Na base do conhecimento está o erro

Archive for January, 2012

Reflexão (3)

nenhuma mudança será concretizada sem a responsabilização individual.

seja de quem for.

ocupe o cargo que ocupar!


Reflexão (2)

quando, independentemente das perspectivas, a sobrevivência passa a ser uma condição imposta, o todo que faz a sociedade deve ser objecto de uma profunda reflexão.
todavia, esta, por si só, não é suficiente, pois só será eficaz se dela nascerem acções que promovam a mudança.


Concertação social – 2012 (3)

Álvaro Santos Pereira

O grande vencedor do acordo de concertação social.


Concertação social – 2012 (2)

Um passo foi dado no sentido certo, a alteração da lei laboral.

Agora falta rever o seguinte:
o custo da energia;
a carga fiscal;
e a burocracia necessária a todo e qualquer licenciamento.

Não é apenas o(s) custo(s) com pessoal que limita a contratação. Aliás, neste capítulo, como já avisam vários empresários, os ordenados devem ser revistos de maneira a incentivar a produtividade.


Concertação social – 2012

O acordo estabelecido entre os parceiros sociais será altamente positivo para o país.

Como todas as iniciativas válidas, não terá efeitos benéficos a curto prazo. Mas, a médio e longo prazo, para além de ir revolucionar a mentalidade portuguesa, irá transformar radicalmente o mercado de trabalho e permitir a diminuição do desemprego.

Existe, no entanto, uma circunstância que deve ser acautelada e que este acordo poderá incentivar: a falta de respeito.
Esta é notória na maioria dos empresários e políticos portugueses, relativamente aos trabalhadores e cidadãos.

Assim, preservada a equidade que todos os entendimentos devem possuir, não tenho a menor dúvida em classificar como benéfico, útil e necessário o acordo de concertação social assinado hoje de manhã.

Relativamente à CGTP, apenas pergunto onde estão os deveres (adquiridos) dos trabalhadores?


A injustiçada

Maria de Lurdes Rodrigues, que apenas fez um(s) pequeno(s) ajuste(s) directo(s) no montante de 266 mil euros, sente-se injustiçada com a pronunciação pelo crime de prevaricação.

Aparentemente, nenhum dos pronunciados, Maria José Matos Morgado, antiga chefe de gabinete e o secretário-geral do ministério da altura, João Silva Batista, apesar da formação dos mesmos soube interpretar o regime da contratação pública.
Já o “adjudicado”, João Pedroso, igualmente pronunciado, esse não teve qualquer dúvida na leitura que fez dos articulados legais aqui considerados.

Sabem quem vai ser testemunha abonatória?
José Sócrates, é claro!


José Sócrates é um licenciado independente

O Ministério Público, através da Procuradora Cândida Almeida, diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, recusa reabrir o processo da licenciatura de José Sócrates.

Isto apesar dos novos dados que foram conhecidos recentemente e de o apuramento ter sido feito com base em fotocópias, e de, aparentemente, ninguém ter feito qualquer questão relativamente ao paradeiro dos documentos originais.

Já agora, não é favorecimento terminar uma licenciatura num domingo?


Leituras indispensáveis (9)

 

Macaquinhos do Chinês


(mais) Demagogia de esquerda

Segundo o BE e o PCP (e afins), até parece que a Jerónimo Martins vai entregar à administração pública holandesa os impostos que derivam da actividade que irá continuar a desenvolver em Portugal!

Haja paciência para estes demagogos!


Igual a si mesmo

 

Jerónimo Martins e a ligação entre a maçonaria e a política são os fait divers do momento.

Entretanto, Portugal continua igual a si mesmo!
Desvia-se a atenção do que é essencial em favor do acessório.

(Ninguém tem nada a dizer sobre as nomeações na EDP?)


Mário Soares em silêncio?

Alguém ouve Mário Soares, o dito “pai” da democracia portuguesa, a falar sobre a polémica do momento?
Será que ele não terá nada a dizer sobre a ligação da política e a maçonaria?


Diálogos com a Ciência III


Sobre a Jerónimo Martins

A primeira pergunta que faço é:  Se estivessemos no lugar dele que fariamos?

Confesso que não fiquei surpreendido pela decisão da família Soares dos Santos.
Não tenho a menor dúvida que a mesma se deve à instabilidade fiscal (e não só) que caracteriza o nosso país – autêntico entrave ao crescimento das empresas – e não pelo pagamento de (menos) impostos ao Estado.
Para aqueles que estão atentos, sinais que tal se poderia verificar não faltaram. Ainda há pouco tempo, a Jerónimo Martins anunciou que, em 2012, iria investir 800 milhões distribuídos pelos seguintes países: Colômbia – 400 milhões; Polónia – 300 milhões; e Portugal – 100 milhões. Ora, ninguém perguntou o porquê desta distribuição? E, por curiosidade, alguém sabe quanto custa o dinheiro em Portugal? Já agora, quanto passará a custar se sairmos do euro?
E, muito naturalmente, não devemos esquecer há quanto tempo a Jerónimo Martins foi para a Polónia .
Tudo isto é muito simples: pela internacionalização, o rácio de crescimento pode ser geométrico enquanto que ao nivel nacional o mesmo apenas é aritmético. Para além disso, sem lucros não é possível investir. Logo, se a carga fiscal que incidir sobre os lucros for maior…
Por fim, a data para a execução desta decisão é assim tão surpreendente?

A segunda pergunta que faço é: Das empresas que fazem parte do PSI-20, quantas (ainda) estão sediadas em Portugal? E na sequência desta, onde está sediada a família Espírito Santo? E a Sonae?

Quanto ao cidadão Alexandre Soares dos Santos e as suas posições, sejamos razoáveis. É um homem com muito valor que certamente já se cansou de pregar no deserto.

Finalmente, eu não farei boicote ao Pingo Doce. Enquanto lá continuar a encontrar produtos mais baratos é lá que continuarei a comprar. Mesmo que tivesse dinheiro para comprar mais caro não o faria.