Na base do conhecimento está o erro

Archive for March, 2011

O PSD vai fazer umas surpresas

Estou em Riga de partida para regressar a Portugal!

Acabaram de me confirmar o que já me haviam dito: que o Pedro Passos Coelho dá ouvidos ao Artur Pereira (Director Nacional de Campanha de FN).
Não sei se é verdade, mas não estranharei se for. Está, naturalmente, no seu direito.

Só direi o seguinte:
a possibilidade de o PSD ter um candidato surpresa nas suas listas de deputados é grande.

Pessoalmente, não acredito que tal aconteça. Mas, em política, tudo deve ser considerado.


93,3%

Sim, é verdade.

José Sócrates foi reeleito líder do PS com 93,3% dos votos! Contudo, apenas cerca de 30% dos militantes votaram.

É precisamente isto que os políticos querem. Que cada vez menos pessoas participem nos actos eleitorais, sejam eles internos (nos partidos) ou externos (no país).
E nestes últimos, não se importam nada com os votos em branco ou nulos.

Parem de deixar que sejam outros a decidir por vós o vosso futuro!


“Banco” do lixo

Pois é.

O BCP já não andava bem. Verdade seja dita, o “Jardimzito” portou-se mal. Mas depois das Varas de Santos (ou dos Santos das Varas) terem tomado conta da casa … o lixo aparece (aqui).


Afinal, o país está bem (entregue)

Em consonância com os parâmetros que regem a vida pública, os socialistas realizaram as suas eleições internas e elegeram o novo líder.

Dos resultados apurados, que reelegeram esmagadoramente José Sócrates, pode entender-se que, para os socialistas, o país está bem e recomenda-se.

Será caciquismo, interesse ou mero instinto de sobrevivência?


Augúrio

93,3%!

José Sócrates foi reeleito líder do partido socialista com 93,3% dos votos.

Considerando os casos análogos que a história nos mostrou, alguém se lembra o que é que deles resultou?

 


A melhor maneira de trazer o FMI

Não contando com o instinto político do próprio (que é considerável), mas tendo em consideração que algumas vozes já se manifestavam em surdina e que, externamente, a pressão tornou-se insustentável, José Sócrates encontrou a melhor maneira de fazer com que o FMI se instale, temporáriamente, em Portugal.

Negociou acordos sem dar cavaco às tropas (leia-se, oposição, Presidente da República e o próprio partido) sabendo que os mesmos não seriam aprovados no Parlamento, para precipitar uma crise política com a sua demissão.

Consequentemente, pode acusar a oposição de “causadores” da crise e da entrada do FMI no país, consegue que terceiros (leia-se, o FMI) assumam a responsabilidade pela tomada de medidas que ele não teve a coragem para tomar, a credibilidade do país perante o exterior melhora, e, caso vença as legislativas antecipadas, terá alguma folga para governar.

Será?