Na base do conhecimento está o erro

ditadura

PREC? Não. PDEC!

PDEC

Portugal não está a (re)viver nenhum PREC. Portugal está a vivenciar a tentativa dum PDEC (Processo Ditatorial em Curso), sustentado num aparente progresso eleitoral.

Este processo (PDEC) que se vive em Portugal não é revolucionário. Paradoxalmente, só  o é para os partidos – que desde a sua génese acreditam que a sociedade só se muda pela revolução – que o estão a implementar, uma vez que se trata dum método que não é coerente com as suas crenças centrais e que, como tal, coloca em causa a própria razão de existência desses partidos.

Mudar a sociedade sem uma revolução?! Onde já se viu semelhante coisa?!

Independentemente destas circunstâncias, é algo que não é benéfico para Portugal e que, no longo prazo, poderá originar uma ditadura.

 

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Que une a juventude de esquerda ao fascismo?

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Jaime Nogueira Pinto, académico reputado e reconhecido, que sempre defendeu abertamente as suas convicções sem insultar ninguém, teve uma conferência cancelada devido a ameaças que lhe foram dirigidas por um grupo de jovens da esquerda, alguns dos quais ligados ao bloco de esquerda.

Na sua mensagem de boas vindas, Francisco Caramelo, Director da FCSH/NOVA, afirma que a que a FCSH “cultiva a liberdade de pensar e a reflexão crítica” por serem “atitudes fundamentais na formação do cidadão informado [e] responsável”.

É evidente que o Director da FCSH/NOVA não escreveu esta mensagem hoje, mas, aparentemente, esqueceu-se da mesma e dos ideais nela contidos. Ter tomado a decisão de cancelar a conferência depois da pressão que foi feita nas redes sociais, revela que se transformou num refém. A partir de agora, irá ter de pedir autorização a este grupo de fascistas de esquerda para tomar decisões.

Para além disso, ficou demonstrado que alguns alunos da FCSH/NOVA não interiorizaram nem tampouco se identificam com a mensagem de boas-vindas. As razões para tal são irrelevantes. Não há, verdadeiramente, muitas diferenças entre os extremos, sejam de direita ou de esquerda.  Ambos consideram ser os donos da razão, ambos não são pluralistas, ambos são antidemocráticos. E o que é integralmente irónico é que tanto os comunistas como os fascistas dependeram dos trabalhadores para atingir o poder.

Em boa verdade, a postura ditatorial da esquerda não é de admirar, porque a intolerância não é a sua única característica. A intransigência também a define. Assim como a prepotência, manifestamente exposta nos argumentos apresentados por estes fascistas (de esquerda) para impedir a liberdade de expressão.

Não. Não é de agora que se vive em Portugal o desprezo pela pluralidade de opiniões. O que é recente, infelizmente, é a propensão e a utilização da violência como meio para atingir um fim.

Há quem diga que estamos a reviver o PREC. Eu não concordo. Estamos a vivenciar algo parecido, um PDEC (Processo Ditatorial em Curso), não apenas sustentado num aparente progresso eleitoral, mas também na conduta e postura da coligação parlamentar e do governo português.

Poderá ser exagero, mas quem vai pagar o preço das concessões de António Costa para ser Primeiro-Ministro não é o próprio nem o PS. Vai ser Portugal. E tenho sérias dúvidas que Costa alguma vez se arrependa do que fez.


Não há virtude na ditadura. Seja ela de direita ou de esquerda!

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Há circunstâncias e posições que dificilmente compreenderei.

Para algumas pessoas, quiçá mais, o facto de Fulgêncio Batista ter sido ditador entre 1952 e 1959 justifica o facto de Fidel Castro ter sido ditador por 49 anos.

É uma pena que um comportamento anterior justifique o comportamento seguinte.

Talvez seja por ter sido um ditador de esquerda, e ter estado tanto tempo no poder, que determinadas manifestações de jubilo por uma ditadura estejam a ser expressas?

Tal contentamento também me leva a equacionar que, em Portugal, existem políticos que gostariam de conseguir fazer o que Fidel Castro fez: UMA DITADURA (de esquerda)!


Da confiança na lei

livros-juridicos

Um dos principais elementos de estabilidade da democracia é a confiança que os cidadãos depositam nas leis que os regem. E embora seja natural que o correr dos tempos, que a evolução do convívio social e que o desenvolvimento tecnológico impliquem actualizações dos conteúdos dos diversos articulados da lei, existem limites quanto aos motivos que justificam  essa adequação.

Em Portugal, a relação de confiança entre os eleitores e os seus representantes eleitos não é positiva. O nível de desconfiança entre estes e aqueles é elevado. Logo, o que seria de esperar do governo português era a introdução e a aplicação de medidas que diminuíssem este diferencial. Se a democracia já fica fragilizada com a desconfiança entre cidadãos e governantes, ficará muito mais corroída se os cidadãos deixarem de confiar na lei.

Já por variadas vezes vários governos portugueses modificaram a lei segundo os seus interesses. Mas, alterar a lei apenas para colocar pessoas em determinados lugares é ultrapassar os limites do razoável.

Não posso dizer que António Costa esteja a abrir a caixa de Pandora. Mas que está a escancará-la, está!

E posso reafirmar que o governo português volta a testar os limites da subversão.


Da desigualdade da liberdade

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O que mais me admira nas irmãs Mortágua não é serem duas jovens convencidas e arrogantes. Não. Estão no seu direito! E é muito natural que, sendo militantes num partido caracterizado por um pensamento em “loop”, perfeitamente parametrizado, essa condição tenda a aumentar.
O que mais me admira é que aos 29 anos de idade já são profundamente antidemocráticas, não admitindo contraditório ou opiniões diferentes, e que exercem influência no sentido de condicionar aqueles que não pensam como elas.

E considero ser o epítome da falta de vergonha, observar as deputadas do Bloco de Esquerda, que amiudamente insultam e difamam a coberto da imunidade parlamentar e sem responderem pelos insultos que proferem, quais “virgens ofendidas”, a recorrer a um organismo público sem que assumam a responsabilidade pela queixa.

Há mesmo pessoas que não fazem a mais pequena ideia do que é a liberdade!

 


Jerónimo dos milagres e os bons impostos

 

Para o líder do partido comunista português (PCP) existe uma diferença fundamental entre as medidas tributárias decididas pela direita e pela esquerda. Os impostos determinados por esta são bons enquanto os da direita são maus.

Vergonhosamente, Jerónimo de Sousa diz que o Orçamento de Estado (OE) não é do PCP, mas sim do partido socialista. Todavia, tem estado a negociar o mesmo. Não tarda muito, virá reclamar que as “boas” medidas incluídas no OE devem-se à acção do PCP.

A verdade é que os comunistas preparam-se para aprovar impostos. Contudo, tal não é motivo para crítica porque estes impostos são benéficos.

Não é o cidadão português quem vai pagar o aumento de taxas cobradas aos bancos. São os clientes destes. Não é o cidadão português quem vai pagar o aumento dos combustíveis. São os clientes das distribuidoras de combustíveis. Resumindo, os portugueses vão pagar mais. Cortesia do PS, PCP e BE.

Para além disso, à semelhança dos seus parceiros de coligação parlamentar, Jerónimo de Sousa já é um milagreiro.

Afirmou, na Maia, que correram “com o Governo PSD/CDS-PP e, se eles cá estivessem, nada deste pouco e limitado avanço que tem sido concretizado nas negociações com o Governo do PS, nada disso teria sido alcançado. Antes pelo contrário, teríamos o PSD/CDS-PP a continuar a impor uma política de exploração e empobrecimento”.

Também graças ao empenho comunista, no período de dias, Portugal reduziu significativamente o número de pobres. E o líder comunista vivencia um paradoxo, pois como aufere o salário de deputado é um homem rico!


Sociedade comunista

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“Toda a sociedade se tornará um único escritório e uma única fábrica, com trabalho igual e salário igual” – V. I. Lenine.

“Num país em que o Estado é o único empregador, oposição significar morrer lentamente de fome. O velho princípio «quem não trabalha, não come» foi substituído por um novo: «quem não obedece, não comerá»”. L Trotsky

Estas duas frases identificam o PCP e o BE.

O que é que os distingue?
E o que é que os une?