Na base do conhecimento está o erro

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Do despudor galambiano

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Estruturalmente antidemocrático e desprovido que qualquer pudor, João Galamba, cujo principal valor advém da capacidade de propagandear e de deturpar a realidade, é o exemplo perfeito do seguidista fanático. A verdade, a realidade, são secundárias perante o interesse do partido.

Incapaz de reconhecer erros, tanto os seus como o dos seus correligionários, João Galamba utiliza a diversão como principal estratégia, sustentando as suas declarações no ataque sistemático ao carácter ou nas teorias da conspiração. Por norma, a argumentação galambiana não possui substância. E não é de estranhar que assim seja, pois no seu conteúdo não se vislumbra ética, moral ou integridade.

João Galamba já tem um longo rasto de episódios reprováveis. A questão dos ajustes directos é um exemplo. Outro são as declarações sobre a intervenção que o Presidente da República fez após os incêndios de Outubro último. Contudo, com a reacção ao caso Raríssimas, João Galamba atinge um nível até agora inalcançado. Para João Galamba, o problema não é o tráfico de influências nem a corrupção. O problema é terem denunciado as práticas dum governo socialista.

Não duvidem. João Galamba ainda vai chegar a ministro. Ele bem tenta!

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Do oportunismo galambiano

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Alguém que diga ao João Galamba que este não foi “o momento mais frágil do governo“.

Foi o momento mais frágil de Portugal!

E não foi por causa dos portugueses que aconteceu.


Dos aprendizes de feiticeiros: não há polémica na CGD, como sempre o afirmamos!

costa-andrade

Esta interpretação da lei (sim, a lei sempre foi, é e será uma questão de interpretação), nos antípodas do que era a sua intenção original e que salienta a incapacidade de quem a elaborou, ainda vai ser utilizada como o argumento redentor. Não deve tardar muito.

Ainda vamos ver o Galamba e correligionários a defenderem que esta foi, desde o inicio, a estratégia do governo e que era tão boa que até o António Domingues enganou

Usualmente, aqueles que são incompetentes, e sem aptidão ou imaginação para resolver os problemas, não têm vergonha na cara.


OE2017 – Quase o paraíso socialista

j galamba

 

João Galamba classifica as observações da oposição, nomeadamente do PSD, como descaramento, defendendo que orçamento de estado restitui a “normalidade e decência no sistema de pensões” ao distinguir as carreiras contributivas longas. Sobre as restantes, só o Criador saberá.

Será que o Galamba sabe o que são impostos e pensões?

E, pelos vistos, devemos estar quase a franquear o paraíso socialista.
O OE2017 diminui as receitas, aumenta a despesa, e ainda consegue baixar o défice.


Porque é que a esquerda não gosta da história?

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Um dos maiores inimigos da esquerda, com particular incidência para a portuguesa, é a história. O conhecimento que possuem da mesma está distorcido e não é, de todo, integral. Ora, esta circunstância é mais visível no desconhecimento, imenso, que patenteiam sobre as ideias que defendem e advogam, nomeadamente, sobre a génese e os acontecimentos do socialismo e comunismo e do legado dos seus fundadores, com um destaque especial para Marx.

Não é de estranhar que estejam limitados ao apregoar de slogans e clichés, desprovidos de argumentação substantiva, que repetem para lá da exaustão.

Exemplos, quase paradigmáticos, deste paradoxo são a Mariana Mortágua e o João Galamba.

Este texto da Maria de Fátima Bonifácio fala por si:

“Mariana não sabe, não tem mundo para saber como são os verdadeiros ricos. Mas sabe uma coisa: “Não se pode ser rico inocentemente.” Todos roubaram, exploraram, ou são réus de qualquer crime semelhante.”


João Galamba, o homem dos ajustes improváveis

j galamba

 

Já sabíamos que o João Galamba era um homem de ajustes criticáveis. Agora, passamos a ter a certeza que apenas é mal-educado, incapaz de criar entendimentos. Prefere, inquestionavelmente, as fracturas.

Qualquer pessoa sabe que a democracia é a procura de consensos. Assim sendo, que faz o Galamba num partido democrático?