Na base do conhecimento está o erro

Demos graças aos que sabem tudo!

JN e juiz

Quase que podia ser um comportamento humano. Quase!

Uma das coisas mais difíceis para os humanos é reconhecer os erros. Felizmente, existem pessoas mais humildes que reconhecem os seus próprios erros, pois já interiorizaram que o erro é a base do conhecimento (só podemos saber o que está certo se soubermos o que está errado), e que esse reconhecimento possibilitará o progresso.

O JN, à semelhança de mais algumas entidades análogas, é dirigido por pessoas que são, à falta de melhor classificação, “mais do que humanos”. Como tal, não podem evidenciar comportamento humano porque nunca cometem erros. Daí o quase.

Ontem, apesar de não ter feito o que lhe competia, i.e., certificar-se da credibilidade da informação que lhe foi dada por uma “reputada” fonte governativa, o JN não errou. Foi induzido a errar.

Hoje, o JN continua a errar. Não reconhece que não agiu correctamente, não pede verdadeiramente desculpa pelos danos causados e não revela o nome da fonte governativa, que até ontem era credível. Foi instrumentalizado e tudo o que procura é precaver-se contra um eventual processo.

Demos graças aos que sabem tudo!

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