Na base do conhecimento está o erro

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OE 2020 e os ministérios

Orça ministérios


Neoausteridade

Neoausteridade

Três mil setecentos e cinquenta e um milhões de euros!

Em 2016, esta foi a receita de impostos com a gestão «geringôncia».

Como será em 2017?

E não. Não é austeridade. É Neoausteridade!


Cêntimos. São só de cêntimos!

gerin-gonca

A austeridade acabou. Mas a geringonça persiste nos aumentos de impostos. E fica estupefacta parente as reacções dos portugueses.

Cêntimos. Os nossos aumentos de impostos são só de cêntimos! – argumentam.

Qual é o milhão que não é feito de cêntimos? – pergunto.


(mais) Demagogia de esquerda

Segundo o BE e o PCP (e afins), até parece que a Jerónimo Martins vai entregar à administração pública holandesa os impostos que derivam da actividade que irá continuar a desenvolver em Portugal!

Haja paciência para estes demagogos!


Sobre a Jerónimo Martins

A primeira pergunta que faço é:  Se estivessemos no lugar dele que fariamos?

Confesso que não fiquei surpreendido pela decisão da família Soares dos Santos.
Não tenho a menor dúvida que a mesma se deve à instabilidade fiscal (e não só) que caracteriza o nosso país – autêntico entrave ao crescimento das empresas – e não pelo pagamento de (menos) impostos ao Estado.
Para aqueles que estão atentos, sinais que tal se poderia verificar não faltaram. Ainda há pouco tempo, a Jerónimo Martins anunciou que, em 2012, iria investir 800 milhões distribuídos pelos seguintes países: Colômbia – 400 milhões; Polónia – 300 milhões; e Portugal – 100 milhões. Ora, ninguém perguntou o porquê desta distribuição? E, por curiosidade, alguém sabe quanto custa o dinheiro em Portugal? Já agora, quanto passará a custar se sairmos do euro?
E, muito naturalmente, não devemos esquecer há quanto tempo a Jerónimo Martins foi para a Polónia .
Tudo isto é muito simples: pela internacionalização, o rácio de crescimento pode ser geométrico enquanto que ao nivel nacional o mesmo apenas é aritmético. Para além disso, sem lucros não é possível investir. Logo, se a carga fiscal que incidir sobre os lucros for maior…
Por fim, a data para a execução desta decisão é assim tão surpreendente?

A segunda pergunta que faço é: Das empresas que fazem parte do PSI-20, quantas (ainda) estão sediadas em Portugal? E na sequência desta, onde está sediada a família Espírito Santo? E a Sonae?

Quanto ao cidadão Alexandre Soares dos Santos e as suas posições, sejamos razoáveis. É um homem com muito valor que certamente já se cansou de pregar no deserto.

Finalmente, eu não farei boicote ao Pingo Doce. Enquanto lá continuar a encontrar produtos mais baratos é lá que continuarei a comprar. Mesmo que tivesse dinheiro para comprar mais caro não o faria.


Medidas como esta não são solução

A possibilidade de um imposto especial que verse sobre os rendimentos dos mais ricos não é uma questão de justiça. É, antes de mais nada, uma questão de gratidão. E deveriam ser aqueles que mais obtêm da sociedade os primeiros a estar dispostos para retribuir o que lhes é dado.

Mas mais medidas como esta não são a solução. E não devem tornar-se regra!

Precisamos é de verdadeiros cortes na despesa e da canalização de recursos para os sectores que permitam fazer com que Portugal seja capaz de ser auto-suficiente. Pelo menos, no que respeita ao alimentar da sua população.