Na base do conhecimento está o erro

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E agora, geringonça?

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Posso imaginar a que velocidade deve estar a rodar a mente de algumas pessoas. Este valor acaba de desmistificar o que os Louçãs, Pais Mamedes, Martins, Mortáguas, Sousas e afins apregoavam há éons!

Crescimento com e apesar da dívida. E esta, hein?

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Descubra as diferenças

as diferenças CGD

Agora imagine como seria se a Catarina Martins, as irmãs Mortágua, o Jerónimo de Sousa e afins gostassem dos mercados.

É só mais um exemplo no longo registo de momentos de falta de vergonha que caracterizam a geringonça!


Mais um exemplo da falta de vergonha bloquista!

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Mariana Mortágua, um dos rostos da moral com pés de barro bloquista, não consegue expressar a realidade. Até aqui não estamos perante nada de novo. Se é verdade que existe uma separação entre a realidade e a política, tal asserção, relativamente ao BE e aos seus representantes, atinge uma amplitude incomensurável. Para os bloquistas, a única realidade que existe é a deles e mais nenhuma!

Neste video, confrontada com as perguntas, a Mortágua engasga-se e limita-se ao habitual pensamento circular que não leva a lado nenhum.

Nem vértebra, nem coluna. A lapidação já consumiu a coerência há muito. Se é que esta alguma vez existiu.

E nem vou referir a questão dos princípios, ou falta deles …

 


Da estupidez da esquerda

saldos-bancarios

Segundo o governo de António Costa e dos seus correligionários parlamentares, BE e PCP, o nosso país não precisa de dinheiro. Os bancos portugueses acabaram de perder 3.400 milhões de euros. Tudo graças à gestão da esquerda portuguesa.  As Martins e Mortáguas, os Sousas e os Costas então de parabéns!

Isto não é demagogia. É pura estupidez!


Do elementar!

riqueza


Porque é que a esquerda não gosta da história?

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Um dos maiores inimigos da esquerda, com particular incidência para a portuguesa, é a história. O conhecimento que possuem da mesma está distorcido e não é, de todo, integral. Ora, esta circunstância é mais visível no desconhecimento, imenso, que patenteiam sobre as ideias que defendem e advogam, nomeadamente, sobre a génese e os acontecimentos do socialismo e comunismo e do legado dos seus fundadores, com um destaque especial para Marx.

Não é de estranhar que estejam limitados ao apregoar de slogans e clichés, desprovidos de argumentação substantiva, que repetem para lá da exaustão.

Exemplos, quase paradigmáticos, deste paradoxo são a Mariana Mortágua e o João Galamba.

Este texto da Maria de Fátima Bonifácio fala por si:

Mariana não sabe, não tem mundo para saber como são os verdadeiros ricos. Mas sabe uma coisa: “Não se pode ser rico inocentemente.” Todos roubaram, exploraram, ou são réus de qualquer crime semelhante


Mariana Mortágua e os ricos

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O que a Mariana Mortágua sabe da Revolução dos Cravos deve ter sido fantasiado pela sua família. Quase de certeza que não teve conhecimento de todos os episódios que fizeram o período em questão.

Saberá, certamente, que na altura também tentaram acabar com os ricos. Mas, será que tem conhecimento do conversa entre Olof Palme e Otelo Saraiva de Carvalho?

Olof Palme ficou na história por ter conseguido conjugar eficazmente uma economia de mercado com um Estado Social. Pouco depois do 25 de abril, questionou Otelo sobre os seus objectivos para Portugal, A resposta imediata deste, que surpreendeu o sueco, foi: “Queremos acabar com os ricos”.

Olof Palme respondeu: “Curioso, nós na Suécia queremos é acabar com os pobres”.

A Mariana devia aprender com a história e, particularmente, com os suecos. Os portugueses deviam aprender que nenhum partido da esquerda alguma vez fará com que Portugal possa ser parecido com a Suécia.