Na base do conhecimento está o erro

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Orçamento para a Educação sem austeridade

educacao-2017

“Apesar da redução na despesa com a Educação entre 2012 e 2015, o primeiro Orçamento de Passos para a tutela ultrapassava a previsão para 2017”.

Até a Fenprof quer saber onde vai ser cortada?

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Os compromissos do Costa

costa-comp

António Costa diz que as metas orçamentais serão cumpridas.

É claro que diz. O PS sempre cumpriu os orçamentos. E as três bancarrotas que deu aos portugueses e a Portugal são o mero resultado de cumprimentos excessivos.


Como poupar 1000 milhões de euros

Se extinguir 1712 lugares dirigentes e 137 entidades públicas representam uma poupança de 100 milhões de euros no OE de 2012, para se poupar 1000 milhões na Administração Central do Estado apenas é necessário extinguir 17120 lugares dirigentes e 1370 entidades públicas.

Verdade ou mentira?


Intervenção

(capa jornal i)

 Há demasiados interesses a exigi-lo. Até o nacional!

Vai haver uma intervenção em Portugal.
Mas, de que tipo?


O(s) Custo(s) do Estado

É comum ouvirem-se muitas referências ao custo(s) do Estado e o apontar dos mais variados valores.

Nada como ir à fonte!

No que diz respeito à Assembleia da República, o orçamento que a mesma aprovou pode ser consultado na Resolução da Assembleia da República n.º 11/2010, publicada no Diário da República n.º 28, Série I de 2010-02-10.

Para ficarem com uma noção, eis algumas das despesas inscritas na mesma:

Vencimento de Deputados                                                                                        12.349.000,00
Ajudas de custo de Deputados                                                                                   2.724.050,00
Subsídios de reintegração e indemnizações por cessação                                          1.087.500,00
Deslocações e Estadas                                                                                                2.363.000,00

Mas há mais.

Vão ver!


Manobras

Apesar de conscientes das implicações da quebra de receitas fiscais e do aumento da despesa pública, quer o Primeiro-Ministro, quer o Ministro das Finanças sempre afirmaram que não haveria aumento de impostos. É muito provável que no seu íntimo estivessem [desesperadamente] à procura de uma maneira que lhes permitisse fazer o contrário.

Mas eis que a situação propicia o momento tão ansiado.

Não sabendo governar em minoria parlamentar, parece-me que estão a aproveitar as negociações para a viabilização do orçamento de estado para afirmar que o aumento dos impostos é inevitável e que a responsabilidade desse aumento é decorrente das propostas apresentadas pelos partidos da oposição.

Manobras ou preparação para legislativas antecipadas?