Na base do conhecimento está o erro

“Novo” socialismo?

Francisco Louçã, João Semedo e José Manuel Pureza defendem uma nova corrente para o BE.

Enquanto Francisco Louçã, que representa para o BE o que Salazar representava para o Estado Novo, se mantiver activo no BE ou noutra qualquer entidade política, seja qualquer for a iniciativa que anuncie ou defenda, a mesma será sempre mera cosmética.

Estamos perante uma simples jogada política estratégica porque o BE já percebeu que tem que se ver livre de Luís Fazenda e da UDP, pois ambos são pouco apelativos aos simpatizantes da esquerda que não são radicais.

Curiosamente, Francisco Louçã que é, e continuará a ser, um extremista e um ditador em potencial, consegue disfarçar muito melhor o radicalismo que o caracteriza.

Novo socialismo? Não!
É mais uma tentativa de roubar eleitorado ao PS. A que foi tentada com as presidenciais pelo apoio ao Alegre não correu bem.

Mas claro, os votantes que o BE perdeu para o PAN também estão debaixo do olho.

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