Na base do conhecimento está o erro

Archive for March, 2014

Cosmology: Inflation proven

Andrei Linde.

The work of lifetime is proven.

Unbelievable!

Inflation theory


Insanável é o futuro de Portugal!

!

Se a alternativa são homens como este,

insanável é o futuro de Portugal!

A práxis política portuguesa não evidência qualquer tipo de aprendizagem. Portanto, não é de estranhar que a população, ou grande parte dela, imite este tipo de comportamento:
Nada do que os outros fazem é positivo. Só o que eu faço é que está bem.

Seguro não concorda com nada do que o Governo fez e, como tal, as divergências são inultrapassáveis. Quando, eventualmente, for governo a mesma postura permanecerá a regra.

Portugal não terá futuro enquanto os líderes partidários defenderem e utilizarem processos binários de sim ou não, comigo ou contra mim. Este tipo de prática política não nos permite o presente quanto mais o futuro.

P.S. – Será o insanável irrevogável?


Putin e os Referendo(s)

Não tenho qualquer dúvida que Putin aceite o resultado da consulta na Crimeia.

Mas, aceitará sequer que as regiões russas descontentes com Moscovo possam realizar semelhante iniciativa?

 


Não é só Pilatos quem lava as mãos

Só agora consegui acabar de ler o manifesto pela reestruturação da dívida (mrd), claramente o assunto do dia, e vou ter pesadelos toda a noite. Espero, sinceramente, que os mesmos não se prolonguem para a vida dos meus filhos.

Já reli o mrd. De fio a pavio. Estamos perante mais uma pouca vergonha. Ora vejamos. A certa altura, lê-se no documento o seguinte: “A crise internacional iniciada em 2008 conduziu, entre outros factores de desequilibrio, ao crescimento sem precedentes da dívida pública”

Pelos vistos, até 2008, Portugal não tinha uma dívida insustentável. Tinha dívida, sendo que a mesma já implicava um incumprimento relativamente aos critérios do Pacto de Crescimento e de Estabilidade da moeda única, mas não era insustentável. Só depois desta crise (2008) é que tal se verificou.

Alguém é capaz de me dizer quem foi responsável pela gestão dívida portuguesa desde que aderimos ao euro até 2008? Mas, já agora, não querendo ser mesquinho ou discriminar alguém, podemos considerar todo o tempo da terceira república? Alguma destas pessoas que subscreve o manifesto teve responsabilidades governativas?

E, apelando à indulgência dos promotores desta iniciativa, poderão esclarecer-me porque é que Portugal tinha dívida?

Já não tenho qualquer dúvida. Não é só Pilatos quem lava as mãos.

P.S. – Tive que reler o mrd várias vezes, por não acreditar no que estava a ler.