Na base do conhecimento está o erro

Pois é … com o mal dos outros podemos nós

No dia 10 de Outubro de 2010, neste post, coloquei uma hipotese verdadeiramente idealista, alguns dirão utópica, cujo efeito seria a minimização do espectro do desemprego (em tempos de crise) e das consequências dele provenientes.

No entanto, no que eu qualifico como um acto de boa gestão, o responsável da empresa onde trabalho teve precisamente essa postura.
É claro que há um choque momentâneo pela redução do salário (não estivessemos nós formatados para o eu), mas quando vemos que os colegas de trabalho – independentemente do grau de amizade com qualquer um – continuam todos a trabalhar, esse choque acaba por se diluir.

Como referi, do aumento do desemprego advém algumas circunstâncias. Uma delas é esta:
Vítor Gaspar: há uma “incerteza considerável” sobre as contas da Segurança Social

Como é que diz o ditado popular?
Com o mal dos outros posso eu bem?
Não deviamos.

One response

  1. Caro Vicente,

    o que falta à política portuguesa e, talvez, à grande maioria dos políticos a nível mundial é empatia: capacidade de diálogo, de estar com, de estar na pele do outro, de amar esse outro.

    Pensamos nós: a política não serve para isso. Mas é claro que serve! Tudo serve. É por não servir (ou por acharmos que não deve servir) que, se calhar, andamos há tantos anos ou séculos na mesma trama.

    Muitos abraços
    Jorge

    2012-05-10 às 23:12

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