Na base do conhecimento está o erro

responsabilidade

Da necessidade do Estado

O Estado não existe à-priori. Resultou, paradoxalmente, de uma consciência de limitação da liberdade impossível de forma a concretizar a liberdade possível. O Estado é a convenção à-posteriori que previne a arbitrariedade enquanto assegura a liberdade.

Reencontrei hoje esta relíquia. Fazia parte das notas de pesquisa para um trabalho de investigação académica que fiz na altura. As coisas que se escrevem aos 20 anos.

Acabei por também a incluir nesta colectânea de pensamentos:
VFS, Livro dos Pensares e das Tormentas, 57, 1987.


Das verdades

No confronto das realidades, já sabemos qual será a verdade socialista.


Liberdade e Responsabilidade

Manuel Carvalho acaba de evidenciar o seu desconhecimento sobre a Iniciativa Liberal. Manuel Carvalho devia ter tido o cuidado de ler o programa político da IL.

Os liberais não defendem apenas a Liberdade. Os liberais defendem liberdade com responsabilidade. Por essa razão, não podem apoiar o vergonhoso processo de desresponsabilização política que o Governo de António Costa classifica como “descentralização”, processo esse que não contempla autonomia de decisão política na gestão nas competências que o governo pretende transferir para as autarquias. Daqui resultará a incapacidade de alguém assumir responsabilidades e não é difícil perceber que tanto o governo como as autarquias recusarão assumi-las. O governo dirá que transferiu as competências, as autarquias dirão que não lhes foi dada autonomia política. E a culpa morrerá solteira.

Nenhum liberal apoia a desresponsabilização da política.

Sim. Os liberais apoiam a descentralização. Sim. Os liberais também apoiam a subsidiariedade. Contudo, não apoiarão ambos se dos mesmos decorrer a impossibilidade de assumir responsabilidades.

Não somos socialistas.
Para nós, a culpa não morre solteira.


Com o dinheiro dos contribuintes

Da pouca vergonha e da conivência socialista.


Quem nos livra do socialismo do PSD?

No universo físico, tudo é uma questão de escala; no universo humano, tudo é uma questão de opção. A política não é excepção.

Na vida não é possível agradar a gregos e a troiamos. E mesmo que fosse, alguém perguntaria pelos persas. Também aqui a política não é excepção.

Note-se igualmente que nunca na III República, tanto o PS (de António Costa) como o PSD (de Rui Rio) estiveram tão à esquerda.

O PSD é um partido que se afirma reformista, mas quais foram as reformas defendidas por Rui Rio? Acabar com os debates quinzenais? Promover alterações à lei para prejudicar a participação dos cidadãos às autarquias? Apoiar as restrições do Estado de Emergência? E que dizer da posição do PSD na questão das CCDRs? Em boa verdade, o PSD também é um partido estatista.

Nada disto é consistente com o que defende um liberal.
Quem nos livra do socialismo do PSD?

Tentam sumarizar a questão ao afastamento de Medina. Mas, Carlos Moedas não é um candidato independente. É o candidato do PSD. Reduzir a IL ao papel de um mero instrumento de conveniência do PSD é algo com que estou em profundo desacordo.

A IL tomou a decisão acertada. Esta decisão terá consequências? Certamente. Veremos o que o futuro reserva. Até lá, e seja como for, a IL deve seguir o seu caminho.

Que não haja enganos e, para o efeito, reafirmo o que há dias expresso no meu mural facebookiano: Sou contrário a entendimentos pré-eleitorais com o PSD. Na minha opinião, a IL não pode perder a identidade. A possibilidade de acordos pós-eleitorais é outra história. E acordos idênticos ao dos Açores não são de descurar.

Foi esta posição que defendi internamente.


O regresso da censura?

Não é compreensível que um documento com um artigo destes esteja a ser discutido no Parlamento. E vai ser aprovado.


Não Passarão

A liberdade é uma dádiva. É algo a que todo e qualquer ser humano aspira.

Ainda bem que os partidos que defendem a repressão e a obediência se expressam livremente. É fundamental sermos relembrados do valor da liberdade.

Não podemos esmorecer, nem dar a democracia como adquirida. É mais fácil conquistar a liberdade do que a manter.

Em Portugal,
4 anos de liberalismo
têm mais significado
do que 100 anos de comunismo


Mais promessas por cumprir

Mais uma vez, o Primeiro-Ministro dá com a cara no chão. Promete, promete, promete, mas quase nada se concretiza, Após sucessivas garantias de que o plano de vacinação ia correr bem, incluindo com a sua garantia pessoal a Miguel Sousa Tavares – “vai correr bem (…) tem que correr bem (…) só pode correr bem” – a realidade, com um forte contributo dos camaradas socialistas, voltou a desmentir António Costa. Os abusos às regras sucedem-se e, apesar do que o Primeiro-Ministro afirma, não deve haver quem realmente tenha uma certeza concreta sobre o número real de vacinados. Mas oxalá esteja enganado.

O que se está a passar é absolutamente crítico. O próprio governo reconheceu a importância do plano de vacinação para combater a pandemia. Assim, o seu sucesso era fundamental para que gradualmente fosse mitigado o esforço a que estão a ser sujeitos todos os meios de saúde do país e que o retorno à normalidade acontecesse o mais depressa possível.

Apesar do Ministério da Saúde e das entidades dele dependentes, como a Direcção-Geral da Saúde (DGS) e a sua Directora, o Governo tem autonomia para criar Task Forces para coordenar assuntos específicos. Contudo, ao delegar esta competência num organismo autónomo, sem o devido acompanhamento e apoio institucional, a probabilidade do não reconhecimento de autoridade é alta. Foi o que se passou neste caso.

Perante os abusos, a Task Force pouco conseguiu para os contrariar. Para além disso, este tipo de delegação também esvazia de razão o papel da DGS. Isto não é de somenos e deve ser objecto de reflexão. Neste ponto, igualmente deve ser questionado o desaparecimento de Graça Freitas. O Governo perdeu a confiança na sua gestão? Seja como for, não é aceitável que a responsabilidade pelos erros recaia apenas sobre a Task Force. E se o Ministério da Saúde não está disponível para o efeito, terá de ser o Primeiro-Ministro a fazê-lo.


Culpa e Responsabilidade


Diferenças


Vejam as diferenças

Já ouviu falar na CICDR – Comissão Para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial? Devia informar-se sobre esta comissão e sobre o papel do Mamadou Ba na mesma.


Sociais-democratas à esquerda do PCP.

As acólitas de Francisco “Tele-evangelista” Louçã – o homem que aderiu à Liga Comunista Internacional (LCI), partido político (fundado em 1973) de matriz trotskista que se declarou como a secção portuguesa da IV Internacional, e que em 1978 se fundiu com o partido revolucionário dos trabalhadores (PRT), originando, um ano depois, o partido socialista revolucionário (PSR), – Catarina Martins e Marisa Matias são sociais-democratas.

Tinha a ideia de que os trotskistas, à semelhança do que Marx tinha afirmado, defendiam a mudança da sociedade pela via da revolução, preferencialmente permanente, desprezando a via evolucionária e reformista preconizada por Ferdinand Lassalle (fundador da social-democracia), que foi revista e aperfeiçoada por Eduard Bernstein.

Este tipo de contradições não é novidade nos bloquistas. Se tiverem de renegar aquilo em que acreditam, fazem-no sem qualquer problema. Há uma divisão essencial no socialismo: os que são democratas e os que são totalitários. Um dos fundamentos para essa divisão reside precisamente na forma de mudança da sociedade. A social-democracia é democrática, o trotskismo não.

Recorde-se que Francisco “Tele-evangelista” Louçã, juntamente com o seu camarado Luís Fazenda, depois de eleitos para a Assembleia da República, fizeram uma birra por quererem sentar-se à esquerda do PCP. Pouco tempo depois, a 21 de julho de 2005, numa entrevista ao Público, Francisco Louçã afirmou que queria ser uma alternativa ao governo socialista, ou seja, ao PS. Contudo, na mesma entrevista Louçã definiu o BE como “socialista do século XXI”. E que tipo de socialismo defende o BE? Segundo o próprio tele-evangelista, pela radicalidade e transformação política consistente com o posicionamento do BE à esquerda do PCP (2 de março de 2008, DN).

A social-democracia não fica à esquerda do PCP. Fica à direita do PS. O tele-evangelista e as suas acólitas sabem-no perfeitamente. São hipócritas, desonestos e populistas, disponíveis para serem o que for necessário ser para terem mais um voto.

Ao fazê-lo demonstram toda a sua incoerência face ao que defendem ideologicamente.


Transparência e presunção de inocência

Há poucos dias foi notícia uma investigação ao Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e ao Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, por suspeita de favorecimento do consórcio EDP/Galp/REN no projeto do hidrogénio verde para Sines. Quando partilhei a notícia afirmei que só faria comentários após o fim da investigação. Porquê? Porque, conforme expressei num segundo post, a presunção de inocência deve ser dada a qualquer pessoa. Contudo, gracejei sobre o tema, gracejo esse que não aguardou a todas as pessoas e é natural que assim seja.

No caso em questão, a investigação aconteceu por causa duma queixa anónima. Ora, a queixa anónima é uma espécie de zona cinzenta. Tem tanto de bom como de mau. Por um lado, pode ser instrumentalizada para atingir pessoas sem qualquer fundamento ou substância, visando apenas o denegrir da sua reputação. Por outro lado, parece-me ser indesmentível que sem as denúncias anónimas muitos casos, de manifesta gestão danosa da coisa pública, não teriam conhecido a luz do dia.

Infelizmente, é usual os decisores políticos portugueses serem acusados de práticas ilícitas. Eu penso que tal acontece porque a maioria dos nossos decisores não divulga a totalidade da informação referente aos assuntos que estão sob a sua responsabilidade. Por outras palavras, devia haver mais transparência. E este é o ponto em questão como veremos a seguir.

Na sequência da divulgação desta investigação, tanto Pedro Siza Vieira como João Galamba reagiram à mesma. Ontem (7 de Novembro), o gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, fez sair uma nota explicativa onde detalha exaustivamente todos os passos tidos durante a discussão da Estratégia Nacional para o Hidrogénio e sua implementação. Para esse efeito, na nota explicativa lê-se o seguinte: “(…) foram realizadas várias reuniões, com diversos interessados, que são, agora, tornadas públicas”.

Ou seja, aquela que deveria ser a prática normal e habitual, a divulgação e o acesso público a toda a informação, a qualquer momento, só é excepcionalmente tornada pública após estes acontecimentos. Se esta excepção fosse a norma, a probabilidade do Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba, terem sido, ou virem a ser futuramente, alvo duma queixa anónima teria diminuído substancialmente. Para além disso, é conveniente não esquecer os comportamento dos portugueses. Os portugueses gostam de ser juízes de rua e as explicações de pouco valem. Mesmo após uma validação de inocência em tribunal, as suspeitas, apenas por uma questão de preferência pessoal ou afiliação ideológica, perduram. E esta constatação só reforça o argumento da transparência.

Perante o exposto, é indubitável que se deve retirar daqui uma uma lição. A defesa e a prática da transparência é algo que me distingue, e à Iniciativa Liberal também, dos socialistas. A transparência não é um instrumento de conveniência. É, pelo contrário, um valor que deve ser praticado diariamente.

Dito isto, reitero o que anteriormente afirmei sobre a presunção da inocência e reafirmo que é indiscutível que politicamente, e não só, a prática da transparência é a melhor solução.

As práticas sobre transparência e de acesso documental utilizadas na União Europeia servem de exemplo e poderiam ser facilmente implementadas no nosso país.


Vienna – Terror attacks

Vienna suffers its first terrorist attack in four decades | Atalayar - Las  claves del mundo en tus manos

The cost of the politically correctness has exceeded the limit of what’s acceptable. Clearly, this posture doesn’t work and no longer is understandable.

Respect requires reciprocity. Tolerance demands correspondence. And dialogue should be reciprocated.

Yes, we defend human rights and we’re willing to accept those who seek a better life. But, we’re unwilling to forfeit our values and principles. The Separation between the State and the Church, the Rule of Law and the Separation of Powers are some of the axis upon which our society stands.

Those who are unable to respect a society that welcomes them, are free to return to their countries of origin.


Bom senso

by MargArt

Não deveria haver polémica, nem qualquer problema, pelo uso de máscaras em locais lugares públicos. Trata-se, pura e simplesmente, duma atitude de bom-senso e de responsabilidade. 

Vivemos em sociedade. Logo, o respeito pelos outros jamais deverá deixar de ser considerado.


All LIVES MATTER

Todas as vidas importam

!

No life is more. No life is less.

ALL LIVES MATTER

!


Protestar

Protestto vs crime

Protesting does not mean insulting, looting, or stealing.

Protesting requires respect, education, and decency!


Eternidade

paulogoncalves1

Paulo Gonçalves (1979-2020)


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OE 2020 e os ministérios

Orça ministérios


A grande família socialista …

Centeno excedent

Como é que um socialista consegue um excedente orçamental?
Aumenta os impostos.

Quem é que paga o excedente orçamental?
Os contribuintes e as suas famílias.

E que faz um socialista com um excedente orçamental?
Alimenta a grande família socialista

#ComPrimos

 


Dizem que é uma espécie de …

No que respeita à dívida vencida, o Estado deve ao SNS 1,3 mil milhões.

Daí que António Costa tenha anunciado a boa nova de 800 milhões.

É a isto que se chama invessocialismo, uma espécie de investimento, que nunca soluciona nada mas que garante a continuação do desperdício.

 

P.S. – Cuidado com a promessas socialistas.


Onde estava o Ferro?

Onde estava o ferro

Vergonha só não envergonha Ferro quando é o próprio a expressá-la!

Vergonha – de facto – é não aceitar opiniões contrárias.


Nós + Planeta + AQ = ? (2)

Aquecimento global. Há uns tempos escrevi algo sobre este tema: Nós e o Planeta

Hoje, numa troca de impressões no facebook, insisti no assunto perguntando ao meu interlocutor o seguinte: mesmo que venha a ser definitivamente demonstrado que o aquecimento global não é causado por acção humana, qual é o problema de os governos tomarem medidas para cuidar do planeta?”

E acrescento. Qual é o problema de cada um de nós ajudar a cuidar do planeta?

Mas é praticamente inútil discutir o assunto. O tema do aquecimento global está completamente polarizado e ambos os lados apresentam estudos com dados científicos argumentando que os respectivos cientistas é que são bons.

Infelizmente, e apesar das dimensões científicas intrínsecas ao tema, o elemento que começa a ter mais preponderância é o combate ideológico. Se, de facto, o principal foco de atenção está na ideologia, penso que uma das melhores maneiras de contrariar o aproveitamento político da esquerda seria silenciar esse aproveitamento. Como? Pela palavra, dizendo que apesar de não concordar com o factor antropogénico como causa para o aquecimento global, e pela acção manifestando a disponibilidade para cuidar do planeta.


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Conveniências +

Costas 2