Na base do conhecimento está o erro

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Gestão agrícola pública

Costa sobreiros

António Costa sabe tanto de gestão pública como de agricultura.

Os sobreiros não se dão na areia. Isto não é novidade. Ou, pelo menos, não deveria ser. Uns, já mudos, sabiam disto. Outros, falantes, desconhecem-no.

Repito: Os sobreiros não se dão na areia. E as tentativas para o conseguir, i.e., plantar sobreiros nas dunas só demonstram as miragens que alguns políticos prometem, particularmente aqueles que defendem que o futuro de Portugal depende dos pinhais de sobreiros.

Mas tenham calma. Não se precipitem ou ofendam porque se António Costa tivesse tentado plantar um sobreiral de pinheiros, o oásis não seria menor e o destino seria igual.

Os sobreiros morreram, mas António Costa continua a prometer ilusões. Porquê? Porque sabe que os portugueses são a areia onde planta as ilusões. Para António Costa, Portugal não passa dum oásis! E assim deve continuar a ser porque quando as ilusões não resultarem o socialismo morrerá.

Como tal, para António Costa a diferença entre pinheiros e sobreiros é irrelevante. Tudo o que interessa é manter o poder.


Será que ainda vamos a tempo?

Assunção Cristas, Ministra da Agricultura do actual Governo, expressou a sua preocupação pela quebra registada na produção cerealífera nacional.

Tendo em conta a política de desenvolvimento seguida pelos sucessivos governos portugueses e das consequências da mesma no sector primário da nossa economia,  independentemente das nuances climatérias, é de admirar que a produção portuguesa de cereais tenha chegado ao nível a que chegou?

A questão que se deve colocar é:
Será que ainda vamos a tempo de recuperar o sector primário português?
Pessoalmente, receio que o tempo que perdemos implique um período de recuperação demasiado longo para as necessidades imediatas, que vão ser agravadas pelo tempo de austeridade que vivemos.

Mas o importante é não continuarmos iludidos. Um país que importa 75% do que come, não é um país independente.
Por incrível que possa parecer, o que está em jogo é o nosso futuro como Nação.

Julgo ser um imperativo nacional a apresentação de medidas que visem o ressurgimento da agricultura e pescas. Em Portugal, há demasiados terrenos ao abandono que podem ser aproveitados e recuperados e~, no que respeita ao mar, ainda temos um know how e estruturas excelentes que podem – e devem – constituir um ponto de viragem.

Haja coragem política para fazer o que é imprescindível. Fartos do que é conveniente estamos nós.