Na base do conhecimento está o erro

catástofre

E o futuro do socialismo democrático?

Que irá acontecer ao PS? Mais radicalização?


Doses socialistas


Mais promessas por cumprir

Mais uma vez, o Primeiro-Ministro dá com a cara no chão. Promete, promete, promete, mas quase nada se concretiza, Após sucessivas garantias de que o plano de vacinação ia correr bem, incluindo com a sua garantia pessoal a Miguel Sousa Tavares – “vai correr bem (…) tem que correr bem (…) só pode correr bem” – a realidade, com um forte contributo dos camaradas socialistas, voltou a desmentir António Costa. Os abusos às regras sucedem-se e, apesar do que o Primeiro-Ministro afirma, não deve haver quem realmente tenha uma certeza concreta sobre o número real de vacinados. Mas oxalá esteja enganado.

O que se está a passar é absolutamente crítico. O próprio governo reconheceu a importância do plano de vacinação para combater a pandemia. Assim, o seu sucesso era fundamental para que gradualmente fosse mitigado o esforço a que estão a ser sujeitos todos os meios de saúde do país e que o retorno à normalidade acontecesse o mais depressa possível.

Apesar do Ministério da Saúde e das entidades dele dependentes, como a Direcção-Geral da Saúde (DGS) e a sua Directora, o Governo tem autonomia para criar Task Forces para coordenar assuntos específicos. Contudo, ao delegar esta competência num organismo autónomo, sem o devido acompanhamento e apoio institucional, a probabilidade do não reconhecimento de autoridade é alta. Foi o que se passou neste caso.

Perante os abusos, a Task Force pouco conseguiu para os contrariar. Para além disso, este tipo de delegação também esvazia de razão o papel da DGS. Isto não é de somenos e deve ser objecto de reflexão. Neste ponto, igualmente deve ser questionado o desaparecimento de Graça Freitas. O Governo perdeu a confiança na sua gestão? Seja como for, não é aceitável que a responsabilidade pelos erros recaia apenas sobre a Task Force. E se o Ministério da Saúde não está disponível para o efeito, terá de ser o Primeiro-Ministro a fazê-lo.


Culpa e Responsabilidade


Diferenças


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Que mais querem de nós?

Champions2


Portugal não está preparado

Graf

Às 00:08 do dia 10 de março, o Observador publicou este meu artigo – Coronavírus e a política de combate socialista. Enviei-o às 00:50, do dia anterior e, em 24 horas, os números da simulação considerada no artigo ficaram desactualizados. Mas a minha crítica aos pressupostos de actuação do governo não.

Evolução dos casos confirmados

02/03/2020 – 2  / 03/03/2020 – 4 (100%) / 04/03/2020 – 6 (50%) / 05/03/2020 – 9 (50%) / 06/03/2020 – 13 (44%) / 07/03/2020 – 21 (62%) / 08/03/2020 – 30 (43%) / 09/03/2020 – 39 (30%) / 10/03/2020 – 41 (5%) / 11/03/2020 – 59 (44%) / 12/03/2020 – 78 (32%).

 

Às 21:47 de 11 de março, a Ministra da saúde apresenta os dados das 10:00 – 59 casos confirmados, 471 casos suspeitos (83 aguardavam análise laboratorial) e 3066 casos sobre vigilância.

Pelos vistos, durante as 11:47 horas que decorreram entre os dados da manhã e a comunicação da Ministra, nada se alterou em Portugal. Nem sequer se souberam os resultados dos casos que estavam em análise laboratorial.

E, para o Governo, quem manda no país é o Conselho Nacional de Saúde Pública.

Estão a gerir o COVID-19 como fizeram com os incêndios. Recusam-se a lidar com a realidade e a alterar a prioridade de actuação. Fazem tábua rasa dos exemplos dos outros países apesar de dizerem que aprendem com o exemplo dos outros. Mais valia estarem calados porque só transmitem insegurança. Não é possível que nada se tenha alterado em 24 horas. Significará isto a entrada em ruptura de material e o atingir do limite físico dos recursos humanos?

É impossível desmentir que existem semelhanças em todos países, quer relativamente a medidas que foram correctamente tomadas como às que não produziram os efeitos pretendidos. Em alguns países os resultados foram extraordinários, noutros uma desgraça. Será que Macau é só sorte? E que a Itália é só azar?

Não podemos correr esse risco. É necessário suspender o país.

 


Coronavírus e socialismo (3)

A irracionalidade da gestão do Governo relativamente ao coronavírus é evidente neste ponto.

Sabendo-se que há uma relação entre o número de casos novos e um período temporal para os mesmos, em vez de se precaveram para o que vai acontecer, tomam providencias para o que acontece.


Coronavírus e socialismo (2)

Dar primazia à precaução e prevenção devia ser a primeira opção. Como tal, a adopção duma política de contenção que implique o encerramento das escolas e universidades em todo o país é aconselhável.

Esta medida não irá resolver os problemas do contágio, mas poderá retardar não apenas a taxa de crescimento como também o alastrar do vírus para regiões dos país ainda não afectadas e criar uma janela de oportunidade adicional para os preparativos necessários para lidar com esta epidemia.


Coronavírus e socialismo

Cada vez mais a gestão do coronavírus é semelhante à dos incêndios.

Temos números oficiais e oficiosos.


“Portugal está preparado”

Tontas

Um dos comboios internacionais “Sud Expresso”, operado pela CP, teve de parar na estação do Entroncamento devido a uma passageira que sentia sintomas de Covid-19, vulgo coronavírus.

Naturalmente, a passageira foi levada para o Hospital. Todavia, após uma paragem de duas horas e meia, os restantes passageiros seguiram viagem para Paris.

Portugal está preparado para lidar com o coronavírus. E com a propagação do vírus também. Principalmente de dentro para fora (do país)…


Quarentena? Só para quem quiser

Haddock Q


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Estão empenhadíssimos!

EC MT1


Hipocrisia bloquista

BE hipocrisia.jpg

Mais um exemplo da pouca vergonha do BE.

Os incêndios são ideológicos.


Honrar as vítimas de 2017

Dimensão fogos

Infelizmente, a tragédia que afecta a Austrália possibilita estabelecer algumas comparações. Até ontem, o total de área consumida pelos fogos na Austrália ascendia a 57465 km². Se tivermos em mente que a área de Portugal equivale a 92256 km², estamos a falar duma área correspondente a 62,49% do território continental português.

Em 2017, arderam em Portugal 4424 km², originando 115 mortes.

Em 2019, arderam na Austrália 57465 km², dos quais, até agora resultaram 26 mortes.

Também não há comparação possível entre a evacuação em massa realizada pelas autoridades australianas e aquela que foi conduzida pelo governo português em 2017.

Apesar as diferenças geográficas e das capacidades entre os dois países, não há como justificar o número de vítimas portuguesas.

Em boa verdade, as vitimas de 2017 continuam por honrar. E assim continuarão enquanto António Costa teimar em manter os pressupostos da reforma da protecção civil que realizou em 2006, como Ministro da Administração Interna de José Sócrates.

P.S. – outra diferença entre australianos e portugueses pode emergir da manutenção, ou não, de Scott Morrison como Primeiro-Ministro.


Como corroer a autoridade (…)

Mais um exemplo de como se corrói a autoridade.

MT 1

Marta Temido, Ministra da Saúde de António Costa, não tem a mínima ideia do que diz e do que faz. Até ao fim de janeiro as “agressões” nos hospitais estão resolvidas.


Sobre o bebé abandonado num contentor

“O recém-nascido foi encontrado ainda com vestígios de sangue do parto e do cordão umbilical por um sem-abrigo que ouviu barulho vindo do lixo.”

Independentemente dos motivos, é inaceitável!

Não existe, na minha opinião, qualquer motivo, tragédia ou circunstância que justifique o abandono dum bebé, indefeso, num contentor do lixo. Há sempre uma alternativa, substancialmente mais digna, para as crianças indesejadas.

A eventual falta de fé, seja ela qual for, e o consequente não reconhecimento dum Deus, seja ele qual for, não implica a inexistência dum criador, inevitavelmente duma mãe. Não somos animais e não devemos comportar-nos como tal.

Expresso a minha opinião. E reafirmo que este acto foi do mais hediondo que já vi. A vitima é a criança.

Quanto à redenção? Só pertence à criança.

 


Não, Senhor Ministro. Lamentável é brincar com a memória dos mortos!

Conselho de Ministros

No início deste mês, Bruxelas, Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna (MAI), afirmou em Bruxelas que a criação do mecanismo europeu de protecção civil é “uma prioridade de topo” para o governo português e para os portugueses. Lamentou resposta dada pelo Europa na altura e reafirmou o “nunca mais”.

Contudo, quando proferiu estas afirmações, Eduardo Cabrita já sabia que o concurso público internacional que o Governo Português abriu no final do ano passado, apenas conseguiu atingir 20% dos objectivos a que se propunha. Ou seja, dos 50 meios aéreos de combate a incêndios previstos, só 10 estão contratualizados.

A reacção dada a esta situação é significativa e esclarecedora. O MAI abriu um novo concurso, urgente, para assegurar as 40 aeronaves em falta. Porém, vai gastar o mesmo dinheiro (48,9 milhões de euros) por menos serviços (menos horas de voo, meios aéreos diferentes e alterações ao gel retardante usado para apagar as chamas).

Não sei qual é o entendimento que Eduardo Cabrita tem sobre o “nunca mais” mas, na minha opinião, este tipo de expedientes não honra a memória dos que morreram nos incêndios de 2017.  Nem o futuro mecanismo europeu de protecção civil, nem a referência à resposta da ajuda europeia, ou falta dela, mitigam a responsabilidade do governo pela falta de preparação do dispositivo planeado e, pior ainda, pela decisão de manter um plano de acção que se tinha revelado insuficiente. Muito menos o faz a vergonha que se verifica com o aluguer dos meios aéreos. Antes pelo contrário. Demonstra a irresponsabilidade na gestão do assunto.

P.S. –  Os kamov, herança socialista de 2006, continuam parados a custar dinheiro.


At the end of the line

donald-trump-constitution-ignorance.jpg

?

The President of a country, whatever it may be, must, first and foremost, always keep in mind the fundamental text that regulates the society to which it belongs. If this condition already is essential for a citizen, as holder of a public office the observance of constitutional precepts acquires an increased responsibility. Furthermore, the Constitution must not only be known but must also be respected regarding political action and the conduct of the executive branch.

Secondly, it is becoming increasingly clear that the Americans chose as President a citizen who is unaware of the Constitution’s contente.
Donald Trump not only disrespects the US Constitution, but also attacks the values that have always characterized the United States.

One must ask: Is this the new America?

Freedom requires plurality and divergence of opinion.

Decidedly, Trump has a distorted notion of what freedom is and what should be the behavior of a President

And, unfortunately, in the United States, the spirit of democracy is getting darker and darker.

 


À procura dos eucaliptos no Pinhal de Leiria

Catarina martins

Olha! A Catarina foi à procura dos eucaliptos. E encontrou-os. Carbonizados. No Pinhal de Leiria.

E para a recuperação do pinhal diz que tem que ser este governo a fazê-lo. Peço desculpa, mas estamos a falar do governo cujas políticas foram incapazes de prever, de precaver e de responder às tragédias deste ano? O mesmo governo que o BE, e a Catarina, dizem ter responsabilidades mas que desresponsabilizaram recentemente votando contra a moção de censura do CDS-PP?

Há aqui qualquer coisa que não está bem?

Para além disso, o pinhal de Leiria vai deixar de ser um pinhal?
Se recuperar uma mata de monocultura não é desejável isso significa que o pinhal irá ter menos pinheiros? E quais são as outras espécies que permitirão a diversificação? Eucaliptos?


Do oportunismo galambiano

Galambas

Alguém que diga ao João Galamba que este não foi “o momento mais frágil do governo“.

Foi o momento mais frágil de Portugal!

E não foi por causa dos portugueses que aconteceu.


Negligência? Sem qualquer dúvida!

Bombeiros de rastos

A imagem fala por si mesma.

Mais palavras seriam desnecessárias. Mas os tempos que estamos a viver não são normais. E os que agora estão silenciosos merecem a nossa voz. Merecem que as nossas lágrimas tentem acalmar os seus gritos de desespero.  Merecem que alguém afirme que não deram o último suspiro de devoção em vão. Merecem a nossa memória. E, acima de tudo, merecem que os responsáveis, aqueles que foram mandatados para zelar pela sua segurança, e a dos demais cidadãos, nunca mais os esqueçam!

Assim, hoje, as palavras são mais do que necessárias. São uma exigência.

A falta de responsabilidade dos nossos governantes é gritante. Afirmam ser responsáveis e responsabilizáveis. Mas as palavras que expressam são ocas, vazias de intenção. Ainda por cima, reagem como se eles é que fossem as vítimas. As suas prioridades governativas estão invertidas. Governam e tomam decisões sem qualquer conhecimento da realidade, fazendo fé em relatórios que lhes são entregues sem reflectir sobre o conteúdo dos mesmos. E exigem-nos a mesma fé. A mesma cegueira. A mesma irresponsabilidade da certeza absoluta não permitindo quaisquer questões, pois as mesmas são incompreensíveis uma vez as suas certezas são inquestionáveis.

Infelizmente, quando a realidade se manifesta, suplantando as condições ficcionáveis que sustentam o mundo paralelo onde imaginam viver, são incapazes de reagir, sobrando apenas o desenrolar da tragédia onde soçobram as cinzas dos sonhos.

Felizmente, não somos como eles. Não aspiramos a ser deuses. Erramos e temos consciência da nossa condição. Talvez por isso temos a capacidade de aprender com os nossos erros. Talvez por isso saibamos que a procura de soluções é baseada em valores e que nenhuma resposta será transversal enquanto a ideologia sustentar a escolha.

Existirá na acção dos nossos governantes negligência? É evidente que sim. E grossa! Mas nós também não estamos isentos de culpa. Gostemos ou não, as decisões em democracia representativa são mais determinadas por aquilo que os cidadãos fazem do que pela acção dos seus representantes eleitos.

Por isso, como cidadão, não voltarei a ser negligente. Farei uso de todos os meios disponíveis ao meu alcance para controlar os meus representantes eleitos. E o primeiro desses instrumentos é a pergunta.

Não posso obrigar os nossos governantes a aceitarem as suas responsabilidades. Tal imperativo depende da consciência de cada um. A minha já fez a sua escolha.


É preciso dizer mais?

Relatório fogos 2009

Em 2009, foi apresentado na Assembleia da República este relatório:

Systemic Risk and Portugal’s Forest Fire Defense Strategy
An Assessment of Wildfire Management and Response Capability

Entre outras coisas, o relatório afirmava que “na próxima década, deve ser uma consideração séria o risco de um potencial catastrófico incêndio que consuma 500.000 hectares ou mais, em Portugal.”

Alguém prestou atenção a este relatório? Alguém teve em conta as preocupações expressas neste relatório? E quando menciono “alguém” refiro-me às autoridades públicas portuguesas, principalmente, aos representantes eleitos portugueses e, muito particularmente, aos governantes com responsabilidades directas nestas áreas?

(via Paulo Fernandes)


Demissão, substituição e pouca alteração

Carta CUS

Que não haja enganos. Quem demitiu a Ministra da Administração Interna foi o Presidente da República! Constança Urbano de Sousa já saiu tarde. É admissível que a Ministra da Administração Interna tenha pedido a demissão, sem, todavia, conforme a própria reconhece, a formalizar, e que o seu pedido tenha sido recusado por António Costa. Contudo, tendo o pedido de demissão existido após a tragédia de Pedrógão Grande torna-se ainda mais incompreensível que nada tenha sido alterado no planeamento do ministério desde junho até agora.

Sobre o conteúdo da carta de demissão de Constança Urbano de Sousa, diga-se que a mesma é um autêntico enxovalho a António Costa, demonstrando não só a teimosia, inabilidade e inépcia do Primeiro-Ministro como também a sua incapacidade para aceitar a realidade. Ora, sendo que António Costa advoga políticas de médio prazo, cujos efeitos só podem ser mensuráveis a 10/15 anos, e que os efeitos das reformas que António Costa implementou há 10 anos estão a ser desastrosos, porque razão persiste o Primeiro-Ministro neste caminho? É verdade que recentemente António Costa teceu críticas ao SIRESP. Mas não me venham dizer que o Primeiro-Ministro desconhece as limitações contratuais existentes no contrato do SIRESP? Não foi ele quem as negociou e renegociou? E, já agora, as criticas de António Costa destinavam-se mesmo ao SIRESP?

Penso que um dos problemas de Constança Urbano de Sousa teve foi precisamente não poder implementar ideias próprias. Foi obrigada a seguir um guião que incluída a nomeação de nomes que não eram da sua confiança, mas antes de António Costa. Podem existir algumas excepções, mas não são os Ministros quem normalmente indica os “boys for the jobs” Não. Esse é um privilégio do Secretário-Geral do partido. Dir-me-ão que a amizade entre António Costa e Constança Urbano de Sousa era antiga e suficiente para aceitar a indicação dos boys do Secretário-Geral do PS. Certamente. Todavia, as relações de trabalho e as dinâmicas operacionais decorrentes dessa circunstância revelaram-se dissonantes. No terreno, a ex-Ministra parecia uma gata dentro de água, completamente perdida, esbracejando desesperadamente em todas as direcções, tentando sair da poça. Não o conseguiu e atolou-se irremediavelmente. No entanto, serviu o seu propósito porque, em boa verdade, António Costa é que era o Ministro da Administração Interna. Constança Urbano de Sousa apenas tinha que seguir à risca as linhas traçadas pelo Primeiro-Ministro, as quais, aliás, eram publicamente reafirmadas sempre que existia oportunidade.

Tendo em conta a péssima imagem deste cargo, quem quereria ser Ministro da Administração Interna? Ainda por cima ciente que António Costa não quer abandonar a reforma que fez em 2006? Só mesmo alguém como Eduardo Cabrita. Estando nós perante um homem da mais absoluta confiança do Primeiro-Ministro, podemos praticamente ter a certeza que as linhas de actuação do Ministério da Administração Interna não se vão alterar. A desejada reforma por António Costa será executada até ao último detalhe. Existirão, obviamente, algumas variações cosméticas onde se incluem novos rostos. Mas, na essência, pouco mudará.

Indubitavelmente, Constança Urbano de Sousa foi fiel e leal e pagou o preço pelo seu comprazimento a António Costa. Felizmente, este, pela sua teimosia e insensibilidade, e principalmente, pelo forte aviso que recebeu de Marcelo Rebelo de Sousa, também sai, deste triste episódio da história de Portugal, debilitado e fragilizado.

O pedido de demissão de Constança Urbano de Sousa e a nomeação de Eduardo Cabrita é suficiente para mitigar a indignação? António Costa parece acreditar que sim. Eu penso o contrário.