Na base do conhecimento está o erro

ditadura

Image

Evidência


A esquerda apela à censura

O esquerda veio a “Público” exigir respeito pela democracia. Para o efeito, defendem a censura às posições com as quais não concordem. Para os signatários desta carta, não existe democracia com liberdade de expressão. Aliás, é inaceitável que seja permitido às pessoas pensarem pelas suas cabeças. As pessoas são estúpidas e necessitam de ser doutrinadas pelo Estado. Mas não pode ser como acontecia no Estado Novo. Não. O ideal é que seja como foi feito no regime comunista leninista-estalinista da ex-URSS.

Vejamos alguns dos subscritores:

Eduardo Paz Ferreira, marido de Francisca Van Dunem, é um dos ComPrimos. Só em contratos com entidades públicas controladas por socialistas, a Eduardo Paz Ferreira & Associados – Sociedade de Advogados, RL já facturou mais de 620.500,00 €.

Isabel do Carmo, fundadora das Brigadas Revolucionárias, uma organização terrorista que defendia um diálogo explosivo, foi recentemente reabilitada.  Admitiu o transporte de explosivos sem nunca os ter deflagrado. Algo de que se arrepende.

Rita Rato é uma licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais que foi incapaz de dizer o que era um Gulag. É preciso mais?

Tiago Rodrigues faz parte da vaga de bloquistas que se infiltrou no PS. Encenador, é o autor da peça “Catarina e a beleza de matar fascistas”, expressão que assumiu não ser figurada, e que se traduziu num mero incentivo ao ódio. Tudo pago com o dinheiro dos contribuintes.

Vasco Lourenço, um dinossáurio que ainda suspira por uma ditadura de esquerda em Portugal, não surpreende. Estamos a falar de alguém que queria substituir os censores da comunicação social por militares armados.


Como acabar com a democracia (…)

Como é que se acaba com a democracia? Pela “educação”, proibindo o contraditório e condicionando as perspectivas.

“Primeiro, desapareceram os clássicos. Da Ilíada a Dom Quixote, passando por Sófocles, Virgílio e Dante, a razia remeteu as obras fundadoras para os covis académicos e a insignificância pública. Sobra um certo reconhecimento popular da sua importância histórica, mas a opinião geral é a de que são obras datadas, sem lugar no mundo moderno, algumas até incompatíveis com a peculiar ideia de humanismo que vingou na sociedade.”

 

Vale a pena ler este texto – A geração mais ridícula de sempre – do Carlos Miguel Fernandes.


PREC? Não. PDEC!

PDEC

Portugal não está a (re)viver nenhum PREC. Portugal está a vivenciar a tentativa dum PDEC (Processo Ditatorial em Curso), sustentado num aparente progresso eleitoral.

Este processo (PDEC) que se vive em Portugal não é revolucionário. Paradoxalmente, só  o é para os partidos – que desde a sua génese acreditam que a sociedade só se muda pela revolução – que o estão a implementar, uma vez que se trata dum método que não é coerente com as suas crenças centrais e que, como tal, coloca em causa a própria razão de existência desses partidos.

Mudar a sociedade sem uma revolução?! Onde já se viu semelhante coisa?!

Independentemente destas circunstâncias, é algo que não é benéfico para Portugal e que, no longo prazo, poderá originar uma ditadura.

 


Que une a juventude de esquerda ao fascismo?

jaime-nogueira-pinto

Jaime Nogueira Pinto, académico reputado e reconhecido, que sempre defendeu abertamente as suas convicções sem insultar ninguém, teve uma conferência cancelada devido a ameaças que lhe foram dirigidas por um grupo de jovens da esquerda, alguns dos quais ligados ao bloco de esquerda.

Na sua mensagem de boas vindas, Francisco Caramelo, Director da FCSH/NOVA, afirma que a que a FCSH “cultiva a liberdade de pensar e a reflexão crítica” por serem “atitudes fundamentais na formação do cidadão informado [e] responsável”.

É evidente que o Director da FCSH/NOVA não escreveu esta mensagem hoje, mas, aparentemente, esqueceu-se da mesma e dos ideais nela contidos. Ter tomado a decisão de cancelar a conferência depois da pressão que foi feita nas redes sociais, revela que se transformou num refém. A partir de agora, irá ter de pedir autorização a este grupo de fascistas de esquerda para tomar decisões.

Para além disso, ficou demonstrado que alguns alunos da FCSH/NOVA não interiorizaram nem tampouco se identificam com a mensagem de boas-vindas. As razões para tal são irrelevantes. Não há, verdadeiramente, muitas diferenças entre os extremos, sejam de direita ou de esquerda.  Ambos consideram ser os donos da razão, ambos não são pluralistas, ambos são antidemocráticos. E o que é integralmente irónico é que tanto os comunistas como os fascistas dependeram dos trabalhadores para atingir o poder.

Em boa verdade, a postura ditatorial da esquerda não é de admirar, porque a intolerância não é a sua única característica. A intransigência também a define. Assim como a prepotência, manifestamente exposta nos argumentos apresentados por estes fascistas (de esquerda) para impedir a liberdade de expressão.

Não. Não é de agora que se vive em Portugal o desprezo pela pluralidade de opiniões. O que é recente, infelizmente, é a propensão e a utilização da violência como meio para atingir um fim.

Há quem diga que estamos a reviver o PREC. Eu não concordo. Estamos a vivenciar algo parecido, um PDEC (Processo Ditatorial em Curso), não apenas sustentado num aparente progresso eleitoral, mas também na conduta e postura da coligação parlamentar e do governo português.

Poderá ser exagero, mas quem vai pagar o preço das concessões de António Costa para ser Primeiro-Ministro não é o próprio nem o PS. Vai ser Portugal. E tenho sérias dúvidas que Costa alguma vez se arrependa do que fez.


Não há virtude na ditadura. Seja ela de direita ou de esquerda!

Fidel-Batista.jpg

Há circunstâncias e posições que dificilmente compreenderei.

Para algumas pessoas, quiçá mais, o facto de Fulgêncio Batista ter sido ditador entre 1952 e 1959 justifica o facto de Fidel Castro ter sido ditador por 49 anos.

É uma pena que um comportamento anterior justifique o comportamento seguinte.

Talvez seja por ter sido um ditador de esquerda, e ter estado tanto tempo no poder, que determinadas manifestações de jubilo por uma ditadura estejam a ser expressas?

Tal contentamento também me leva a equacionar que, em Portugal, existem políticos que gostariam de conseguir fazer o que Fidel Castro fez: UMA DITADURA (de esquerda)!


Dos discípulos de Mussolini

DOli BE

Nos tempos que correm, não há melhores discípulos de Mussolini do que os bloquistas. E, no que respeita à perversão do significado e alcance dos direitos individuais e/ou humanos,  Daniel Oliveira é um dos maiores fervorosos seguidores dos ideais fascistas.

“Anti-individualista, a concepção fascista da vida enfatiza a importância do Estado e aceita o indivíduo apenas na medida em que os seus interesses coincidem com os do Estado.”


Da confiança na lei

livros-juridicos

Um dos principais elementos de estabilidade da democracia é a confiança que os cidadãos depositam nas leis que os regem. E embora seja natural que o correr dos tempos, que a evolução do convívio social e que o desenvolvimento tecnológico impliquem actualizações dos conteúdos dos diversos articulados da lei, existem limites quanto aos motivos que justificam  essa adequação.

Em Portugal, a relação de confiança entre os eleitores e os seus representantes eleitos não é positiva. O nível de desconfiança entre estes e aqueles é elevado. Logo, o que seria de esperar do governo português era a introdução e a aplicação de medidas que diminuíssem este diferencial. Se a democracia já fica fragilizada com a desconfiança entre cidadãos e governantes, ficará muito mais corroída se os cidadãos deixarem de confiar na lei.

Já por variadas vezes vários governos portugueses modificaram a lei segundo os seus interesses. Mas, alterar a lei apenas para colocar pessoas em determinados lugares é ultrapassar os limites do razoável.

Não posso dizer que António Costa esteja a abrir a caixa de Pandora. Mas que está a escancará-la, está!

E posso reafirmar que o governo português volta a testar os limites da subversão.


Da desigualdade da liberdade

mulheres BE

 

O que mais me admira nas irmãs Mortágua não é serem duas jovens convencidas e arrogantes. Não. Estão no seu direito! E é muito natural que, sendo militantes num partido caracterizado por um pensamento em “loop”, perfeitamente parametrizado, essa condição tenda a aumentar.
O que mais me admira é que aos 29 anos de idade já são profundamente antidemocráticas, não admitindo contraditório ou opiniões diferentes, e que exercem influência no sentido de condicionar aqueles que não pensam como elas.

E considero ser o epítome da falta de vergonha, observar as deputadas do Bloco de Esquerda, que amiudamente insultam e difamam a coberto da imunidade parlamentar e sem responderem pelos insultos que proferem, quais “virgens ofendidas”, a recorrer a um organismo público sem que assumam a responsabilidade pela queixa.

Há mesmo pessoas que não fazem a mais pequena ideia do que é a liberdade!

 


Jerónimo dos milagres e os bons impostos

 

Para o líder do partido comunista português (PCP) existe uma diferença fundamental entre as medidas tributárias decididas pela direita e pela esquerda. Os impostos determinados por esta são bons enquanto os da direita são maus.

Vergonhosamente, Jerónimo de Sousa diz que o Orçamento de Estado (OE) não é do PCP, mas sim do partido socialista. Todavia, tem estado a negociar o mesmo. Não tarda muito, virá reclamar que as “boas” medidas incluídas no OE devem-se à acção do PCP.

A verdade é que os comunistas preparam-se para aprovar impostos. Contudo, tal não é motivo para crítica porque estes impostos são benéficos.

Não é o cidadão português quem vai pagar o aumento de taxas cobradas aos bancos. São os clientes destes. Não é o cidadão português quem vai pagar o aumento dos combustíveis. São os clientes das distribuidoras de combustíveis. Resumindo, os portugueses vão pagar mais. Cortesia do PS, PCP e BE.

Para além disso, à semelhança dos seus parceiros de coligação parlamentar, Jerónimo de Sousa já é um milagreiro.

Afirmou, na Maia, que correram “com o Governo PSD/CDS-PP e, se eles cá estivessem, nada deste pouco e limitado avanço que tem sido concretizado nas negociações com o Governo do PS, nada disso teria sido alcançado. Antes pelo contrário, teríamos o PSD/CDS-PP a continuar a impor uma política de exploração e empobrecimento”.

Também graças ao empenho comunista, no período de dias, Portugal reduziu significativamente o número de pobres. E o líder comunista vivencia um paradoxo, pois como aufere o salário de deputado é um homem rico!


Sociedade comunista

pcp-be

“Toda a sociedade se tornará um único escritório e uma única fábrica, com trabalho igual e salário igual” – V. I. Lenine.

“Num país em que o Estado é o único empregador, oposição significar morrer lentamente de fome. O velho princípio «quem não trabalha, não come» foi substituído por um novo: «quem não obedece, não comerá»”. L Trotsky

Estas duas frases identificam o PCP e o BE.

O que é que os distingue?
E o que é que os une?


Must read – “What ISIS really wants”

isis

“Non-muslims cannot tell Muslims how to practice their religion properly”


Fundamentalmente (anti)democráticos

Para o BE e para o PCP é sempre uma perda de tempo qualquer decisão que seja contrária às suas posições.


A legitimidade governativa segundo o Bloco de Esquerda

pedro-filipe-soares

Segundo Pedro Filipe Soares, só os governos que conseguem maioria (absoluta) é que possuem legitimidade para governar.

Não estranhem.
Este tipo de afirmação é coerente. Vem de um membro de um partido que não é democrático.


Portugal à Esquerda (PàE) Alguém votou?

Segundo os partidos da esquerda, a maioria dos portugueses votaram na “ficção” Portugal à Esquerda (PàE),
a qual deve ser convidada a formar governo.

Alguém me diz como votou a PàE e onde se encontrava no boletim de voto?

Nunca vi tanto mau perder como nestas eleições.


E agora, Camarada Bernardino?

Em 2003, Bernardino Soares, quando era líder parlamentar do PCP, disse acreditar que em Pyongyang não existia um regime ditatorial. À data, estas declarações suscitaram reações de alguns dos seus companheiros de partido que afirmaram não terem dúvidas que a Coreia do Norte não era um país democrata.

Mas, Bernardino Soares, acreditando que tudo se tratava de propaganda ocidental, lá se manteve fiel às suas imaginações e ao regime norte-coreano.

Hoje, a Coreia do Norte admitiu a utilização de campos de trabalho para a reeducação e melhoria da mentalidade da população.

Definitivamente, a solidariedade já não é o que era.


Putin e os Referendo(s)

Não tenho qualquer dúvida que Putin aceite o resultado da consulta na Crimeia.

Mas, aceitará sequer que as regiões russas descontentes com Moscovo possam realizar semelhante iniciativa?

 


Que raio de assessores tem o homem?

Em plena campanha eleitoral, Luís Filipe Menezes ficou todo ofendido por terem interpretado mal uma acção de caridade que teve para com uma idosa, diabética, à qual pagou a renda de casa e a conta da luz, devido à pendência dum despejo. Segundo a sua candidatura, a intenção nunca foi comprar votos, mas ajudar um semelhante.
No entanto, terá isso essa realmente a única intenção? Talvez, mas vejamos:

Confrontado com a necessidade da idosa, Luís Filipe Menezes podia muito bem ter pedido a um amigo, a quem mais tarde privadamente ressarciria do montante despendido, para pagar as despesas da senhora. Desse modo, incógnito, resolvia a urgência da situação e, eventualmente, quando a história se tornasse pública, a sua imagem teria outra dimensão.

Todavia, não foi isso que Luís Filipe Menezes fez.

Não vou conjecturar sobre as razões para Menezes ter feito o que fez. Para mim, é claro que procurou tirar dividendos políticos duma acção humanitária, o que por si só já corrói a intenção de ajudar.
Mas o tiro na culatra não se ficou, nem se fica, por aqui. E é precisamente neste ponto que as questões se multiplicam:

  • Primeiro, entendem-se duas explicações oficiais diferentes (aqui e aqui), para este caso?
  • Segundo, ao contrário do que afirmaram Luís Filipe Menezes e a sua estrutura, a idosa não tinha nenhum processo de despejo pendente. Será que se enganou ou haverá mais casos destes?
  • Terceiro, porque é que a secretária de Luís Filipe Menezes recebeu os munícipes portuenses, com rendas em atraso, que se dirigiram à Câmara Municipal de Gaia, adiando eventuais decisões para depois das eleições?
  • Quarto, será que a atitude seria a mesma se não se realizassem as eleições?

Como uma virgem ofendida, Luís Filipe Menezes pede respeito pelos direitos (que pensará dos deveres?) e, ao Presidente da Comissão Nacional de Eleições, tranquilidade e sensatez. Seria bom que alguém da sua entourage o fizesse perceber o quanto incoerente é ao exigir a outros o que não tem ou faz.

Mas, como eleitor, uma das coisas que me deixa mais apreensivo é a facilidade da variação de humor que Luís Filipe Menezes demonstra. Tão depressa é amável como irascível. Tão depressa está eufórico como deprimido. Esta circunstância é facilmente constatável nas acções de campanha e na sua reação às perguntas dos jornalistas ou às situações que não lhe agradam. Passa do oito ao oitenta num ápice. Daí que a dúvida me assalte. Será Luís Filipe Menezes bipolar?

Contudo, o maior problema de Luís Filipe Menezes não é pensar que pode fazer o que bem entender nem tampouco é a eventualidade de ser um maníaco-depressivo. Não! O seu maior problema é não ter nenhum assessor, ou até amigo, que lhe diga: Não. Não faça assim nem diga essas coisas!

Daí a minha pergunta inicial:
Que raio de assessores tem o homem?

Naturalmente, considerando todas as possibilidades, existe a hipótese de alguém lhe ter dito não e de Menezes não ter ouvido. Provavelmente, o ouvir ou não, dependerá do estado de humor. Quem sabe?


Nada como dar o exemplo: “Menezes anda a pagar rendas e luz em atraso a habitantes do Porto”

Se fosse necessário mais alguma razão para perceber que Luís Filipe Menezes é um político retrógrado e que apenas representa uma postura política desfasada do tempo, que o Porto e Portugal bem dispensam, aqui está ela:

Ir a votos não é suficiente. É necessário “adquiri-los”!

Este tipo de postura é revelador de duas coisas:
do nível de insegurança e de confiança que Luís Filipe Menezes tem nele próprio e nas suas propostas.

Ainda por cima, é em Gaia, mais ou menos às escuras, que faz as transacções (agora adiadas para Setembro)!

Luís Filipe Menezes é um homem que não discute política. Refugia-se sempre na comunicação que faz nos almoços ou jantares que oferece. Esta é a sua concepção de diálogo. Ele fala, os outros ouvem. E, demonstrando simultaneamente o seu conceito de democracia e a sua atitude de fácil gastador, Luís Filipe Menezes, actualizou a táctica de Valentim Loureiro e anda a pagar rendas e luz em atraso. Será a troco duma cruz? Se for, certamente que não é por uma questão religiosa.

Alguns dos dirigentes do PSD deixaram de ser pluralistas. E parecem ser mais comunistas do que os próprios.

Apresentou um orçamento de 350 mil euros como despesas de campanha. Quando oficializar as despesas finais, o valor andará à volta de 1,3 milhões de euros. Claro, quando o dinheiro não é do próprio, gastar é fácil.


Tragicomédia vs a Arte de Governar

Constitutional_Creators

Alexander Hamilton e John Adams, dois dos pais fundadores dos Estados Unidos da América, consideravam que não deviam existir partidos políticos, pois os mesmos representariam divisão em vez de união.
É verdade. Os partidos dividem! E as divergências inerentes aos partidos políticos são salutares.
Contudo, se deixarem de possibilitar e/ou de potenciar a arte de governar transformarão a nobre arte da política numa tragicomédia e extinguirão a democracia.

A Arte Nobre da Política é, principalmente, saber chegar a consensos!

Em Portugal, quando vemos políticos a atacar cidadãos, sindicatos a defender interesses partidários e partidos a pressionar Tribunais estamos perante o quê?


Todo o sagrado é profanável

Um dos melhores sinais para mensurar o nível de desorientação, de incapacidade e de incompetência para lidar com as circunstâncias é a cedência dos limites. O zénite de tal constatação é o redesenho unilateral da fronteira do sacrossanto. Claro que o sagrado é um conceito flutuante. Afinal, o que é que não é inviolável?

Se, eventualmente, seria tolerável uma variação de fronteiras na democracia representativa, por esta estar no âmbito político e depender, em ultima análise, da vontade individual de participação, uma profanação nos ritos da maior religião global – cuja circunferência é integralmente espiritual – a propriedade privada económica, concretamente, na confiança que rege o vínculo entre o banco e o depositante, irá para além do desejado e poderá colocar em risco o próprio regime, tanto económico como político.

Com este “(…) acordo sobre as regras de liquidação de bancos em dificuldades (…)”, a quebra da confiança é uma realidade.
Tendo sido anteriormente afirmado que a mesma seria apenas circunscrita ao Chipre, quem é que acredita que os depósitos com montantes inferiores a 100 mil euros são efectivamente sagrados?

Todo o sagrado é profanável!

Actualmente, esta é a regra. Infelizmente!


Como alguns partidos vêem o Movimento Revolução Branca (MRB)

MRB

Para o candidato do PSD, ao Porto,
Luís Filipe Menezes, o MRB é comunista.

Para o candidato do PCP, a Alcácer do Sal,
Vítor Proença, o MRB é neofascista.

E esta, hein!?
Falta de vergonha não parece ser. Será farinha do mesmo saco?


Mário Soares, o conspirador democrata!

Mário Soares, o exemplo da moral e da ética, anda em conversas para derrubar o Governo.

À esquerda e à direita.

Portugal precisa duma mudança,
mas nunca liderada ou pensada
por este homem!

E como e memória é curta, relembremos o que disse no passado.

“Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos”.
1ª Página, 6 de Dezembro de 1983

“Posso garantir que não irá faltar aos portugueses nem trabalho nem salários”.
DN, 19 de Fevereiro de 1984

“A imprensa portuguesa ainda não se habituou suficientemente à democracia e é completamente irresponsável. Ela dá uma imagem completamente falsa.”
Der Spiegel, 21 de Abril de 1984

“Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este governo.”
JN, 28 de Abril de 1984

“Quando nos reunimos com os macroeconomistas, todos reconhecem com gradações subtis ou simples nuances que a política que está a  ser seguida é a necessária para Portugal”.
JN, 28 de Abril de 1984

“A Associação 25 de Abril é qualquer coisa que não devia ser permitida a militares em serviço” La Republica, 28 de Abril de 1984

“Não foi, de facto, com alegria no coração que aceitei ser primeiro-ministro. Não é agradável para a imagem de um politico sê-lo nas condições actuais” JN, 28 de Abril de 1984

“[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e  não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e  dos trabalhadores (…). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”.
JN, 28 de Abril de 1984

“O que sucede é que uma empresa quando entra em falência… deve pura e simplesmente falir. (…) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade.”
JN, 28 de Abril de 1984

“Não se fazem omeletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns”.
DN, 01 de Maio de 1984

“Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”.
DN, 27 de Maio de 1984

“Basta circular pelo País e atentar nas inscrições nas paredes. Uma verdadeira agressão quotidiana que é intolerável que não seja punida na lei. Sê-lo-á”. RTP, 31 de Maio de 1984

“Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos males colectivos e a indicar a terapêutica possível”
RTP, 1 de Junho de 1984.

“A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar  outros países da Europa bem mais ricos do que nós”
RTP, 1 de Junho de 1984

“Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em que nos instalámos irresponsavelmente”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação  financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre”.
RTP, 1 de Junho de 1984

“A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar”
RTP, 1 de Junho de 1984

“As finanças públicas são como uma manta que, puxada para a cabeça deixa os pés de fora e, puxada para os pés deixa a cabeça descoberta”.
Correio da Manhã, 29 de Outubro de 1984


E tinha direito?

Francisco Louçã vai abandonar a Parlamento e, segundo o próprio, “Saio como entrei, com a minha profissão sem qualquer subsídio, sem qualquer reforma”.

Será que tinha direito à mesma?

Se a memória não me falha, foi em 2006 que foi revogada a norma que estabelecia as reformas aos deputados.
Para além disso, foi combinado que apenas os deputados que nessa data tivessem mais de 12 anos de funções é que manteriam o direito à mesma.
Em que ano é que Francisco Louçã iniciou funções como deputado? Em 1999.

Continua fiel a si mesmo. Não passa de um (perigoso) demagogo!