Álvaro Santos Pereira
O grande vencedor do acordo de concertação social.
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Maria de Lurdes Rodrigues, que apenas fez um(s) pequeno(s) ajuste(s) directo(s) no montante de 266 mil euros, sente-se injustiçada com a pronunciação pelo crime de prevaricação.
Sabem quem vai ser testemunha abonatória?
José Sócrates, é claro!
O Ministério Público, através da Procuradora Cândida Almeida, diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, recusa reabrir o processo da licenciatura de José Sócrates.
Isto apesar dos novos dados que foram conhecidos recentemente e de o apuramento ter sido feito com base em fotocópias, e de, aparentemente, ninguém ter feito qualquer questão relativamente ao paradeiro dos documentos originais.
Já agora, não é favorecimento terminar uma licenciatura num domingo?
Segundo o BE e o PCP (e afins), até parece que a Jerónimo Martins vai entregar à administração pública holandesa os impostos que derivam da actividade que irá continuar a desenvolver em Portugal!
Haja paciência para estes demagogos!
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Jerónimo Martins e a ligação entre a maçonaria e a política são os fait divers do momento.
Entretanto, Portugal continua igual a si mesmo!
Desvia-se a atenção do que é essencial em favor do acessório.
(Ninguém tem nada a dizer sobre as nomeações na EDP?)
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Alguém ouve Mário Soares, o dito “pai” da democracia portuguesa, a falar sobre a polémica do momento?
Será que ele não terá nada a dizer sobre a ligação da política e a maçonaria?
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A primeira pergunta que faço é: Se estivessemos no lugar dele que fariamos?
Confesso que não fiquei surpreendido pela decisão da família Soares dos Santos.
Não tenho a menor dúvida que a mesma se deve à instabilidade fiscal (e não só) que caracteriza o nosso país - autêntico entrave ao crescimento das empresas – e não pelo pagamento de (menos) impostos ao Estado.
Para aqueles que estão atentos, sinais que tal se poderia verificar não faltaram. Ainda há pouco tempo, a Jerónimo Martins anunciou que, em 2012, iria investir 800 milhões distribuídos pelos seguintes países: Colômbia – 400 milhões; Polónia – 300 milhões; e Portugal – 100 milhões. Ora, ninguém perguntou o porquê desta distribuição? E, por curiosidade, alguém sabe quanto custa o dinheiro em Portugal? Já agora, quanto passará a custar se sairmos do euro?
E, muito naturalmente, não devemos esquecer há quanto tempo a Jerónimo Martins foi para a Polónia .
Tudo isto é muito simples: pela internacionalização, o rácio de crescimento pode ser geométrico enquanto que ao nivel nacional o mesmo apenas é aritmético. Para além disso, sem lucros não é possível investir. Logo, se a carga fiscal que incidir sobre os lucros for maior…
Por fim, a data para a execução desta decisão é assim tão surpreendente?
A segunda pergunta que faço é: Das empresas que fazem parte do PSI-20, quantas (ainda) estão sediadas em Portugal? E na sequência desta, onde está sediada a família Espírito Santo? E a Sonae?
Quanto ao cidadão Alexandre Soares dos Santos e as suas posições, sejamos razoáveis. É um homem com muito valor que certamente já se cansou de pregar no deserto.
Finalmente, eu não farei boicote ao Pingo Doce. Enquanto lá continuar a encontrar produtos mais baratos é lá que continuarei a comprar. Mesmo que tivesse dinheiro para comprar mais caro não o faria.
Cortes nos salários e pensões tira 1,7 mil milhões ao fisco e Segurança Social
Empresas públicas proibidas de se endividarem junto dos privados
Aumento das receitas das empresas públicas pode chegar através de nova subida de preços e tarifas
Governo terá de poupar quase o dobro com a saúde em 2012
Organismos acumulam mais de 170 milhões em novas dívidas em atraso e violam meta
Governo alinha indemnizações por despedimento com média europeia entre 8 a 12 dias
Taxas moderadoras vão permitir encaixe de 200 milhões de euros em dois anos
Vítor Gaspar, na Comissão Eventual de Acompanhamento das Medidas do Programa de Assistência Financeira a Portugal da Assembleia da República, afirmou que, neste momento, não vê necessidade de mais medidas de austeridade para o ano de 2012.
Veremos o que se sucederá no(s) momento(s) do próximo ano.
Bem diz o povo: “Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades”.
Na sequência da saída da Ruptura/FER do BE, a mesa nacional deste partido classificou a mesma como sectária e irresponsável.
As leituras que se devem fazer são as seguintes:
Primeiro, para o BE, a Ruptura/FER não era sectarista nem irresponsável. Tornou-se, agora que abandonou o Bloco para formar um partido político.
Segundo, pior, mas muito pior, é que enquanto a Ruptura/FER esteve integrada no BE não havia nenhum problema quanto ao radicalismo das suas posições.
Quem são os parasitas?
O diferendo entre a NATO e a Rússia sobre o novo sistema de defesa antimissil, para a europa, relembra outros tempos.
E, a todos os níveis, outras circunstâncias!
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Francisco “tele-evangelista” Louçã é um verdadeiro ingrato.
Se há alguém que devia estar grato à Troika, esse alguém é o coordenador nacional(?) do BE.
Afinal, a troika e os fait-divers como a ligação dos (seus) correligionários ao BPN, afastam a atenção para a sua brilhante liderança que proporcionaram (ainda bem, na minha opinião) os últimos resultados eleitorais do Bloco.
Apesar de alguma constestação interna, não há dúvida que a mesma têm vindo a esmorecer.
No entanto, tal até não pode ser mal de todo…

Manuela Ferreira Leite criticou a política fiscal do Governo por a mesma essencialmente visar o aumento da receita.
Não é que não tenha razão, mas que moral tem esta senhora para dizer isto.
Quando foi Ministra da Finanças qual foi o montante de despesa que reduziu?
Mais valia estar calada.
Estamos prestes a entrar numa nova era!
Oficiosamente já a vivemos mas, quando o primeiro governo cair por causa da crise, entraremos oficialmente no tempo em que a economia subjuga a democracia.
O PS (ou alguns dos seus deputados) prepara(m)-se para votar contra o OE2012.
No entanto, estavam dispostos a votar favoravelmente o PEC IV, V, VI, etc.
Não há dúvida que a grande maioria dos nossos eleitos (sejam de que partido forem) são, no que respeita a valores e decência, inqualificáveis.
Não creio que o referendo decidido pelo governo grego seja uma má ideia. Até considero que é uma brilhante posição política.
Papandreou, através do referendo, apenas permite ao povo ser ouvido e partilha com a população a responsabilidade.
Trata-se de democracia em acção.
Quais são os efeitos desta decisão?
Internamente, qualquer que seja o resultado do mesmo, irá clarificar a situação e pode muito bem acalmar a população, permitindo que o executivo grego – este ou outro – possa trabalhar em paz. Na falência ou não.
Externamente, como não me parece que a saida da Grécia do euro seja por si só suficiente para o colapso do sistema, creio que servirá para aliviar a pressão sobre os restantes países e levará à concentração de esforços.
Sim, é verdade que os mercados já se estão a manifestar. Mas deixariam de o fazer? É evidente que não. Podem é estar a perder a possibilidade de continuar a fazer tanta especulação.
Por fim, se, eventualmente, a população grega preferir sair do euro também é melhor que o faça já.
P.S. – verdade seja dita, estava a ser exigido ao Governo grego fazer o que nem Merkel ou Sarkozy seriam capazes de fazer! Independentemente disto, também há aqui uma quota de chantagem.
Coitado do homem. Não há maneira de o deixarem em paz. Ainda por cima quando ele está cheio de problemas.
Tem que estudar ética, o que, diga-se, para quem não a possui, é integralmente difícil.
Não é difícil perceber porque é que aqueles que se enquadram ideologicamente na esquerda e extrema-esquerda andam todos contentes.
Como é facilmente demonstrado pelo historial dos resultados eleitorais, pelas vias democráticas não conseguem ser governo.
Assim, só através duma revolução é que alcançarão o poder.
Mas a história ensina-nos que quem foi responsável por cortar cabeças também perdeu a sua.
É triste que nesta altura, a principal preocupação dos partidos políticos, independentemente do quadrante ideológico, seja o retirar de dividendos em favor próprio.
Por fim, para aqueles que parecem querer sangue, já não há dinheiro!
A revolução de Abril encontrou os cofres cheios, mas estes estão vazios há muito tempo.
E Abril também já se foi.
Só permanecem os mesmos sindicatos de há trinta anos, na maior parte dos casos com as mesmas pessoas e com as mesmas reivindicações como se o mundo não mudasse.
Acordem! Existir custa dinheiro e a malta até vive mais uns anitos.
Como tal, o que será verdadeiramente imperdoável é o derramar de sangue em vão!
(imagino quem ficaria contentíssimo!)
≈

Este homem não é uma pessoa qualquer. É um sociólogo de reputação internacional!
Por isso mesmo não entendo como foi capaz de ter dito o que disse à SIC (aqui). Há maneiras e maneiras de se dizerem as coisas, principalmente em tempos conturbados. Ainda por cima quando Boaventura de Sousa Santos é um defensor da aproximação entre a ciência e o senso comum.
Há mais de 20 anos que escrevo – trabalhos académicos, cartas aos leitores e artigos de opinião – a defender uma profunda reforma do sistema político, a qual, na minha opinião é coincidente com as ideias de Boaventura de Sousa Santos.
Mas não percebo onde está o (bom) senso destas suas declarações.
Não é apenas José Sócrates (e demais ministros ou afins) que devem responder pela gestão ruinosa.
O Alberto João Jardim também deve.
Assim como todos aqueles que doravante não gerirem devidamente os bens públicos que lhes forem confiados!
A postura do PS, personificada por Carlos Zorrinho, é integralmente deplorável.
Então a apresentação do OE 2012 é suficiente para o PS deixar de ter responsabilidade pela situação do país?
São políticos como este que levaram o país à bancarrota. E Portugal não pode continuar a ter pessoas deste calibre nos órgãos do Estado.
Só assim teremos futuro.
No âmbito das comemorações do dia de hoje e em virtude de actualmente sermos mais uma ilusão dum país ou um país em ilusão do que um país per si, proponho que nos passemos a designar por:
(I)LUSITÂNIA *
Quem subscreve?
* o I está entre parênteses porque ainda me resta a esperança do sonho.

Na liderança de entidades como o Tribunal de Contas, é preciso homens que não venham de partidos nem que tenham exercidos funções executivas.
Guilherme de Oliveira Martins, um exemplo perfeito do falhanço de supervisão, uma vez que não tem a decência de demitir, devia ser exonerado do cargo.
Defendo que o Tribunal de Contas seja dirigido por um juiz, indicado pelo Conselho Superior de Magistratura. Porém, este tipo de indicação só deverá acontecer após a despartidarização deste órgão.
Se extinguir 1712 lugares dirigentes e 137 entidades públicas representam uma poupança de 100 milhões de euros no OE de 2012, para se poupar 1000 milhões na Administração Central do Estado apenas é necessário extinguir 17120 lugares dirigentes e 1370 entidades públicas.
Verdade ou mentira?
“History is again on the move”
Arnold Toynbee
António Tavares
Diário de Notícias de 8 de Setembro de 2011
Em 1986, num trabalho universitário, escrevi o seguinte:
A disciplina de voto no Parlamento é castradora da consciência individual. É, para mim, o segundo pecado da democracia representativa.
Embora ainda não seja totalmente livre – o deputado fica obrigado a fundamentar o voto perante a direcção da bancada e há matérias que continuam obrigadas à disciplina de voto – aplaudo a decisão do PS para a liberdade de voto parlamentar.
É, inquestionavelmente, um passo na direcção certa.
Só lamento que não tenha sido o PSD a tomar esta iniciativa e espero que esta postura se mantenha quando o PS voltar a ser poder.
José Gomes Ferreira – O Estado admite entrar no capital social dos bancos que não passarem na avaliação da Troika?
Vitor Gaspar – Existem procedimentos supletivos que são conhecidos de todos.
José Gomes Ferreira – Porque é que está a ir além do que está acordado com a Troika?
Vitor Gaspar – Para assegurar o cumprimentos dos objectivos previstos.
José Gomes Ferreira – Vai dizer à Troika que 78 mil milhões de euros não chegam?
Vitor Gaspar – De maneira nenhuma.
Está previsto um aumento de 1200 milhões em receitas para 2012 e 2013.
Sem novos impostos? Alguém acredita?
José Gomes Ferreira – 3000 euros é ser rico? É um valor que pode dispensar as deduções fiscais?
Vitor Gaspar – Não há relação.
A possibilidade de um imposto especial que verse sobre os rendimentos dos mais ricos não é uma questão de justiça. É, antes de mais nada, uma questão de gratidão. E deveriam ser aqueles que mais obtêm da sociedade os primeiros a estar dispostos para retribuir o que lhes é dado.
Mas mais medidas como esta não são a solução. E não devem tornar-se regra!
Precisamos é de verdadeiros cortes na despesa e da canalização de recursos para os sectores que permitam fazer com que Portugal seja capaz de ser auto-suficiente. Pelo menos, no que respeita ao alimentar da sua população.
A Ryanair está a disponibilizar um milhão de bilhetes a 9,99 euros para 1000 destinos europeus.
As reservas devem ser feitas online até às 24:00 da próxima quinta-feira, 25 de Agosto.
Todas as taxas estão incluídas se as pessoas optarem pela utilização do “Cartão Pré-Pago da MasterCard, levando apenas uma mala de mão e abdicando de embarque prioritário.”
Mas eu não me importo de pagar as taxas e levo o TGV na bagagem!
E o Governo? Que fará?
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