Na base do conhecimento está o erro

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O Socialismo e a intransigente defesa da legalidade.

No Estado Novo havia corrupção, leis feitas à medida, cartéis. E não existia liberdade, responsabilidade, ética. É deveras curioso mas, considerando a realidade de 2018, devemos viver no Estado Velho!

Algumas notas introdutórias são necessárias para a compreensão desta reflexão. Primeiro, ética tem origem na palavra grega ethos que significa «costume superior» ou «portador de carácter» abrangendo pensamento e comportamento. Segundo, a maioria das pessoas desconhece que Adam Smith antes da Riqueza das Nações escreveu a Teoria dos Sentimentos Morais, cujo objecto de análise é a filosofia moral através do carácter. Sendo complementares não é possível dissociar os conceitos destas duas obras. Terceiro, a liberdade é um valor e não um instrumento ou um mecanismo. A liberdade é o mais alto dos valores e dela decorre toda a responsabilidade.

Sabemos que o socialismo opta pela igualdade em detrimento da liberdade. Ora, exigindo a liberdade responsabilidade e responsabilização, esta não é possível sem sustentação ética. Logo, a ética não é um requisito fundamental para o socialismo.

Meu artigo no Observador. Podem continuar a ler aqui!

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Para quem é o perdão fiscal socialista?

Perdão Fiscal PS


Carlos César

CarlosCesar Acores 2012

Imagino que a primeira recomendação de Carlos César a António Costa, futuro Primeiro-Ministro, seja a compra do “Atlântida” para ajudar os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo?

Os parceiros dos acordos aplaudirão.

E tenho a certeza que contará com o apoio suplementar da CGTP-IN


“Não há pressa”

c-cesar

“Não há pressa” afirma Carlos César.
O dito Acordo de esquerda, que nunca existiu e que ainda não existe, será apresentado durante a discussão do programa de governo.
Os socialistas, ou melhor, os costistas continuam a demonstrar falta de humildade e a não reconhecer que mentiram quando bradaram aos ventos a existência do Acordo.
Acabaram de ganhar mais tempo para as negociações com o PCP e o BE. Resta saber se serão capazes de chegar a acordo e a até que ponto o programa eleitoral do PS não ficará na gaveta.


Lealdade ao país ou ao partido?

Se não me engano, Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores, encomendou, durante a legislatura de José Sócrates, um ferryboat aos Estaleiros de Viana do Castelo. Naturalmente, o “Atlântida” teria que respeitar algumas características, contratualmente estipuladas. É perfeitamente normal que assim seja. No entanto, por uma questão de pormenores o Governo Regional dos Açores rejeitou o “Atlântida”, o que, considerando o valor do mesmo e a situação financeira dos Estaleiros, não é uma atitude solidária.

Não é que não esteja no seu direito, mas será que a posição de Carlos César, e do Governo Regional dos Açores, seria a mesma se o Governo nacional ainda fosse liderado por José Sócrates?

Isto é mais um exemplo do tipo de postura que grassa na classe política portuguesa.
Os políticos são mais leais aos partidos políticos, e seus líderes, do que ao país.

Repetidamente colocam o interesse partidário – e com isso a manutenção da actividade política individual – à frente do interesse nacional.

P.S. – Ironicamente, ou mera falta de vergonha, Carlos César pediu ao Primeiro-Ministro para os Açores aquilo que não soube demonstrar aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, “solidariedade nacional“.