Na base do conhecimento está o erro

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A esquerda (portuguesa) é estruturalmente intolerante!

Nadia Piazza 2018

(Foto: Jornal de Notícias)

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Nádia Piazza aceitou integrar o grupo de coordenação do programa eleitoral do CDS-PP.

Naturalmente, a decisão não agradou a toda a gente. Nenhuma decisão o faz. Teve, no entanto, o condão de salientar algo que há muito define a esquerda portuguesa: a sua intolerância estrutural.

Que a esquerda sempre se considerou intelectualmente superior não é novidade. Todavia, recentemente, a esquerda também começou a demonstrar que se considera moralmente superior.

Não há justificação nenhuma para o que se lê sobre a Nádia Piazza devido a esta escolha. Nádia Piazza é uma mulher notável, que tem direito à sua opinião e livre escolha, a qual, independentemente de ser ou não coincidente com a nossa preferência, continua a ser merecedora de respeito. A maioria dos comentários são desprovidos de substância, revelando-se meros ataques de carácter.

E são inaceitáveis as referências pejorativas feitas ao sofrimento duma Mãe pela morte do seu filho. Inaceitáveis! Nada mais são do que falta de decência.

Ao ler este tipo de reacção, fazendo uso do léxico governativo, no limite, ainda vai ser afirmado que não se verificaram vítimas mortais nos incêndios de 2017.

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Descaramento

Antonios

António Costa afirmou que “(…) há pessoas que tem mau perder”.

Pois há! São as mesmas pessoas que correram com aqueles que ganharam eleições para o PS.


Inaceitável

O comportamento de alguns deputados, e do seu Presidente, da representação parlamentar do PSD na Assembleia Regional da Madeira, face ao voto de pesar por Miguel Portas, é inaceitável num sistema pluralista e só vem reforçar a postura que grassa neste partido na região.
Este tipo de atitude envergonha todos os portugueses, duplamente os sociais-democratas, onde me incluo. 

Pior, revela o tipo de respeito que determinadas pessoas nutrem pelos seus semelhantes.

No mínimo, deviam pedir desculpa publicamente.


Socialismo ou processo socializante?

Há 36 anos que nos impingem o socialismo!
Mas em Portugal nunca houve socialismo. O que existe é o processo socializante.

Sim, é verdade. Em Portugal nunca houve socialismo porque o seu principal rosto, Mário Soares, é um grande apreciador da propriedade privada (particularmente, da sua).
No entanto, como o socialismo lhe caiu ao colo e levou-o ao poder, algo teria que ser feito.
Foi assim que, embora não sendo um verdadeiro socialista (Mário Soares não é socialista, mas não se importa que os outros o sejam), o líder do Partido Socialista deu aos portugueses o processo socializante. Evidentemente, pagamos um preço. A começar pelo declínio da democracia e pela qualidade dos nosso eleitos.

Ora, no PS, o exemplo foi seguido pelos seus líderes, principalmente por aqueles que não eram verdadeiros socialistas, mas que perceberam que manter ou aumentar o processo socializante lhes permitia ganhar eleições (à custa do futuro do país).

Chegados aos dias de hoje, o que é que o processo socializante permitiu aos portugueses?
Ensinou-os a não trabalhar, a ser subsidiodependentes e fê-los perder o respeito. Por si próprios e com o outros.