Na base do conhecimento está o erro

“Economices”

 

Um turista chega a uma pequena cidade e entra num hotel. Na recepção, entrega duas notas de 100 euros e solicita ver um quarto.

Logo que o turista entra no elevador para ir inspeccionar os quartos, o gerente do hotel sai a correr com as notas na mão e dirige-se à mercearia do lado para pagar uma dívida antiga, cuja quantia era de 200 euros.

Surpreendido pelo inesperado pagamento da dívida, o merceeiro aproveita o dinheiro para pagar a um fornecedor um débito de 200 euros que há muito tinha.

Este, por sua vez, pega igualmente nas duas notas e corre à farmácia para liquidar um calote que aí tinha de, imaginem, 200 euros!

O farmacêutico, assim que se vê com as duas notas na mão, corre disparado para uma casa de alterne vizinha para liquidar uma dívida com uma prostituta. Curiosamente, o montade em falta era de 200 euros.

A prostituta agradecida, pega no dinheiro e dirige-se ao hotel, local onde habitualmente levava os seus clientes mas que ultimamente utilizava a crédito tendo acumulado uma dívida de 200 euros. Chama o gerente e colocando as notas em cima do balcão, diz que está a saldar a conta.

Nesse preciso momento, abre-se o elevador e o turista, dirigindo-se à recepção e manifestando o seu desagrado pelo que viu, pega nas duas notas de 100 euros, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

 

3 responses

  1. Maria Antónia Moreira Anacleto Pereira Leite

    Li três vezes. E estou confusa! Tudo se liquidou e os 200 euros ficaram na mesma para o turista. E se experimentássemos todos fazer assim? Não compreendo!

    2010-10-30 às 0:31

  2. Pingback: Tweets that mention “Economices” « (in)Transmissível -- Topsy.com

  3. Maria Antónia Moreira Anacleto Pereira Leite

    Já reli e compreendi. O gerente do hotel pagou ao merceeiro mas como o turista não quis o quarto foi o hotel que ficou sem o 200 euros. Mas desta maneira todos ficaram com as contas liquidadas: o merceeiro, o fornecedor, o farmaceutico, a prostituta e o hotel.

    2010-11-02 às 21:16

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