Na base do conhecimento está o erro

Posts tagged “acordo de esquerda

Orçamento para a Educação sem austeridade

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“Apesar da redução na despesa com a Educação entre 2012 e 2015, o primeiro Orçamento de Passos para a tutela ultrapassava a previsão para 2017”.

Até a Fenprof quer saber onde vai ser cortada?

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O Costa depende da “concórdia”

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Não podemos, nem devemos, dizer que haja deriva.

Mas à vista será a regra!

O Costa depende da “concórdia”


SMS Martins

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Depois de ter sido recebida pelo Presidente da República, Catarina Martins, a líder do bloco de esquerda afirmou que existe “(…) uma solução estável, credível e duradoura, para o horizonte de uma legislatura (…)”.
Todavia, no Parlamento, a NATO dividiu a solução, afastou a credibilidade e obliterou o horizonte.

Já tivemos o camarada Cassete Carvalhas.

Agora temos a SMS Martins!


E a pluralidade. Não interessa?

Não é apenas por causa duma decisão estratégica que o BE e o PCP não querem fazer parte do governo de António Costa.

A verdadeira razão, que está disfarçada numa capa de estratégia, deve-se ao facto de ambos estes partidos não possuírem vocação governativa democrática.

A pluralidade não faz parte da sua essência!


“Não há pressa”

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“Não há pressa” afirma Carlos César.
O dito Acordo de esquerda, que nunca existiu e que ainda não existe, será apresentado durante a discussão do programa de governo.
Os socialistas, ou melhor, os costistas continuam a demonstrar falta de humildade e a não reconhecer que mentiram quando bradaram aos ventos a existência do Acordo.
Acabaram de ganhar mais tempo para as negociações com o PCP e o BE. Resta saber se serão capazes de chegar a acordo e a até que ponto o programa eleitoral do PS não ficará na gaveta.


Inaceitável (2)

a-costa-inaceitavel

António Costa queria ser indigitado para formar governo sem o acordo de esquerda concluído.
E ainda se admira de não ter sido?


O PCP e o acordo da esquerda

Jeronmo e costa

Estrategicamente é natural que o PCP esteja disponível para esta iniciativa. Jerónimo tem que conter os efeitos, tanto endógenos como exógenos, do mau resultado eleitoral. Como tal, tem que estar à frente do BE. Até porque os bloquistas são o seu principal adversário e objectivo. Este acordo serve como uma luva para os interesses comunistas.

Paradoxalmente, não deixa de estar a dar mais importância ao resultado do BE do que devia. O resultado eleitoral do BE é menos consolidado do que o dos comunistas.

Por fim, tendo em conta que o PCP ficou atrás do BE, em votos e deputados, o histórico da convivência e relação entre estes dois partidos, não creio que seja possível chegar a um entendimento num único Acordo.

No meu entendimento, o cenário mais provável é a elaboração de dois acordos: PCP + PS e BE + PS.