Na base do conhecimento está o erro

economia

E agora, geringonça?

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Posso imaginar a que velocidade deve estar a rodar a mente de algumas pessoas. Este valor acaba de desmistificar o que os Louçãs, Pais Mamedes, Martins, Mortáguas, Sousas e afins apregoavam há éons!

Crescimento com e apesar da dívida. E esta, hein?


“A questão da «TSU» é política””

“António Costa e o PS devem reflectir seriamente sobre os aliados de que se rodearam, pois se estes não cedem desta vez na questão na TSU, o melhor é o Governo preparar-se para uma nova crise da dívida.”

“Se o Governo não fosse uma geringonça, a esta hora era António Costa quem exigiria ao PCP e ao BE que deixassem passar a alteração da TSU. E se estes se recusassem a tal, ou o primeiro-ministro se demitia ou um Presidente da República menos passivo que o actual, perante o oportunismo do PS, tinha aí um bom motivo para convocar eleições.”

Artigo de opinião de Manuel Villaverde Cabral (aqui).

 


“Caça ao Coelho”

“Nunca o diabo esteve tão próximo. Na verdade, o grande defeito de Passos Coelho é, ao mesmo tempo, simples e difícil de superar: ninguém quer que ele tenha razão.”

Artigo de opinião de Luís Aguiar-Conraria (aqui)


Em 2017, a boa austeridade!

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O governo e a restante parceria da geringonça afirmam que já não há austeridade. Evidentemente, trata-se duma ilusão que não passa duma retórica que exemplifica o que se prefere ouvir. A austeridade pode ter acabado. Contudo, os impostos não param de aumentar.

Estamos, indesmentivelmente, perante um vocábulo interdito e duma postura renegada.

É pena. Não percebo porque é que não aplicam austeridade à carga fiscal?


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Para quem é o perdão fiscal socialista?

Perdão Fiscal PS


Orçamento para a Educação sem austeridade

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“Apesar da redução na despesa com a Educação entre 2012 e 2015, o primeiro Orçamento de Passos para a tutela ultrapassava a previsão para 2017”.

Até a Fenprof quer saber onde vai ser cortada?


Ajuda (in)voluntária?

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A decisão do governo de acabar com a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), sobre as pensões, que se aplicava às pensões superiores a 4.611 euros, vai ter as suas consequências. O estado vai deixar de poupar 24 milhões de euros e o Ricardo Salgado irá passar a receber mais dezasseis mil e setecentos euros por mês.

Como diz o Henrique Pereira dos Santos, é desta que o Ricardo Salgado vota no Bloco de Esquerda!

(Nota: Não coloco em causa o valor da pensão de Ricardo Salgado que, tendo descontado para o efeito, tem direito à mesma).