Na base do conhecimento está o erro

Posts tagged “ironia

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O(s) novo(s) medíocre(s)

João Mediocre2


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Afinal as máscaras servem para alguma coisa

Ferro 360


Rui Rio e os lucros

RR banca lucros

Rui Rio é um verdadeiro social-democrata e, como tal, apesar do desgosto que causou a algumas pessoas, não teve qualquer problema em dizer que o PSD era um partido de esquerda. E tem razão. A social-democracia é uma variação directa do marxismo.

Rio já manifestou a sua preferência pelo pensamento de Eduard Bernstein. Feroz crítico do materialismo histórico e das teses dialécticas, colocou em causa as ditas “leis” da inevitabilidade da concentração capitalista e do empobrecimento crescente do proletariado. Não se opôs à iniciativa privada.

Quando o líder do PSD afirma que se “a banca apresentar em 2020 e 2021 lucros avultados, esses lucros serão uma vergonha e uma ingratidão para com o povo português”, está a ir muito para além da dimensão social-democrata.

Não acredito que Rui Rio desconheça qual é o objectivo duma sociedade comercial?

E se o deputado Rui Rio acredita no que afirma, então porque não dá o exemplo, não só pela redução do seu vencimento, como também das subvenções partidárias, no período que aponta?

 

 


Estamos mais do que salvos. Estamos redimidos!

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P.S. – Prestem atenção ao colar. Que categoria!


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Estamos salvos

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Perigo de incêndio

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Recomenda-se aproximação cautelosa


A falta de vergonha bloquista continua.

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Francisco “tele-evangelista” Louçã criticou a “porta-giratória” entre o poder político e económico por considerar que a mesma origina distorções e concentração de poder.

É claro que não se estava a considerar parte nessa concentração. Louçã faz parte do conselho consultivo do Banco de Portugal. Todavia, como já não é deputado nem líder partidário, deve pensar que já não distorce nem concentra nada. Como se fosse possível, e a Francisco Louçã não é possível, deixar de fazer política apenas porque já não se dirige um partido. A exclusividade de Francisco Louçã agora é outra. No entanto, deve notar-se que esta exclusividade não só não é praticada ou cumprida como também não é impedimento para a acção política.

Não é que não exista uma ligação entre a política e a economia em Portugal. Contudo, as criticas de Louçã são incoerentes. Porquê? Porque Francisco Louçã também é um exemplo da máquina “muito bem oleada” de concentração de poder que rege Portugal. E, em boa verdade, Louçã não tem problemas com a concentração de poderes. Não. O que o aborrece é que sejam outros, e não ele, a concentrar o poder.


Ameaças vãs e chantagens baratas

Louçadas

Já o tinha afirmado e volto a fazê-lo. Quem manda no BE é o grande líder na penumbra, Francisco Louçã. Tudo o que a Martins e as Mortágua fazem, é seguir, religiosamente, o guião louçaniano.

Há poucos dias, Louçã anunciou o colapso. Claro que este apregoar não passava duma chantagem barata. Não é que a possibilidade não exista e que o BE não tenha contribuído para a mesma, contudo, o objectivo imediato relacionava-se com as negociações para o OE2018.  E, à semelhança do que é habitual, Louçã deu o mote e a Martins alimentou-o.

A previsão de Louçã falhou e o tempo é de paz(es). Pelo menos, até à próxima ameaça ou chantagem …

Todavia, o futuro continua a acontecer.

 

 


“Fatalidades” linguísticas

Destino fado

Portugal ganhou, nos “World Travel Awards”, o prémio como “world leading destination 2017”. O Primeiro-Ministro decidiu comemorar. Até aí, tudo bem. O problema está na escolha linguística.
Às vezes, as quais, por vezes, não são poucas, não escrever em português origina, entre outras circunstâncias, este tipo de coisas: “Destination” vs “destiny”. Isto para nem falar sobre a incorrecta utilização das preposições.

Eu acho que é o destino. Não me refiro ao dos turistas. É mesmo o destino dos portugueses. Alguns, dirão fado. Outros, sina. (Abraham Lincoln diria “a última e a mais completa medida de devoção”). Independentemente da preferência, Portugal merecia melhor.
P.S. – Não consigo deixar de pensar no que aconteceria se o termo fosse “fado”? Será que o escritor utilizaria “fate” no sentido de fatalidade? Ou iria mesmo para a música?

Centeno estreou-se na Assembleia da República

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E ouviu isto!

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Descaramento

Antonios

António Costa afirmou que “(…) há pessoas que tem mau perder”.

Pois há! São as mesmas pessoas que correram com aqueles que ganharam eleições para o PS.


Uma questão de Sobrevivência

ps-logo

Para os mais distraídos, o que está em causa não é a sobrevivência do António Costa. É a sobrevivência do PS!


Capitalismo de esquerda


Será?

A vaidade é bem capaz de ser a maior causa dos afogamentos públicos.