Na base do conhecimento está o erro

Archive for April, 2017

“o 25 de abril foram três revoluções” – por rui a.

A primeira, que hoje comemora 43 anos, derrubou um regime velho e caduco, que não se soubera modernizar e, pior que tudo, que não foi capaz de resolver politicamente uma guerra com treze anos e sem solução militar à vista. A guerra colonial foi, muito mais do que a questão democrática, o motivo principal que […]

via o 25 de abril foram três revoluções — BLASFÉMIAS


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Three hours and three minutes to finish a sentence!?

TRumps


A favor dos jovens portugueses. Contra a arquitectura de Torremolinos!

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Portugal, segundo dizem, começa a (r)emergir das trevas da austeridade. Sim. Segundo dizem! Perdoem-me por não ser mais categórico, mas, enquanto não houver um consenso “geringôncio” sobre o assunto, não o poderei fazer (recentemente a Catarina Martins disse que ainda não estavam reunidas as condições para acabar com a austeridade).

Todavia (nestas coisas é sempre aconselhável seguir a cartilha oficial), agora que Portugal recomeça a trilhar o caminho para a luz e para o esclarecimento, é necessário ter uma atitude complacente e de compreensão para com aqueles que viveram tempos de um rigor obscurantista. Afinal, os efeitos da austeridade em Portugal foram tão nefastos que afectaram os alicerces do futuro, danificaram a estrutura das oportunidades e, pasme-se, até atingiram as desigualdades biológicas, repito, biológicas, inerentes à condição humana. Ou seja, não foi apenas a arquitectura que foi afectada. Os jovens foram-no muito mais!

Um país até pode dispensar a arquitectura, mas sem juventude não terá futuro. E o capital mais importante que os jovens possuem é a sua capacidade de expressão, independentemente da forma em que a mesma se manifesta.

É consciente desta circunstância que vou elaborar a petição – A favor dos jovens portugueses. Contra a arquitectura de Torremolinos! – para apoiar os jovens finalistas portugueses, cujo elevado comportamento merece ser reconhecido. E espero que a maioria dos portugueses a subscreva.

É impensável aplicar medidas de austeridade à criatividade dos jovens, especialmente, à física. Os pobrezinhos já se sentem demasiado diminuídos. É por isso que expurgam as suas frustrações na decoração, e por maioria de razão, naquela que implica um complemento físico. Sejamos honestos. Os actos dos jovens portugueses em Espanha não podem, nem devem ser perspectivados como uma mera expressão artística. Não. A sua postura atingiu um nível de sublimação! E pode muito bem ser o inicio duma revolução que irá modificar toda arquitectura da sociedade. Ora, oportunidades destas não surgem todos os dias.

Por esta razão, a petição, para além de defender que passe a ser obrigatório proporcionar aos jovens este tipo de oportunidades, também sugere que os passeios dos finalistas portugueses não se confinem a Espanha. A Europa tem outros países que merecem ser visitados. E, por fim, igualmente não esquece Portugal. Seria antipatriótico fazê-lo. Existe por aí muita construção que necessita dos melhoramentos que resultam deste tipo de expressão.

Que não haja enganos. Como este tipo de comportamento já está assegurado, devemos garantir a sua perpetuação. O Portugal de amanhã, tal como o de hoje, agradecerá.

Conto com a vossa assinatura!


Islam is peaceful religion. To whom?

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It’s possible to watch several videos on the internet, mainly in social networks, advocating religious positions. There´s one, in particular, that tries to provide a defense of Islam as a peaceful religion (and, so far, I’m not arguing otherwise), stating that the word “jihad” is only 41 times written in the Qur’an, while the words “mercy”, “peace” and “compassion” are mentioned 355 times.
Unfortunately, this video is nothing but propaganda. It’s just a tool seeking to justify Islamic terrorism and to radicalize more people.

How many times is the word “jihad” written in the Qur’an is irrelevant. Ideally, it should never be mentioned, but arguing that Islam is a peaceful religion only because “jihad” is three times less mentioned than “mercy”, “peace” and “compassion” it’s a fallacy. And why?

The Qur’an isn’t the only source of religious law to Muslims. The Sunnah, the Hadith, the Fatwa also are mandatory and Muslims are required to obey them. As such, considering these other sources of Muslim law, one must ask how many times is the word “jihad” written on the Sunnah, on the Hadith and on the fatwa(s)?

A reference to Muhammad’s life and the writing of the Qur’an has to be made because both are inseparable. We know that Muhammad lived in Mecca, where he was born, and then emigrated to Medina (June 622). Mohammad wrote suras in both cities.  However, there’s a huge difference between these suras, both in form and in content or substance. 

In Meccan suras, Mohammed respects the Bible. Yet, in the Medinan suras, one can observe a deflection Mohammed’s attitude because there are numerous passages that warn Muslims to avoid the Jews and Christians. Moreover, while Meccan passages generally speak to the prophet himself or to the people, the Medinan passages are quite often addressed to his followers. And we also know that Meccan suras were overturned by the more recent suras (Medina) changing the Qur’an’s core message.

Islam may even be a peaceful religion. But, only for the faithful. At least, in principle (notwithstanding the pattern of behavior show otherwise). To everyone else, it’s intransigent and intolerant. And the Qur’an is quite clear about that!

The Qur’an can determine the conduct of Muslims, but who chooses the path to Allah are Muslims themselves. This can, eventually, represent another possibility. Nonetheless, the probability is low.

In Islam there’s no real separation between state and religion. Additionally, most people tend to forget that, unlike the other two main religions,  the Qur’an (as well as the Sunnah, the Hadith, the Fatwa) doesn’t only regulate religion and religious behavior. No. All aspects of life in society, including the juridical level, are regulated by them.

That said, one doubt remains. Can Muslims coexist with other faiths? Can Muslims live in western countries?

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P.S. – I’ve read: The Shruti, The Tripiṭaka, The Hebrew Bible, The Talmud, The Christian Bible, The Dao de Jing, The Analects of Confucius, The Qur’an, The Guru Granth Sahib and the Zend Avesta.

I’m not saying that I’m an expert in these holy books, but, at least, I read them.