Na base do conhecimento está o erro

A injustiçada

Maria de Lurdes Rodrigues, que apenas fez um(s) pequeno(s) ajuste(s) directo(s) no montante de 266 mil euros, sente-se injustiçada com a pronunciação pelo crime de prevaricação.

Aparentemente, nenhum dos pronunciados, Maria José Matos Morgado, antiga chefe de gabinete e o secretário-geral do ministério da altura, João Silva Batista, apesar da formação dos mesmos soube interpretar o regime da contratação pública.
Já o “adjudicado”, João Pedroso, igualmente pronunciado, esse não teve qualquer dúvida na leitura que fez dos articulados legais aqui considerados.

Sabem quem vai ser testemunha abonatória?
José Sócrates, é claro!

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