Na base do conhecimento está o erro

Archive for November, 2015

Keep calm and enjoy socialism. Someone else will clean the mess!

KEPP CALM3

 

MANTENHA
A CALMA

e aproveite o socialismo.

Alguém limpará a porcaria!


O Costa depende da “concórdia”

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Não podemos, nem devemos, dizer que haja deriva.

Mas à vista será a regra!

O Costa depende da “concórdia”


Carlos César

CarlosCesar Acores 2012

Imagino que a primeira recomendação de Carlos César a António Costa, futuro Primeiro-Ministro, seja a compra do “Atlântida” para ajudar os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo?

Os parceiros dos acordos aplaudirão.

E tenho a certeza que contará com o apoio suplementar da CGTP-IN


O fim dum ciclo

25 de Novembro

 

 

Não deixa de ser significativo que o 25 de Novembro termine no 24 de Novembro.

Por outras palavras, socialismo democrático saiu da gaveta (Soares) para o caixão (Costa).


Legislação para exploração mineral espacial

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Independentemente das dificuldades, devíamos fazer o mesmo.

The Dawn of the Space Mining Age


O milagreiro dos entendimentos ou a procura dum almoço grátis

Santo anyonio costa

António Costa foi chamado a Belém. Tal facto não é nenhuma surpresa. Tal como também não deve espantar ninguém que o Presidente da República tenha apresentado uma lista de condições para indigitar o líder socialista.

O deplorável espetáculo que tem vindo a ser proporcionado, no que respeita ao nível e/ou grau de entendimento, pela coligação de apoio parlamentar à esquerda, justifica este pedido. Uma investidura é diferente duma legislatura. É esta, e não aquela, que garante estabilidade.

Revendo o que se passou desde as legislativas, o líder socialista disse ter acordo quando o mesmo não existia, dividiu a eventual união, repartindo-a em entendimentos sectoriais por ser incapaz de conseguir a sua conjugação, afirmou a sua discordância face aos seus apoiantes parlamentares quanto à política externa portuguesa ao aprovar iniciativas legislativas da coligação e, desde o dia em que assinou os entendimentos sectoriais, nada fez para minorar os efeitos das discordâncias públicas entre BE e PCP. Agora, no espaço de várias horas, diz ser capaz de assegurar o que não conseguiu em 15 dias de acordos. António Costa é um santo milagreiro que está obcecado pelo almoço grátis. Esperemos que a resposta do PS seja adequada, ou não creio que o obtenha. Aliás, já está a pagar o preço do mesmo. E, para mal dos seus pecados (de António Costa), Sócrates ofusca o horizonte.

Por fim, se António Costa apresentasse um documento assinado pelos três partidos surpreenderia toda a gente e demonstrava que o grau de união era superior ao percepcionado. Infelizmente, o líder socialista não é suficientemente humilde para o tentar.

Há demasiada prepotência no estado, pouca razoabilidade e quase nenhuma reciprocidade.


Lista de exigências presidenciais visando uma solução governativa

“Face à crise política criada pela aprovação parlamentar da moção de rejeição do programa do XX Governo Constitucional que, nos termos do artigo 195 da Constituição da República Portuguesa, determina a sua demissão, o Presidente da República decidiu, após audição dos partidos políticos representados na Assembleia da República, dos parceiros sociais e de outros agentes económicos, encarregar o Secretário-Geral do Partido Socialista de desenvolver esforços tendo em vista apresentar uma solução governativa estável, duradoura e credível.

Nesse sentido, o Presidente da República solicitou ao Secretário-Geral do Partido Socialista a clarificação formal de questões que, estando omissas nos documentos, distintos e assimétricos, subscritos entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista “Os Verdes”, suscitam dúvidas quanto à estabilidade e à durabilidade de um governo minoritário do Partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura:

a) aprovação de moções de confiança;
b) aprovação dos Orçamentos do Estado, em particular o Orçamento para 2016;
c) cumprimento das regras de disciplina orçamental aplicadas a todos os países da Zona Euro e subscritas pelo Estado Português, nomeadamente as que resultam do Pacto de Estabilidade e Crescimento, do Tratado Orçamental, do Mecanismo Europeu de Estabilidade e da participação de Portugal na União Económica e Monetária e na União Bancária;
d) respeito pelos compromissos internacionais de Portugal no âmbito das organizações de defesa colectiva;
e) papel do Conselho Permanente de Concertação Social, dada a relevância do seu contributo para a coesão social e o desenvolvimento do País;
f) estabilidade do sistema financeiro, dado o seu papel fulcral no financiamento da economia portuguesa.

O esclarecimento destas questões é tanto mais decisivo quanto a continuidade de um governo exclusivamente integrado pelo Partido Socialista dependerá do apoio parlamentar das forças partidárias com as quais subscreveu os documentos “Posição Conjunta sobre situação política” e quanto os desafios da sustentabilidade da recuperação económica, da criação de emprego e da garantia de financiamento do Estado e da economia se manterão ao longo de toda a XIII legislatura.


SMS Martins

SMS martins
Depois de ter sido recebida pelo Presidente da República, Catarina Martins, a líder do bloco de esquerda afirmou que existe “(…) uma solução estável, credível e duradoura, para o horizonte de uma legislatura (…)”.
Todavia, no Parlamento, a NATO dividiu a solução, afastou a credibilidade e obliterou o horizonte.

Já tivemos o camarada Cassete Carvalhas.

Agora temos a SMS Martins!


E a pluralidade. Não interessa?

Não é apenas por causa duma decisão estratégica que o BE e o PCP não querem fazer parte do governo de António Costa.

A verdadeira razão, que está disfarçada numa capa de estratégia, deve-se ao facto de ambos estes partidos não possuírem vocação governativa democrática.

A pluralidade não faz parte da sua essência!


Must read – “What ISIS really wants”

isis

“Non-muslims cannot tell Muslims how to practice their religion properly”


Helmut Schmidt (1918-2015)

Helmut Schmidt

Um verdadeiro estadista / A genuine Statesman
RIP!


Coerência comunista

pcp-j-sousa

A esquerda, em particular o PCP, insistem no aumento do salário mínimo para seiscentos euros. Mesmo sabendo que daí poderá resultar desemprego.

Como o PCP defende os trabalhadores e não os desempregados, esta posição não é de estranhar.


Constatação

Os socráticos, ou melhor, os socretinos portugueses não gostam de orçamentos de estado.

Preferem os PECs socialistas!