Na base do conhecimento está o erro

Posts tagged “religião

Religion and Science into the future

Pope Francis declares evolution and Big Bang theory

are real and God is not ‘a magician with a magic wand’

 

Interferências do homem na Ciência e na Religião
(Man
interferences in Science and Religion)


Papa Francisco

pt.euronews.com

A eleição dum jesuíta como Papa representa, sem dúvida nenhuma, uma mudança na Igreja.
Oxalá a mesma seja profunda!


Bento XVI – Resignação

Guardian.co.uk

O anúncio da resignação de Bento XVI surpreendeu (quase) todo o mundo.
Admitindo as limitações físicas e mentais inerentes à sua idade, Joseph Ratzinger, tomou uma decisão que muitos poucos no lugar dele tomariam.
Eu, que fui um dos desiludidos com a sua escolha para calçar as sandálias do Pescador, reconheço nesta atitude uma postura exemplar, enalteço a coragem da mesma e agradeço toda a disponibilidade que Bento XVI demonstrou durante a vigência do seu papado.

Como os tempos são outros, espero que a Igreja (e o mundo) saiba(m) conviver com dois Papas vivos.


Que pensar (3)?

A liberdade (incluindo a de expressão) é o mais alto dos valores e dela decorrem os restantes, nomeadamente, a dignidade.
Mas liberdade não é apenas a possibilidade de escolher. É aceitar a responsabilidade pelas escolhas que fazemos!

O Bispo das forças armadas tem, efectivamente, direito à sua opinião.
Porém, parece, convenientemente, esquecer-se que a austeridade não é uma causa mas uma consequência que deriva de todos aqueles que nos governaram desde 74, e, neste âmbito, muito particularmente dos governos José Sócrates.

Evidentemente, D. Januário Torgal Ferreira não é obrigado a pensar como eu penso. 
No entanto, as suas declarações são emotivas e tendenciosas, para não dizer mais, e o modo como se expressou foi deplorável.

Na minha opinião, uma vez que há maneiras e maneiras para a expressão da opinião, considerando igualmente as opiniões que expressou nos últimos anos, é um homem que perdeu o bom senso.
Em tempo de tensão, os homens com experiência devem atenuá-la e não incendiá-la.

Acho muito bem que os homens da Igreja se manifestem e creio que sem a Igreja o estado (social) do país estaria num caos, mas ainda bem que no seu seio está a ocorrer uma mudança de gerações.
Com o devido respeito, alguns homens de posição da Igreja estão desfasados do tempo que vivemos.


Onde está o bom senso?

Fiquei estupefacto ao ouvir as declarações destes bispos da Igreja (aqui e aqui)!
Não ponho em causa a sua liberdade de expressão, mas não compreendo (ou aceito) a falta de bom senso.

Será que a Igreja quer sangue?


Islam and demography – A waxing crescent

 

http://www.economist.com/node/18008022?story_id=18008022.

 

E nós?

A sociedade que desenvolvermos exige demasiado tempo de nós, tanto que estamos lentamente a morrer.
Cada vez temos menos filhos, cada vez somos menos, cada vez há mais espaço no nosso espaço
E a terra de ninguém será ocupada por alguém!



O que é o mal?

São os diversos emails que recebi, principalmente após a publicação deste post (Na Encruzilhada: UE, Turquia e NATO), que me levam a partilhar estas ideias.

Então o mal só existe na religião?
E dentro desta, apenas os países islâmicos/muçulmanos, particularmente os fundamentalistas, é que são maus?
Então, não há fundamentalistas religiosos na civilização ocidental?
Nem fundamentalistas políticos?

Começo por expressar que o mal não é um exclusivo de qualquer civilização, nem está confinado a qualquer espaço ou a um determinado tipo de motivação.
Na minha opinião, o mal, tal como o bem, nasce no coração dos homens. Sejam eles donde forem, sejam eles como forem! E, por incrível que possa parecer, o mal está no meio de nós e variadas vezes mora ao nosso lado.
Assim, considero que o mal é uma opção, individual ou colectiva. É “um dos preços” da liberdade.

Alguns de vós afirmam que nos países islâmicos não há liberdade. Talvez? Independentemente disso, nesses países, como aqui, o mal continua a ser uma opção. Nesses países, como aqui, também há homens bons.

Para mim, nada justifica o mal. Nem a religião, nem a política. Nem a intolerância, nem o racismo. E, naturalmente, muito menos a liberdade é razão.
Mas a verdade é que é um erro crasso considerarmos que, pelo facto de sermos incapazes de fazer determinadas coisas, outros não as pratiquem.

Deixo aqui um último pensamento, o qual, embora não pareça está relacionado com o tema.
No passado dia 7 de Maio, decorreram 59 anos desde que a Segunda Guerra Mundial terminou na Europa. Quando olho para a história, tenho receio do que pode emergir desta circunstância.

Tanto a nível do comportamento dos nossos jovens como na qualidade dos nossos líderes políticos!