Na base do conhecimento está o erro

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No país dos seis minutos e 47 segundos

Como é que um governo sem estratégia faz? Cobra impostos. Cada vez mais. Se Centeno fosse um operativo de um qualquer serviço de informações no universo “fleminguiano”, chamar-se-ia: Tax. Mo(o)re Tax!

No país dos seis minutos e 47 segundos o vocabulário é deslumbrante, conciso e adequado à manipulação… perdão, informação dos súbditos… perdão, contribuintes. A austeridade é uma alma penada que só assombra o passado. Segundo a retórica oficial, os vocábulos da ordem são cativações e receita fiscal. Não existiu nenhum édito sobre o significado dos mesmos, mas Mário Centeno brande-os e utiliza-os como verdadeiros instrumentos da neo-austeridade socialista. Porém, esta neo-austeridade é virtuosa. Porquê? Porque é da esquerda “geringonciana” e porque proporciona resultados primorosos para os quais só foram necessários uns meros esforços: cálculos errados, cobrança de impostos como nunca até então, pouco investimento e atrasos nos pagamentos.

Ainda não vi o presidente do Eurogrupo a corrigir o ministro das Finanças português, mas já ouvi Mário Centeno a corrigir o Eurostat. Será assim tão importante que o défice se tenha ficado pelos 0,92% ou pelos 2,96%? À primeira vista, não. Os milhões de euros injectados na CGD serão sempre um aumento da dívida. Bom seria que não tivessem sido utilizados na recapitalização da CGD.

Meu artigo no Observador. Podem continuar a ler aqui!

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Centeno. É de admirar?

costa-socrates

 

A doutrina dos “factos alternativos” implementada pela administração Trump surpreendeu o mundo ou, pelo menos, meio mundo. Mas, em boa verdade, os portugueses não deviam ter sido apanhados de surpresa. Aliás, já deviam estar habituados. Basta observar o modus vivendi dos governos socialistas! É que “factos alternativos” não passam de mentiras e as mentiras constituem o padrão de comportamento socialista desde José Sócrates.

Não é de estranhar que António Costa, um dos mais próximos colaboradores de Sócrates, assim como todos os membros do actual governo que também fizeram parte dos governos Sócrates mintam.

O que é de espantar é a rapidez com que todos aqueles que se estreiam nos governos socialistas assimilam e praticam este comportamento. Mário Centeno não é excepção!

Ah sim! Falta de vergonha também não escasseia.

 


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Para quem é o perdão fiscal socialista?

Perdão Fiscal PS


“Este é um OE diferente, que traz uma alternativa”

centeno esboço

Segundo o seu autor, Mário Centeno, o OE2016 faz a diferença. Trata-se duma alternativa.

Que não haja dúvida.

Aumenta os impostos! E isso faz toda a diferença.


Quais serão os custos desta reestruturação?

centeno e costa.png

António Costa decidiu-se por uma “reestruturação” da dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Assim, em 2016, apenas um terço do montante anteriormente acordado será pago ao FMI.

Isto significa que o Governo terá uma folga suplementar de 6,7 mil milhões de euros. Obviamente, esta decisão implica encargos. E que encargos serão esses?

Menor flexibilidade orçamental no futuro e aumento dos juros.

Posso imaginar que estes 6,7 mil milhões extras possam ser utilizados para iludir os portugueses com manobras de propaganda quanto ao défice ou afins. Lamento que  esta decisão provoque a permanência do FMI em Portugal por mais tempo. Mas, acima de tudo, pergunto-me se António Costa acredita que vai cumprir a legislatura até ao fim? É que apesar desta decisão permitir alguma flexibilidade agora acabará por provocar alguns dissabores na gestão orçamental dos próximos anos.

Tendo em mente a habitual postura socialista, o expediente aqui referido – adiar o pagamento dos compromissos assumidos – e considerando que António Costa quer completar o  mandato do seu governo, qual destas alternativas irá ser utilizada pelo Primeiro-ministro:

  • honrar os pagamentos ao FMI, segundo o calendário que agora foi revisto?
  • ou adiar os pagamentos para o fim da legislatura e deixar que o próximo governo resolva os problemas?

 


Centeno estreou-se na Assembleia da República

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E ouviu isto!

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