Na base do conhecimento está o erro

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Da estupidez da esquerda

saldos-bancarios

Segundo o governo de António Costa e dos seus correligionários parlamentares, BE e PCP, o nosso país não precisa de dinheiro. Os bancos portugueses acabaram de perder 3.400 milhões de euros. Tudo graças à gestão da esquerda portuguesa.  As Martins e Mortáguas, os Sousas e os Costas então de parabéns!

Isto não é demagogia. É pura estupidez!


Todo o sagrado é profanável

Um dos melhores sinais para mensurar o nível de desorientação, de incapacidade e de incompetência para lidar com as circunstâncias é a cedência dos limites. O zénite de tal constatação é o redesenho unilateral da fronteira do sacrossanto. Claro que o sagrado é um conceito flutuante. Afinal, o que é que não é inviolável?

Se, eventualmente, seria tolerável uma variação de fronteiras na democracia representativa, por esta estar no âmbito político e depender, em ultima análise, da vontade individual de participação, uma profanação nos ritos da maior religião global – cuja circunferência é integralmente espiritual – a propriedade privada económica, concretamente, na confiança que rege o vínculo entre o banco e o depositante, irá para além do desejado e poderá colocar em risco o próprio regime, tanto económico como político.

Com este “(…) acordo sobre as regras de liquidação de bancos em dificuldades (…)”, a quebra da confiança é uma realidade.
Tendo sido anteriormente afirmado que a mesma seria apenas circunscrita ao Chipre, quem é que acredita que os depósitos com montantes inferiores a 100 mil euros são efectivamente sagrados?

Todo o sagrado é profanável!

Actualmente, esta é a regra. Infelizmente!


Lá se vai a confiança


As declarações de Jeroen Dijsselbloem, Presidente do Eurogrupo, revelam até que ponto vai o leque de possibilidades considerado.

Lamentavelmente, para além dos resultados práticos, a queda das bolsas, só serviram para aumentar a desconfiança dos investidores e da população face às instituições bancárias e aos dirigentes europeus.
Já não bastava a falta de confiança nas instituições económicas e políticas nacionais e respectivos intervenientes. Não. Era preciso fazer com que essa desconfiança aumentasse de grau.

Jeroen Dijsselbloem, em virtude das reacções dos mercados, veio horas depois corrigir as suas afirmações, dizendo que as medidas negociadas para o Chipre são apenas destinadas a este país e que não serão aplicadas nos restantes países já intervencionados.

Pior a emenda que o soneto. Infelizmente, a genuinidade das suas primeiras palavras fala por si.


Mercado imobiliário: critério da dação

Os principais beneficiários com a especulação imobiliária dos últimos 35 anos foram os bancos!
Creio que ninguém duvidará desta afirmação.

Notem que não lhes bastou fazer empréstimos para a habitação. Para além disso, determinavam o valor da habitação e/ou propriedade pelas avaliações (serviço pelo qual se cobravam) e ainda financiaram a construção.
Reparem que digo construção e não construtores. Obviamente também o fizeram. Porém, bastava alguém ter um terreno e conseguir licenciar um projecto que os bancos financiavam imediatamente. Mesmo aqueles que nem sequer tinham capital para aprovar os projectos. Naturalmente, não financiavam tudo mas esta era regra.

A mudança de posição da coligação governamental no crédito à habitação é, no mínimo, reprovável.
E a diferença de posição passou da entrega do imóvel que garantia o pagamento total do crédito ao banco para o valor da avaliação actual do imóvel.
Este é o critério na nova proposta do PSD/CDS-PP.

Parece-me evidente que o montante da avaliação actual nunca terá em conta as circunstâncias do mercado aquando da aquisição,  mas sim o valor corrente do mercado.


Vitor Gaspar (5)

José Gomes Ferreira – O Estado admite entrar no capital social dos bancos que não passarem na avaliação da Troika?

Vitor Gaspar – Existem procedimentos supletivos que são conhecidos de todos.


Banqueiros que não gostam de dinheiro?

Os homens fortes da banca portuguesa não têm vontade de deitar as mãos ao pacote de 12 mil milhões de euros que o programa de resgate do FMI e da UE reserva ao sector, sustentou esta segunda-feira Ricardo Salgado. No dia em que se soube que o financiamento do BCE aos bancos a operar em Portugal disparou em abril, o presidente do Banco Esprito Santo veio dizer que o montante acertado com a troika é mesmo um pouco elevado.

Que pensar quando os banqueiros afirmam não querer dinheiro?
Das duas uma: ou a saúde financeira do BES é verdadeiramente sólida e recomenda-se ou Ricardo Salgado não quer sujeitar as contas do BES a escrutínios suplementares?


Equidades (?)

 

Faz-se um depósito no banco que se escolhe e recebe-se um juro de 1,5%!

Pede-se um empréstimo nesse mesmo banco e cobram-nos 12%!

Que dizer deste tipo de equidades?