Na base do conhecimento está o erro

Como acabar com a democracia (…)

Como é que se acaba com a democracia? Pela “educação”, proibindo o contraditório e condicionando as perspectivas.

“Primeiro, desapareceram os clássicos. Da Ilíada a Dom Quixote, passando por Sófocles, Virgílio e Dante, a razia remeteu as obras fundadoras para os covis académicos e a insignificância pública. Sobra um certo reconhecimento popular da sua importância histórica, mas a opinião geral é a de que são obras datadas, sem lugar no mundo moderno, algumas até incompatíveis com a peculiar ideia de humanismo que vingou na sociedade.”

 

Vale a pena ler este texto – A geração mais ridícula de sempre – do Carlos Miguel Fernandes.

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