Na base do conhecimento está o erro

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Ajuda (in)voluntária?

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A decisão do governo de acabar com a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), sobre as pensões, que se aplicava às pensões superiores a 4.611 euros, vai ter as suas consequências. O estado vai deixar de poupar 24 milhões de euros e o Ricardo Salgado irá passar a receber mais dezasseis mil e setecentos euros por mês.

Como diz o Henrique Pereira dos Santos, é desta que o Ricardo Salgado vota no Bloco de Esquerda!

(Nota: Não coloco em causa o valor da pensão de Ricardo Salgado que, tendo descontado para o efeito, tem direito à mesma).


Sondagem – significado?


Sinais de recuperação. E a reforma do Estado?

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a economia portuguesa cresceu 1,1% no segundo trimestre deste ano.
A leitura que faço é que este crescimento, se se mantiver, pode significar que uma mudança estrutural na economia portuguesa. E, para todos os efeitos, estamos perante um resultado que deriva das medidas (e sim, nem todas foram boas) tomadas pelos anteriores Ministros das Finanças e da Economia.

Vozes sociais-democratas afirmam que estas políticas devem continuar.

Mas, onde anda a reforma do Estado?
Será que o Mr. 2,3 mil milhões de euros – Portas e equipa – vai deitar a perder tudo o que de bom foi feito por Gaspar e Santos Pereira?

Será que os políticos vão reiniciar o gasto acima das possibilidades?
E se assim for, para que serviram todos estes esforços?


Isto não é exemplo!

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Se o país atravessa dificuldades, então, em princípio, todos os cidadãos devem contribuir para a solução dos problemas. Ora, as dificuldades que vivemos foram causadas por alguém e resultam directamente da incapacidade e inabilidade dos nossos representantes eleitos, cujas decisões políticas e de gestão nos trouxeram a este ponto.

É, para mim, inaceitável que haja pessoas ou grupos de pessoas, com responsabilidade, que fiquem dispensadas de colaborar na recuperação do país. Considero, por maioria de razão, que todo e qualquer privilégio que seja aplicado aos “políticos” é, no mínimo, imoral.

O Jornal i publica hoje a seguinte notícia: Cortes nas reformas deixam políticos de fora.

Isto não é exemplo. Ninguém, excepto aqueles que têm necessidade de apoio para sobreviver, deve ficar isento.

E ninguém me tira da cabeça que a isenção atribuída aos juízes não passa duma estratégia básica que visa uma futura eventual passagem constitucional de algo já anteriormente tentado e não conseguido.


Sondagem – decisão Tribunal Constitucional


Eis a questão!

Não gostamos de pagar (tantos) impostos.
Não gostamos de reduzir (tanta) despesa.

Que fazer?
Não pagar?


Como poupar 1000 milhões de euros

Se extinguir 1712 lugares dirigentes e 137 entidades públicas representam uma poupança de 100 milhões de euros no OE de 2012, para se poupar 1000 milhões na Administração Central do Estado apenas é necessário extinguir 17120 lugares dirigentes e 1370 entidades públicas.

Verdade ou mentira?


Sócrates, o tinha razão!

Qual é o problema de Portugal estar na falência?

José Sócrates tinha razão no PEC1.
José Sócrates tinha razão no PEC2.
José Sócrates tinha razão no PEC3.
José Sócrates tinha razão no PEC4.

E, para ter razão,
só precisou de aumentar a despesa!