Na base do conhecimento está o erro

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Sobre o FMI e a reforma do Estado

Há anos que defendo uma reforma do Estado e uma adequação da CRP aos dias de hoje.
Foi fácil perceber que os nossos representantes eleitos dificilmente teriam essa iniciativa.
Assim, a ser verdade, ainda bem que especialistas estrangeiros (FMI) são consultados com esse fim.
Vou esperar pelas sugestões/modificações que vão apresentar para fazer a minha análise crítica e as minhas observações.

P.S. – Espero que finalmente todos os titulares de cargos públicos, particularmente os deputados e autarcas, passem a ter o mesmo limite constitucional de mandatos que é imposto ao Presidente da República. A primeira reforma/renovação do Estado passa por aqui.

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Fazem parte do problema. Não querem redução de deputados.

António José Seguro anunciou que o PS apresentará até ao final do ano uma proposta para a redução do número de deputados da Assembleia da República.
Embora seja louvável – resta saber qual é a redução – não se deixa de vislumbrar populismo nesta medida o que nos leva a questionar o nível de convicção intrínseco à mesma.

Relativamente à problemática do sistema semi-presidencialista, sobre o qual o líder do PS nada disse, e que é o nosso principal problema de âmbito político,  reservo os meus comentários.

Naturalmente, as reacções não se fizeram esperar.
E as mais intensas foram as do PCP e BE, tendo sido, diga-se, vergonhosamente exemplares.

 


Jerómino de Sousa diz que o PS quer alterar o princípio da proporcionalidade.

Para Francisco Louçã, que não tem qualquer argumento para sustentar a não redução, trata-se dum truque eleitoral.

No que respeita a estes dois partidos, se existe coisa que não lhes interessa é a redução de deputados.
E não aceitam que o problema é o exagerado número de deputados e a escassa proporcionalidade entre o litoral e interior que resulta da distribuição plasmada na actual lei eleitoral.

É fácil usar o argumento “arco da governabilidade” e escudar-se em nunca terem estado no governo, mas PCP e BE  não querem reformar o Estado ou tampouco diminuir a despesa. 
Nem podem querer, caso contrário estão a renegar tudo aquilo em que acreditam.

Esta é a verdade:
PCP e BE jamais serão solução. Fazem parte do problema!


Será preciso dizer mais?

Na casa da Democracia, a mudança de geração acompanha os tempos e espelha o país no défice, embora este seja de cariz cultural.

Vejam este video 

e fiquem com algumas das benesses que os partidos dão à República!

 


Porquê?

Se o Presidente da República tem limitação de mandatos, se os Presidentes das Câmaras Municipais e os Presidentes das Juntas de Freguesia têm limitação de mandatos, porque é que os deputados não têm limitação de mandatos?

A CRP, no n.º 1 do Art.º 118, o Princípio da Renovação, estipula que nenhuma pessoa pode exercer a título vitalício qualquer cargo político.

Ora, apesar de estar inerente à mesma uma enorme subjectividade, uma vez que ninguém exercerá toda a vida o mesmo cargo, quando se estabelece uma comparação entre os titulares dos cargos supramencionados, parece-me que a expressão “a título vitalício” assume outra circunstância quando nos referimos aos deputados.
A inexistência dum limite de mandatos faz a diferença, diluindo consideravelmente a subjectividade e diminuindo a relatividade da perspectiva.

Para todos os efeitos, mesmo um deputado que só tenha exercido funções durante uma legislatura, fê-lo vitaliciamente.


O PSD vai fazer umas surpresas

Estou em Riga de partida para regressar a Portugal!

Acabaram de me confirmar o que já me haviam dito: que o Pedro Passos Coelho dá ouvidos ao Artur Pereira (Director Nacional de Campanha de FN).
Não sei se é verdade, mas não estranharei se for. Está, naturalmente, no seu direito.

Só direi o seguinte:
a possibilidade de o PSD ter um candidato surpresa nas suas listas de deputados é grande.

Pessoalmente, não acredito que tal aconteça. Mas, em política, tudo deve ser considerado.


A vida continua …

 

… igual!!!

WHAT ELSE IS NEW?

(O exemplo dos nossos deputados)

 


Tiro no pé (2)

Perante determinadas opções, não é possível deixar de considerar que se a escolha tivesse sido outra, talvez a vitória já fosse uma certeza. Mesmo sem maioria!

Quem dá tiros no pé magoa-se!

 

P.S. – Principal beneficiado? Francisco (Tele-evangelista) Louçã