Na base do conhecimento está o erro

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O Socialismo e a intransigente defesa da legalidade.

No Estado Novo havia corrupção, leis feitas à medida, cartéis. E não existia liberdade, responsabilidade, ética. É deveras curioso mas, considerando a realidade de 2018, devemos viver no Estado Velho!

Algumas notas introdutórias são necessárias para a compreensão desta reflexão. Primeiro, ética tem origem na palavra grega ethos que significa «costume superior» ou «portador de carácter» abrangendo pensamento e comportamento. Segundo, a maioria das pessoas desconhece que Adam Smith antes da Riqueza das Nações escreveu a Teoria dos Sentimentos Morais, cujo objecto de análise é a filosofia moral através do carácter. Sendo complementares não é possível dissociar os conceitos destas duas obras. Terceiro, a liberdade é um valor e não um instrumento ou um mecanismo. A liberdade é o mais alto dos valores e dela decorre toda a responsabilidade.

Sabemos que o socialismo opta pela igualdade em detrimento da liberdade. Ora, exigindo a liberdade responsabilidade e responsabilização, esta não é possível sem sustentação ética. Logo, a ética não é um requisito fundamental para o socialismo.

Meu artigo no Observador. Podem continuar a ler aqui!

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O fim dum ciclo

25 de Novembro

 

 

Não deixa de ser significativo que o 25 de Novembro termine no 24 de Novembro.

Por outras palavras, socialismo democrático saiu da gaveta (Soares) para o caixão (Costa).


Porquê apenas alguns?

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!?

Nunca escondi que não gosto de Mário Soares, que considero ser um dos principais responsáveis pelo mau estado do Estado Português.
Naturalmente, Soares é livre de expressar a sua opinião.
Mas, porquê e porque razão apenas “estes senhores”?

 

Se existe característica que identifica Mário Soares, é a falta de vergonha!

 


Porque existem renovações

brigada

continuadas

!!!


A nova brigada do reumático e os discipulos do passado

 

brigada reum

Sim, o PS não é da  minha safra. Mas Portugal é! E eu quero horizonte para os meus netos.

Que motivos têm Mário Soares, Manuel Alegre e Ferro Rodrigues para virem condicionar a actual direccção do PS nas conversas que decorrem sobre o futuro do país que não estejam sustentados em interesses pessoais?

Cisão interna? Agora? Se há coisa que Soares sempre fez foi corroer o PS sempre que as suas perspectivas não eram seguidas. Com Portugal fez a mesmíssima coisa.
Soares nunca foi socialista. Foi sempre soarista. E não quer saber de mais nada (felizmente para nós, o soarismo já não durará muito mais).

Se António José Seguro for inteligente e tiver coragem, aproveita o momento para trazer o PS para o Século XXI e livrar-se destes pesos mortos que só representam o passado e que se comportam como se fossem os donos do partido, não demonstrando qualquer respeito pelo presente líder.

Sócrates, contudo, é outra questão. Como continua iludido e acha que já se redimiu ao olhos dos portugueses, continuará a tentar minar para personificar D. Sebastião. E, claro, não está à espera do nevoeiro.


Mário Soares, o conspirador democrata!

Mário Soares, o exemplo da moral e da ética, anda em conversas para derrubar o Governo.

À esquerda e à direita.

Portugal precisa duma mudança,
mas nunca liderada ou pensada
por este homem!

E como e memória é curta, relembremos o que disse no passado.

“Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos”.
1ª Página, 6 de Dezembro de 1983

“Posso garantir que não irá faltar aos portugueses nem trabalho nem salários”.
DN, 19 de Fevereiro de 1984

“A imprensa portuguesa ainda não se habituou suficientemente à democracia e é completamente irresponsável. Ela dá uma imagem completamente falsa.”
Der Spiegel, 21 de Abril de 1984

“Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este governo.”
JN, 28 de Abril de 1984

“Quando nos reunimos com os macroeconomistas, todos reconhecem com gradações subtis ou simples nuances que a política que está a  ser seguida é a necessária para Portugal”.
JN, 28 de Abril de 1984

“A Associação 25 de Abril é qualquer coisa que não devia ser permitida a militares em serviço” La Republica, 28 de Abril de 1984

“Não foi, de facto, com alegria no coração que aceitei ser primeiro-ministro. Não é agradável para a imagem de um politico sê-lo nas condições actuais” JN, 28 de Abril de 1984

“[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e  não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e  dos trabalhadores (…). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”.
JN, 28 de Abril de 1984

“O que sucede é que uma empresa quando entra em falência… deve pura e simplesmente falir. (…) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade.”
JN, 28 de Abril de 1984

“Não se fazem omeletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns”.
DN, 01 de Maio de 1984

“Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”.
DN, 27 de Maio de 1984

“Basta circular pelo País e atentar nas inscrições nas paredes. Uma verdadeira agressão quotidiana que é intolerável que não seja punida na lei. Sê-lo-á”. RTP, 31 de Maio de 1984

“Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos males colectivos e a indicar a terapêutica possível”
RTP, 1 de Junho de 1984.

“A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar  outros países da Europa bem mais ricos do que nós”
RTP, 1 de Junho de 1984

“Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em que nos instalámos irresponsavelmente”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação  financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar”
RTP, 1 de Junho de 1984

“As finanças públicas são como uma manta que, puxada para a cabeça deixa os pés de fora e, puxada para os pés deixa a cabeça descoberta”.
Correio da Manhã, 29 de Outubro de 1984


Governo de Salvação Nacional?

Está-me a parecer que Mário Soares quer liderar um governo de salvação nacional.
Se isso acontecer, nem Deus nos salvará!