Na base do conhecimento está o erro

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Resultados Legislativas 5 de Junho de 2011 (3)

O resultado eleitoral do MEP também só surpreende os próprios.

O problema do MEP é o seu líder.
Rui Marques está convencido da sua mensagem e não percebe que não é capaz de a passar à população.

Na minha opinião, não tem carisma e pelos vistos, só consegue alguma coisa quando apoia terceiros.

O MEP defende algo que é positivo para a sociedade portuguesa. Deve, por isso, fazer uma reflexão dos resultados obtidos e reestruturar a sua imagem e liderança.


Resultados Legislativas 5 de Junho de 2011 (2)

O resultado do BE só surpreende os próprios.
Hoje há mesmo mudança e mais um demagogo pode partir esta noite: Francisco Louçã!

Resta saber se tem coragem para se demitir.
Já se perfilavam eventuais sucessores, mas será que vamos ver um católico na liderança do BE?


Resultados Legislativas 5 de Junho de 2011

 

Sócrates foi-se e espero que o mau exemplo de serviço público que deu não seja esquecido.

Não precisamos de mais Primeiros-ministros como este!


Programas Eleitorais 6/2011

Quem tiver a curiosidade e quiser conhecer os programas eleitorais dos partidos com representação parlamentar, pode consultar os mesmos aqui:

PS

PSD

CDS

CDU

BE


O actor das telenovelas vs Homem de Estado

 

O título deste post resume bem o que se passou ontem no debate entre Paulo Portas e José Sócrates. Este último é o verdadeiro actor de telenovelas (se dúvidas persistiam, ontem ficaram esclarecidas).

Já dizia William Shakespeare (1564-1613): “A multidão escolhe com os olhos e não com a razão”.
As telenovelas estão para ficar e Sócrates quer ganhar o prémio de melhor actor.


É preciso ter lata!

Francisco “tele-evangelista” Louçã, o Senhor Demagogia, apelou pela primeira vez ao meu voto.

Vindo da mesma pessoa que “convidou” a sair os militantes que não apoiaram o candidato presidencial do BE, é preciso ter lata!

Jamais votarei neste ditadorzinho.


Um novo partido em Portugal

Independentemente da sua posição no espectro público, qualquer iniciativa que venha contribuir para o aumento da participação cidadã na vida política do Estado deve ser realçada e até aplaudida. É o caso do recentemente constituído Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN).

Na minha opinião, o PAN é, potencialmente, um partido de futuro, pois não defende ideologias, mas valores.
Todavia, o seu futuro está nas mãos dos seus dirigentes. Porquê?

Se é inquestionável que a lei deve ser revista e alterada no que diz respeito à temática dos animais, a começar pela sua definição, pois um animal não é um objecto, focalizar a acção e intervenção política apenas nesta vertente não dará frutos e, no longo prazo, terá efeitos muito mais nefastos.
Penso que o que o PAN representa é, efectivamente, uma mudança de mentalidade, onde se engloba o todo da sociedade, visando um aprofundamento do contexto social. Mas, para esse ideal ser alcançado é necessário que em primeiro lugar seja observado bem-estar das pessoas, quer físico, quer mental, para depois ser possível, com a colaboração de todos, um maior respeito e consideração pelos animais.

Por outras palavras, é preciso educar as pessoas para a cidadania e para o respeito de todos os que fazem a sociedade. Isto ainda é mais verdade em momentos de dificuldades económicas e sociais (os mais atentos sabem que Portugal e a Europa vão entrar num longo ciclo recessivo).

Um partido como o PAN, cuja base de apoio é, muito provavelmente, constituída pelos membros de associações de animais e afins, só poderá crescer se souber respeitar aqueles que se revêem nos seus valores mas que não pensam inteiramente como eles. Eu sou um deles!

Mas o essencial está aqui. Sendo um partido político, o PAN deve estabelecer uma estratégia política que vise a eleição de deputados. A lei muda-se na Assembleia da República e qualquer iniciativa legislativa terá muito mais impacto, para além dum efeito duradouro, do que uma iniciativa ou acção local. Por exemplo, creio ser muito mais útil que todos os canis tenham que se actualizar por força da lei do que apenas um, por força de uma iniciativa local.

Sei que o PAN já vai concorrer às próximas legislativas. Vamos ver como se comportam.
E esperemos que um eventual sucesso não lhes suba à cabeça, caso contrário, verificar-se-á a lei de Newton.


A realidade é mais estranha do que a ficção

Já tinha colocado a hipótese de o PSD apresentar surpresas nas listas de deputados às legislativas de 5 de Junho de 2011.

Ao contrário do que alguns amigos me diziam, mantive as minhas dúvidas quanto à possibilidade de Fernando Nobre ser candidato à Assembleia da República.
Mas hoje, o próprio confirmou ter aceite o convite para ser o cabeça de lista do PSD, pelo circulo de Lisboa.

Como alguém me disse: “A realidade é mais estranha do que a ficção.”


Distanciamento

O Diário Económico publicou uma sondagem da Marktest que mostra a preferência dos portugueses por Pedro Passos Coelho como líder do PSD e como alternativa a José Sócrates.

Esperemos que a vitória de PPC se verifique. É o único que tem reais possibilidades de conseguir com que o PSD seja capaz de vencer o PS em eleições legislativas.


Manobras

Apesar de conscientes das implicações da quebra de receitas fiscais e do aumento da despesa pública, quer o Primeiro-Ministro, quer o Ministro das Finanças sempre afirmaram que não haveria aumento de impostos. É muito provável que no seu íntimo estivessem [desesperadamente] à procura de uma maneira que lhes permitisse fazer o contrário.

Mas eis que a situação propicia o momento tão ansiado.

Não sabendo governar em minoria parlamentar, parece-me que estão a aproveitar as negociações para a viabilização do orçamento de estado para afirmar que o aumento dos impostos é inevitável e que a responsabilidade desse aumento é decorrente das propostas apresentadas pelos partidos da oposição.

Manobras ou preparação para legislativas antecipadas?