecimento, imenso, que patenteiam sobre as ideias que defendem e advogam, nomeadamente, sobre a génese e os acontecimentos do socialismo e comunismo e do legado dos seus fundadores, com um destaque especial para Marx.

Não é de estranhar que estejam limitados ao apregoar de slogans e clichés, desprovidos de argumentação substantiva, que repetem para lá da exaustão.

Exemplos, quase paradigmáticos, deste paradoxo são a Mariana Mortágua e o João Galamba.

Este texto da Maria de Fátima Bonifácio fala por si:

Mariana não sabe, não tem mundo para saber como são os verdadeiros ricos. Mas sabe uma coisa: “Não se pode ser rico inocentemente.” Todos roubaram, exploraram, ou são réus de qualquer crime semelhante


Do utopismo onírico ou do onírico utópico

Catarina-Martins-e-Artur-Semedo

Confesso que hesitei muito no título deste post. Acabei por utilizar as duas formulações, para reforçar uma ideia: realidade versus sonho.

João Semedo, ex-co-líder da liderança bicéfala do BE, deu recentemente uma entrevista ao Público, onde afirma que a facilidade e a rapidez com que implodiram os países do “socialismo real” ainda hoje o surpreende.

Dr. João Semedo, há razões para ter acontecido, e com a rapidez que aconteceu, o colapso do “socialismo real” no leste europeu. Já lhe ocorreu que o desejo de liberdade individual tenha sido uma dessas razões? É que o sistema que o Senhor advoga é incompatível com a mesma.

Tal como quem viveu sob o nazismo não o deseja, aqueles que viveram sob o comunismo (socialismo real no léxico de João Semedo) também não o querem. O socialismo real é uma impossibilidade, uma utopia que não consegue ser transporta para a realidade. Não é real. Pura e simplesmente não existe.  Ora, poderá haver motivos para esta preferência. João Semedo viveu o fascismo. Mas não experimentou o comunismo. Será que gostaria de ter vivenciado o socialismo real?

Ao manifestar surpresa por eventos ocorridos há tantos anos,  João Semedo revela que a questão não é apenas ideológica. É saudosista. É uma utopia onírica que conduz a um quase desfasamento e desconhecimento da realidade. João Semedo espanta-se com o que aconteceu. Mas não procura compreender porque aconteceu.

Não sei se João Semedo faz falta à política portuguesa. Se fizer, oxalá não seja apenas por simpatia. Mas sei que não deve ser fácil dialogar e chegar a compromissos com uma pessoa de pensamento cristalizado.