Na base do conhecimento está o erro

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Agravar o IRC para baixar o IRS!!!

PCP BE 2

Entre várias medidas que Catarina Martins e Jerónimo de Sousa estão a negociar para a viabilização do próximo orçamento de estado, está o agravamento do IRC, às empresas com maiores lucros, como contrapartida do aliviar do IRS.

Alguém, de bom senso, está surpreendido com esta escolha?

O que é paradoxal, é que o agravamento do IRC pode implicar despedimentos. Todavia, nem o PCP, nem o BE, se preocupam com os desempregados. Só com os trabalhadores. E nem estes podem ficar sossegados.

P.S. – Espero que estejam a fazer contas ao aumento de encargos sociais que poderão emergir desta medida. Infelizmente, creio que estarei a esperar demasiado.

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Coerência comunista

pcp-j-sousa

A esquerda, em particular o PCP, insistem no aumento do salário mínimo para seiscentos euros. Mesmo sabendo que daí poderá resultar desemprego.

Como o PCP defende os trabalhadores e não os desempregados, esta posição não é de estranhar.


Pois é … com o mal dos outros podemos nós

No dia 10 de Outubro de 2010, neste post, coloquei uma hipotese verdadeiramente idealista, alguns dirão utópica, cujo efeito seria a minimização do espectro do desemprego (em tempos de crise) e das consequências dele provenientes.

No entanto, no que eu qualifico como um acto de boa gestão, o responsável da empresa onde trabalho teve precisamente essa postura.
É claro que há um choque momentâneo pela redução do salário (não estivessemos nós formatados para o eu), mas quando vemos que os colegas de trabalho – independentemente do grau de amizade com qualquer um – continuam todos a trabalhar, esse choque acaba por se diluir.

Como referi, do aumento do desemprego advém algumas circunstâncias. Uma delas é esta:
Vítor Gaspar: há uma “incerteza considerável” sobre as contas da Segurança Social

Como é que diz o ditado popular?
Com o mal dos outros posso eu bem?
Não deviamos.


(in)coerência

Acredito na iniciativa privada e no mercado, ou seja, acredito no capitalismo.
Mas há coisas que não percebo.

Segundo Fernando Ulrich, o BPI manteve o rácio de lucros e reduziu a dependência do Banco Central Europeu.
No entanto, apesar desta performance, o banco vai reduzir a rede de balcões e diminuir o número de funcionários.

Porquê?


Alguém me diz?

Como é que um político,
que nunca esteve desempregado
pode dizer a um cidadão,
que enfrenta essa adversidade,
que o compreende?


Que futuro?

Desemprego e confrontos sociais é o que nos espera!

Já era previsível. Mas, agora quem o diz é do FMI (aqui).

 


Fim do desemprego em Portugal!

Graças a uma brilhante estratégia delineada pelo Governo português, doravante é possível ter esperança no fim do desemprego em Portugal.

Como, perguntam?
Através de medidas como esta:
Os inquéritos passam a ser exclusivamente feitos por telefone (aqui).

Para aqueles que não possuem telefone fixo em casa, e que eventualmente estejam desempregados, esta medida é a resposta aos seus pedidos. Não conseguem emprego ou trabalho e passam a ser ignorados.

O subserviente (é preciso agradar sempre quem está no poder) Instituto Nacional de Estatística (INE), conhecedor do impacto que a introdução duma metodologia deste género provocará na análise dos dados, considera que a altura em que se verifica a maior taxa de desemprego alguma vez registada no nosso país é a indicada para efectuar mudanças na recolha de informações.

Sinceramente, acho que devemos agradecer aos homens e mulheres que trabalham na administração pública de Portugal, tanto no Governo como demais organismos e instituições, por se preocuparem tanto com os portugueses.