Na base do conhecimento está o erro

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Da gestão pública

Considerando o período que vai desde 25 de Abril de 1974 até ao ano corrente, não há nenhum partido português que tenha sido governo que possa ser isentado de responsabilidade pelo aumento da dívida pública.

Entre 1980 e 2005, Portugal teve 12 governos de diversos partidos e a divida pública aumentou cerca de 30%;

Em 2004, ano anterior ao ínicio do consulado Sócrates, a divida pública estava no limite estabelecido nos tratados com a CEE;

De 2005 a 2010, período dos governos Sócrates, a divida pública aumentou mais de 30% e quase duplicou;

Em 2011, no fim da governação Sócrates, a divida pública atingia cerca de 95% e estava 35% acima do limite estabelecido nos tratados com a CEE.

Em seis anos, os dois Governos de José Sócrates conseguiram gastar mais do que doze Governos em vinte cinco anos.


Leituras indispensáveis (11)

Portugal:
Dívida Pública
e Défice Democrático

Na minha humilde opinião, considero que este livro devia ser de leitura obrigatória.
Há muito boa gente que se prenuncia sobre estes assuntos sem saber do que está a falar nem o que está a dizer.
(os meus agradecimentos à Fundação Francisco Manuel dos Santos!)


110%

110% do PIB!

Este é, segundo o Eurostat, o valor da nossa dívida pública.

(graças aos gestores políticos, principalmente os do PS e, particularmente, José Sócrates).


E se o Euro acabar (4)?

Entrar no Euro é muito bem capaz de ter sido um erro. Mas sair de livre vontade da zona Euro é outro.
Corrigir um erro com outro erro não é a solução.
E, verdade seja dita, para já Portugal não tem alternativa.

Agora, se o Euro acabar, isso será outra história.


E se o Euro acabar (3)?

Se tivermos em conta que Portugal tem uma dívida no produto no valor de 100% do PIB, e considerarmos que um retorno ao escudo poderá implicar uma desvalorização deste para metade, que implicações decorrem daqui no valor da riqueza nacional e na percentagem da dívida no produto?

A saída do Euro será a entrada de Portugal na bancarrota?


7,5%

Os juros da dívida pública nacional ultrapassaram os 7,5%.

Lamento, mas não há nada que possa explicar a incompetência do nosso Ministro das Finanças.

É perfeitamente aceitável que faça projecções de acordo com determinados parâmetros.

Mas é incompreensível que expresse publicamente os limites considerados. Ao fazê-lo, está a sujeitar as obrigações do tesouro a maiores pressões.

Será que não se apercebe das consequências das suas declarações?