Na base do conhecimento está o erro

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Dignity

Dignidade

Ask a nation to manifest through a referêndum
is an example of dignity.

And fulfill the treaties signed? Or honor commitments?

It is also not worthy?

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Coherence, consistency and consequences (Coerência, consistência e consequências)

To the best of my knowledge, no one is telling Mr.Tsipras and Mr. Varoufakis they can not fulfil the promises made to the greek people, expressed in Syriza’s political manifesto. They were legitimately elected and must be the first ones to know if it is possible to reconcile such promises with the Greek external obligations.

The greek government is within its rights to stop payments to creditors, an option consistent with the electoral promises.
And if they are not willing to come to terms with the Eurogroup, because of promises made, then they should be consistent with this position and accept the inherent responsibility: Leave the Euro and become the master of their own destiny.

Greece’s problem is much more endogenous than exogenous. Quite naturally, they want and cherish the welfare state. However, Greece is unable to support and sustain its own welfare state due to poor collection of taxes. This is a chronic problem, which the current greek government has not yet addressed.

Ironically, Tsipras and Varoufakis seem to be loyal followers of a german philosopher. Kant believed that one must do what is right regardless of the consequences.
But, in this case, the consequences will be experienced by the greeks.

Be that as it may, Portugal has a lot to gain with this standoff.

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Ninguém diz a Tsipras e Varoufakis que não podem cumprir as promessas feitas ao povo grego, expressas no manifesto político do Syriza.
Eles foram legitimamente eleitos e devem ser os primeiros a saber se é possível conciliar tais promessas com as obrigações externas gregas.

O governo grego está no seu direito de parar de pagamentos aos credores, uma opção consistente com as promessas eleitorais.
E se não estão dispostos a entrar em acordo com o Eurogrupo, por causa de promessas feitas, então eles devem ser coerentes com esta posição e aceitar a responsabilidade inerente: Deixar o Euro e tornarem-se mestres do seu próprio destino.

O problema da Grécia é muito mais endógeno do que exógeno. Muito naturalmente, os gregos querem e valorizam o estado social. No entanto, a Grécia é incapaz de apoiar e sustentar seu próprio estado social devido à má cobrança de impostos. Este é um problema crônico, que governo grego atual ainda não abordou.

Ironicamente, Tsipras e Varoufakis parecem ser fiéis seguidores de um filósofo alemão. Kant acreditava que um deve fazer o que é certo, independentemente das consequências.
Mas, neste caso, as conseqüências serão sentidas pelos gregos.

Seja como for, Portugal tem muito a ganhar com este impasse.


PAN: programa eleitoral europeias 2014

O programa eleitoral que o PAN apresenta às eleições europeias do próximo dia 25, não é uma desilusão total, mas anda lá perto.

É um programa marcadamente sectário, que, embora possa ser considerado coerente com aquilo que a actual direcção nacional do partido defende, não oferece nenhuma possibilidade de compromisso com aqueles que não pensam da mesma maneira. A democracia é a procura de consensos. Teoricamente, nenhuma parte deverá conseguir implementar 100% do que defende. É saudável expor as suas ideias e ouvir as dos outros. Mediante as diferentes exposições, o compromisso será estabelecido e por ele, com a adesão de outras “partes”, uma proposta parlamentar poderá ser votada favoravelmente. Não é o que transparece neste documento. Não estabelece pontos de contactos para além das “suas” congéneres europeias.

Não é difícil perceber que a retórica dominante é de esquerda. Não que tal seja errado, mas o PAN não deve ser uma vertente da esquerda. Tem, ou deveria, ser algo com identidade própria.

Inacreditavelmente, nenhuma das propostas incluídas no documento são passiveis de realização durante o período do mandato. Estamos, portanto, perante uma quimera. Mas o que mais me entristece é não haver qualquer ponto específico sobre a educação. Para um partido que procura uma alteração de comportamento que só será possível através duma mudança de consciência, referências implícitas são inúteis e até nocivas. Aquilo em que acreditamos deve ser claramente expresso. Afinal de contas, é o que nos distingue dos outros!

Apesar destas lacunas, o programa tem pontos e propostas positivas. Infelizmente, como não são consideradas politicamente, são meras expressões de fé ou – no caso do PAN será mais adequado – o resultado de meditações.

Fico na dúvida se a diferença entre supranacionalidade e intergovernamentalidade é percebida.
Na minha opinião, é uma pena que isto se esteja a verificar num partido com bastante potencial para ser diferente.

Ao menos, o cabeça de lista do PAN acredita na Europa. Valha-nos isso!

P.S. – A probabilidade de eleger deputado(s) é considerável. Mas, esse cenário não acontecerá devido uma escolha inclusiva dos eleitores. Antes pelo contrário. E, para aqueles que não sabem, as escolhas por exclusão possuem pés de barro.


To whom it may concern

Putin Dugin Karaganov

Concerning Europe, this is what Putin and “entourage” desire:

 

Russians want to be in,
throw the Americans out
and keep the germans down.

 

Which they will only accomplish with NATO disbanding.


Crise europeia (2)

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Crise europeia

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Andam todos à nora!

Enquanto o ministro francês dos assuntos europeus afirma que a zona euro sobreviverá sem a Grécia, a Comissão Europeia diz que não é possível permanecer na UE sem pertencer à zona euro.

Felizes dos países da UE que não aderiram ao euro.

P.S. – quem é que se está a rir?