Na base do conhecimento está o erro

Legítimo, pá!

MRB legitimo

.

Não sei o que leva um político experiente como Luís Filipe Menezes, que já foi deputado, secretário de estado e autarca, entre outras funções, a questionar a primeira forma de cidadania e a essência da democracia.
Questionar a legitimidade dum cidadão ou grupo de cidadãos em fazer uma pergunta é negar a democracia.
Será que é por não saber o que é a democracia? Ou meramente por não estar habituado a ser questionado? (também pode estar a ser mal aconselhado e/ou assessorado).

Seja lá qual for a razão, eis-nos perante o resultado, inteiramente previsível, desta manobra dilatória que apenas pode ser encarada como um expediente menor:
O Tribunal Constitucional rejeitou o recurso de Luís Filipe Menezes.
Em democracia, não há nada mais legítimo do que uma pergunta dum cidadão ou dum grupo de cidadãos.

O Movimento Revolução Branca (MRB) traduz uma atitude que se reveste numa forma de pluralismo que solidifica a soberania popular e enriquece a participação democrática.

Legítimo, pá! 

O MRB tem legitimidade.

Deplorável é o comportamento que continua a manifestar. Não tem um pingo de humildade nem qualquer respeito por um órgão de soberania. Até já evoca os tempos do sulista, elitista e …

Nota final: conforme afirmei aqui – O rosto da ilusão – só após uma pronunciação do Tribunal Constitucional sobre a questão de fundo, a lei 46/2005 de limitação de mandatos, a qual, vergonhosamente, diga-se, tentou agora ser contornada, é que Luís Filipe Menezes saberá se pode ir a votos ou não.

6 responses

  1. Sou nortista e nacionalista das serranias de Viseu, Castro Daire. Foi no Norte que se iniciou a Nação portuguesa, da Nação que somos e do caminho que tomámos. Para Sul alargámos Portugal pela moirama até ao deserto do Sahara e depois fizemos de Portugal um país Atlântico do tamanho do Mundo.
    Luís Filipe Menezes é do Norte de Portugal, mas indigno da sua herança.

    2013-06-30 às 21:44

  2. Zé Pedro

    Quando os políticos se eternizam no poder esquecem depressa essa coisa do respeito pelo direito mais básico da cidadania. O de questionar aqueles que elegemos. Este homem não tem outro objectivo que não seja servir-se e servir interesses futuros. A cidadania que se lixe.

    2013-06-30 às 22:08

  3. Ilidio Dantas

    Simplesmente a arrogancia e prepotência deste senhor (Felipe Menezes), só rivaliza com o seu poder de negação, não deve ser subestimado a carraça só se elimina quando é queimada.. Olho vivo MRB.

    2013-07-01 às 1:22

  4. Isto é gente que se julga superior. Esta cambada, este tipo de gente que surgiu no pós 25 de Abril, aproveitou-se da liberdade para impor a sua vontade própria. Não têm um pingo de respeito por ninguém, só pensam no seu bandulho, são uns parasitas da sociedade, uns chulos, gente sem pingo de vergonha na cara. E depois quando levam para trás, quando a lei selhes impões pela frente, coisa que se habituaram a contornar facilmente, ficam furiosos, e cegos de raiva deitam mão a tudo o que penam possivel para conseguirem os seus objectivos. É isto que estes politiqueiros de meia tigela, estes aproveitadores da Democracia, estes chulos, esta bandidagem têm feito desde há 20 anos para cá. É porisso que este país bateu no fundo. Sabemos que não é só cá em Portugal que isto vem acontecendo, é no mundo ocidental todo, mas o que nos interessa é o que se passa aqui no nosso país. Hoje é do conhecimento geral, está no Correio da Manhã de hoje nas palavras do credivel José Gomes Ferreira e em muitas outras opiniões válidas, que esta crise que nos come o pouco que tinhamos é filha da bandidagem feita de conluios entre governantes na Assembleia da república, escritórios de advogados, grandes empresas e emperesários, banca entre outros. Foi uma roubalheira combinada, preparada, tudo devidamente bem cozinhado com os melhores ingredientes e especiarias…. depois, agora, pedem, melhor mandam ao zé povinho que pague e não bufe!

    2013-07-01 às 10:21

  5. Sem duvida, a primeira medida a tomar neste país, a alteração da lei eleitoral tornando-a obrigatória e que cada cargo seja eleito com maioria de votantes e não de inscritos, pois assim obrigaria a cada cidadão ter mais consciência e participação direta na democracia e no ato leitoral. Reeleição só para dois mandatos sucessivos e ou alternados pois está provado que o poder vicia e corrompe, daí que é melhor cortar o mal pela raiz e acabar com os vícios.

    2013-07-01 às 10:50

  6. João Gabriel Marques

    Também aqui no Brasil está-se discutindo uma reforma política. Pensa-se que o voto numa lista feita pelos partidos é melhor do que votar nos candidatos….Há adeptos do voto distrital…Quere-se terminar com o voto obrigatório…É difícil alguma formula dar certo quando não há homens educados. E como havê-los se nos distanciamos da fonte de toda a educação?
    O sistema político brasileiro está corrompido. É o que chamam de fisiologismo. O Partido dos Trabalhadores levou este fisiologismo ao seu cume. Temos 39 ministérios. É preciso ter ministérios para colocar os aliados e amigos…
    Não sou contrário à democracia, mas admito perfeitamente que um país pode ser eventualmente muito melhor governado por um ditador, à lá Salazar, por exemplo, do que por alguém posto lá pelo povo. Tudo depende da qualidade dos homens. Aliás, as páginas mais fantásticas da nossa história não foram feitas de baixo de regimes democráticos…

    2013-07-01 às 20:24

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